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\ZINE - setembro de 2018\

Frabin lança single e clipe para anunciar 2º álbum

Já se passaram quatro anos desde que o 1º EP do Frabin,  “Selfish”, foi lançado. Os flertes discretos com o synth-pop dos anos 80 agora estão mais visíveis no meio dos efeitos de guitarra e sintetizadores, que no começo nos fizeram rotular o trabalho de Victor Fabri como shoegaze.

As releitura da nova geração para o estilo musical do começo do anos 90, quando Victor ainda era um bebê, continuam lá. Os dois EPs e o álbum (“Real” lançado em 2015) foram masterizados no exterior, alguns deles por Rob Grant, que fez fama moldando o som do Tame Impala. Guitarras atoladas de efeitos e camadas se sobrepondo.

Mas “Pastime Illusion” – primeiro single do novo álbum – exagera os teclados e sintetizadores já presentes na música do Frabin. A primeira impressão é a de estar ouvindo um OMD, um Flock of Seagulls, ou até um Human League. Talvez fruto de composições solitárias, onde os computadores ocupam o lugar dos integrantes inexistentes. E a letra vai pelo mesmo caminho: solidão, confusão.

Imagem de Amostra do You Tube

“Pastime Illusion” é o 1º single do segundo álbum de estúdio da Frabin, “Tropical Blasè”, quer será lançado por Frabin em parceria com midsummer madness no começo de outubro, nos formatos digital e CD (já em pré-venda).

Ouça e baixe o single aqui no mmrecords ou no bandcamp

Postado 17/09/2018 às 11:28

Compilação para gringo ver: Tropical Fuzz

MAC-PB
No inverno de 1989 eu estava sentado no meu quarto, em Boa Viagem (Niterói) olhando para o ângulo oposto desta paisagem. Dai decidi começar a fazer o midsummer madness porque a Beatriz Lamego tinha me mostrado uns fanzines e eu pirei com a ideia de poder ter meu próprio “jornalzinho”

Some à influência da Bia o fato da minha mãe, graduada em História, ter me incutido a vontade de aprender, de querer conhecer e de querer dar a minha versão dos fatos. Ela havia falecido 5 anos antes mas em Niterói me apresentou ao Moacy Cirne que me deu uma lista de livros de ficção científica para ler. Ela também sempre aparecia com umas revistas e jornais independentes em casa. Me lembro de um chamado Brasil Urgente (ou algo assim) que li umas 3 ou 4 vezes. Lula na capa, verdades até hoje ignoradas…

Essa vista da foto é do bairro do Ingá. Eu costumava andar de caiaque da Boa Viagem até o Ingá, remando. Ficava horas e mais horas dando voltas na ilhazinha que aparece no canto esquerdo da foto.

boa viagem 2

Gostava de surfar mas nunca tive o menor talento pra isso. Ouvia a Flu FM, Maldita. Ainda não existia o Museu de Arte Contemporânea… era apenas um Mirante onde muitos carros com namorados paravam quando ficava mais escuro (foto ao lado). O MAC foi construído depois.

Dai, voltando ao inverno de 89, num dia chuvoso, criei o midsummer madness

Ano que vem, 2019, a gente completa 30 anos. Só que como em Novembro passado eu me mudei para Londres, resolvi fazer uma coletânea com 50 bandas destes 29 anos de midsummer madness para apresentar aos gringos.

E saiu hoje. Tropical Fuzz: Brazilian Guitars 1988-2018. Eu nunca poderia imaginar, remando por estas águas, que o midsummer madness iria tão longe.

A capa da compilação é da Beatriz Lamego. Ela usou o cartão postal de Niterói como referência.

Postado 17/08/2018 às 9:06

Com 18 anos de estrada, Valv lança 3º gravação oficial

Valv---2017-©Pablo-Bernardo-(1)web

Vocês já sabem a estória: o Valv surgiu em 2000 da união de amigos que tocavam em outras bandas da cena de BH. Em 2001 eles lançaram o 1º EP, “Ammonite“, depois o único álbum cheio, “The Sense of Movement” saiu em 2004 e, só agora, em 2018, a banda lança seu 3º EP, “Nautilidade”.

Apesar da raridade de registros oficiais, o Valv sempre deixa sua marca quando lança algo. É como eles disseram numa entrevista recente à Marcos Tadeu da Rádio Inconfidência: “somos como fósseis”. O título dos EPs trazem esta referência: na biologia, Ammonite é um fóssil do Nautilus, que é uma espécie marinha ainda viva no sudoeste do Oceano Pacífico. O Nautilus é o cefalópode que ilustra a capa do EP “Nautilidae”.

Precedido pelos singles de “Driving in a Moonless Sky” e “New Ground”, o EP traz outras três músicas, num total de cinco novas gravadas de 2016 até 2018. “New Ground” é uma adaptação da banda anterior de Alessandro, a Yukon. “‘Driving in a Moonless Sky’ já é uma composição do Valv pós retorno, explica Luciano Cota, “Foram gravadas não com essa última formação, mas ainda com o Felipe Ghiroto no baixo (Alessandro, Luciano, Felipe e Filipe). O Bruno Martinho entrou depois, para gravar as outras 3 do EP“.

As capas do EP e dos singles foram feitas por Bruno Morais Assis, amigo da banda e guitarrista do Ourselves, Automatic Hi Speed, bandas de punk rock de BH da década passada.

Nautilidae foi lançado somente no formato digital. Ouça:
bandcamp: https://midsummermadness.bandcamp.com/album/nautilidae
Spotify: https://open.spotify.com/album/1TwKAgkpqlfUiO3C7mdtBV
Apple Music: https://itunes.apple.com/gb/album/nautilidae-ep/1416299388
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/69203222

O Valv toca neste sábado na Obra, em Belo Horizonte. Mais informações aqui.

 

Postado 07/08/2018 às 8:01

Primeiro EP do Iorigun relançado

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Não é novidade porque “Empty Houses // Filled Cities” foi lançado em 2017 pela própria banda. Mas a gente gostou tanto das 4 músicas que pedimos para o Iorigun deixar a gente promover o EP também.

Se você não conhece, o Iorigun é de Feira de Santana, formado por Iuri Moldes (v/g), Moysés Martins (baixo/v), Fred Lima (g) e Leonel Oliveira (bateria). Ano passado eles chamaram atenção de um monte de gente, foram escolhidos como “promessa para 2018″ pelo El Cabong, uma das melhores banda do ano pelo blog Urge e foram votados como a 8ª banda baiana mas interessante, numa votação aberta ao público.

É claro que a gente leva a opinião dos amiguinhos em consideração mas isso nunca foi parâmetro para o midsummer madness. Fechamos uma parceria com o Iorigun porque as músicas são boas e muito bem gravadas, tudo feito por eles mesmos. “Nós mesmos produzimos tanto na parte técnica de gravação e áudio, quanto na parte musical. As demos geralmente são feitas por mim com um equipamento mais simples e de forma mais livre. Em seguida, quando produzimos a versão final das músicas, quem comanda as gravações no Home Estúdio é o Moysés, que se encarrega da mixagem também. Isso nos dá liberdade de produzir bastante coisa”, explica Iuri.

E tem bastante coisa a caminho: o próximo EP, que está em produção, já vai ser um lançamento conjunto da banda com o midsummer madness. Só que para comemorar  um ano de lançamento do 1º single deles dia 29 de julho, resolvemos oficializar a parceria relançando o primeiro EP.

Se você gosta do Lautmusik, do Cure, do Killing Joke, vai gostar do Iorigun.
Escute na página deles aqui
ou no nosso bandcamp, aqui.

 

Postado 28/07/2018 às 6:40

Valv lança single novo depois de 14 anos

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Quando surgiu em janeiro de 2000, o Valv era uma banda rodada.

Luciano, Alessandro, Daniel e Alexandre tinham história em outras bandas de Belo Horizonte e o Valv já subia aos palcos como uma veterana. Em 2001, o quarteto lançou seu primeiro EP, “Ammonite“,  cuja capa original trazia uma foto das Torres Gêmeas do World Trade Center. Em 11 de setembro daquele ano, as torres ruíram.

O Valv continuou.

Em poucos anos, o Valv tocaria em festivais importantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia,  abriria shows do Mogwai no Brasil e excursionaria pelos EUA, passando inclusive pelo South by Southwest em 2001, quando pouquíssimas bandas tinham feito tal peregrinação. O documentário “Barulho na Rua 6” conta essa saga.

Em 2004 gravaram seu 1º (e até hoje único) álbum, “The Sense of Movement“. Com 14 faixas, participação especial de Fernanda Takai na faixa título, a banda trazia na bagagem elogios entusiasmados, principalmente sobre a força de suas apresentações ao vivo. Só que a maré mudou: seus integrantes assumiram responsabilidades da vida adulta, alguns mudaram de cidade.

A banda se distanciou.

Entre 2007 e 2013, Alessandro e Alexandre montaram o Yukon. O Valv ensaiava esporadicamente e o baixista Daniel deixou a banda. A dificuldade de integrar as agendas e os interesses fez com que o Valv mudasse de formações algumas vezes durante este período, sem oficialmente decretar seu fim mas também sem produzir novidades.

No final de 2014, eles voltaram “pra valer” com Felipe Ghiroto (da banda Heffer) no baixo. Fizeram alguns shows, principalmente em Belo Horizonte. Em 2016, ainda na marcha lenta, foram entrevistados para o documentário “Guitar Days” e na sequência receberam o convite para incluir uma música inédita na coletânea desse mesmo filme. Gravaram duas músicas. Só que o documentário e a coletânea atrasaram.

Dispostos a divulgar as duas músicas novas, resolveram gravar mais três e montar um EP. “Nautilidae” será apenas o 3º lançamento oficial de estúdio do Valv em quase 18 anos de carreira. Mas o que interessa é que eles estão de volta, com dois integrantes originais, os guitarristas Alessandro Travassos e Luciano Cota, além dos novos integrantes, Bruno Martinho (também baixista do Churrus) e Filipe Monteiro (baterista, ex integrante do Quase Coadjuvante e ex-vocalista da banda Rallye). “Os novos integrantes são amigos de longa data, continuamos sendo uma banda com boa experiência de palco, relata Cota, “e o bom é que eles trazem novas influências e referências, ajudam a fazer com que a banda evolua naturalmente“.

O EP  foi gravado e mixado em diferentes estúdios ao longo de 2016, 2017 e 2018. A mixagem ficou por conta de André Cabelo (Estúdio Engenho) e a produção é toda do Valv com Leonardo Marques e André Cabelo.

O 1º single do novo EP se chama “Driving in a Moonless Sky“, gravado em 2016. O 2º EP, “New Ground”, sai dia 20 de julho. O EP com as 5 músicas será lançado somente em formato digital no dia 07 de agosto.

Os singles e o EP são um lançamento conjunto do Valv, midsummer madness e o selo canadense Cuchabata

(foto de divulgação por Pablo Bernardo)

Postado 05/07/2018 às 9:38

VU e Swirlies segundo o Early Morning Sky

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O quarteto paulistano Early Morning Sky está relançando hoje via midsummer madness duas versões que gravou para tributos e coletâneas.

“Bell” é uma música do Swirlies, que saiu no tributo “Protect Yourselves From Aliens – Swirlies Revisited” organizado pelo The Blog That Celebrates Itself. Eles são uma das bandas brasileiras no tributo, que ainda inclui the Cult of Lip, Fuzzy Feeling, Away Forward, The Sorry Shop, Lost Echoes, Uniforms, Sweam, You´re Jovian, Bugjar, ZEIT!, videodays, Kittinger, Adult Colour.

“Femme Fatale” é do Velvet Underground e foi regravada pelo EMA para a coletânea “O Verão do Amor” do blog Cansei do Mainstream. 

Além disso, a banda tem alguns shows marcados:

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Breve mais detalhes.

As duas versões estão disponíveis na página da banda, aqui no mmrecords (streaming), para download / streaming / compra no bandcamp e também nos serviços de streaming.

Spotify
Deezer
Apple

Postado 08/06/2018 às 7:05

Seis bandas em mini-tributo ao The Fall

Quando Mark Smith, fundador e vocalista da banda de Manchester The Fall morreu em 25 de janeiro de 2018, todos no midsummer madness ficaram bem tristes. A banda lançou dezenas de álbuns, todos muito inquietos. Sempre foram avessos ao establishment e fizeram músicas falando sobre isso. The Fall foi a banda que melhor entendeu e executou as ideias do punk. Não ter Mark Smith anarquizando o sempre muito bonitinho mercado da música é um golpe.

A quantidade de artistas importantes que morreram no último ano é significativa mas nós achamos que o The Fall merecia uma homenagem a mais. Por isso algumas bandas e parceiros do midsummer madness se juntaram e regravaram algumas músicas do Fall.

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Pedro Bonifrate, ex Supercordas e solo com seu sobrenome, foi o que buscou a música mais antiga, do 1º álbum de estúdio da banda “Dragnet”. Ele escolheu a faixa de abertura, que fala sobre um salão de dança para videntes.

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A banda gaúcha Loomer escolheu uma música menos famosa do álbum mais conhecido do Fall no Brasil, “Bend Sinister”. “Shoulder Pads #2″ deveria vir após “Shoulder Pads #1″, que seria gravada por Fábio Bianchini, d’Os Gambitos. Mas Bianchini furou. Então ficamos só com a versão da 2ª parte. Boa o suficiente.

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A banda argentina Estación Experimental adaptou a letra de “And Therein” para o espanhol e assim ficou a versão deles para uma canção do 12º álbum do Fall, lançado em 1990.

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Outro ex-Supercordas, Sandro Rodrigues, que assina suas composições musicais solo como Digital Ameríndio, escolheu um clássico do EP “Slates” de 1981. “Leave the Capitol” ficou famosa por ser uma música onde a banda de Manchester fala sobre seu horror à Londres e à tudo que é mainstream.

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Outro que adaptou as canções do Fall foi Cassiano Fagundes, o Cassim, junto com seus parceiros do projeto DON. Eles pegaram “Wrong Place, Right Time” e misturaram com “Frenz Experiment” para criar a música “Wrong Frenz”.

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E para fechar o pequeno tributo, Marcos Araújo, que também já havia participado do tributo ao Second Come com a sua outra banda, Soft & Mirabels, agora entrou com os amigos do OverEnd homenageando a homenagem que o Fall havia feito ao Kinks, ao regravar “Victoria”. Essa versão do The Fall foi o cartão de visitas para muitos que conheceram a banda no Brasil em 1990, quando a gravadora Stiletto lançou “Bend Sinister” por aqui.

capa_tributo-fall-webA capa é uma colagem de Augusto Malbouisson.
O título é um trocadilho barato com “Perverted by Language”, um álbum do Fall.

“Perverted by Homage – a Tribute to The Fall” sai apenas no formato digital.
Escute no mmrecords
Escute e baixe no bandcamp

Postado 25/05/2018 às 7:14

Selo brasiliense disponibiliza show do Fellini em 1998

Em 1998, o Fellini andou fazendo uns shows no Brasil. Um deles foi inclusive dentro do festival ALGUMAS PESSOAS TENTAM TE FUDER… de novo, organizado no Rio de Janeiro pelo midsummer madness. Passaram também por São Paulo e por Brasília. A apresentação na capital federal, realizada no Teatro da Caixa Cultural, foi registrada em vídeo por Wilton Rossi, responsável pela produção do show candango. O vídeo deste show foi agora digitalizado e disponibilizado na internet, vinte anos após sua realização.

Imagem de Amostra do You Tube

Na ocasião, o Fellini se apresentou com Cadão Volpato, Thomas Pappon, Tancred Pappon, Jair Marcos e Reka Ortega.  O show ficou guardado em fitas VHS e Super VHS todos esses anos e só no início de 2018 foi que o material teve sua edição e digitalização realizadas, sob os cuidados de Rossi.

A publicação deste material é uma iniciativa do selo Quadrado Mágico, de Brasília (DF), criado pelos produtores Miguel Galvão e Gustavo Halfeld.  Eles também organizam um dos eventos mais bacanas da capital, o PicniK Festival.

O show em vídeo do Fellini será projetado em diferentes lugares do Distrito Federal nos próximos dias.
Agenda de Exibições – O Último Adeus de Fellini

28 de Maio
Tapera Pub – Segundas de Primeira – Ceilândia – QNN 02 Conjunto “A” Lote 20, 70220-021- Brasília – horário: 21h

3 de Junho
Taguatinga tem Concerto – Centro Cultural do Taguaparque, aniversário de Taguatinga – horário: 21h

 

Postado 23/05/2018 às 11:32

O disco de estreia do Dead Suns, por Fabio Bridges

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The Dead Suns e a estrada roqueira de “New Days for a Better Man”, seu disco de estreia.
Por Fabio Bridges

A história do Dead Suns tem, entre idas e vindas, uma década. Mas se colocarmos no papel e somarmos a bagagem musical de seus quatro integrantes, esse enredo seria diferente. E um tanto mais longo.

Vou usar um exemplo com conhecimento de causa: em 2008, quando a banda ainda engatinhava com o nome Oort Clouds, quem estava entre seus fundadores? Francisco Kraus, o cara que saiu do (obscuro) grupo Eterno Grito e ainda no final dos anos 80 fundou o Second Come – que só não foi às estrelas porque o mercado musical tupiniquim é, pra não usar palavrões, a imagem do retrocesso.

Não sabe quem é Second Come? Pergunte ao Google ou ao Dado Villa-Lobos, guitarrista daquela famosa banda de Brasília…

Enfim, só aí temos então uma trajetória com uns 30 anos, e em 2011 quando Maurício Mauk se juntou a Kraus, Renato Fernandes e Yuri Pinta para a formação definitiva The Dead Suns, a soma se tornou complicada demais pra mim (Mauk começou o Bigtrep – ou A Grande Trepada, como prefiro – na metade dos 80’s, ao lado de um certo sujeito chamado Skunk, que um tempo depois formou a esquadrilha da fumaça, vulgo Planet Hemp).

É história pra mais de metro ou pra algumas noites num boteco, então qualquer dia você me paga um chope e continuamos. Porque agora chega de contar histórias passadas. Estamos em 2018, é hora de escrever a história do presente e “New Days for a Better Man”, finalmente, está entre nós.

O primeiro disco dos Suns poderia ter cheiro de mofo ou ser um apanhado de colagens das tantas experiências que seus autores carregam nos cases, mas a ideia aqui não é essa. Olhar para o passado sim, buscar referências também, mas recauchutar os próprios pneus e usá-los como se fossem novos, não. Definitivamente o caminho é em frente.

Do punch acelerado de “Living Among The Stars” faixa que abre o pacote até o final, iluminado com a psicodélica “Get in The Way” e sua bela mensagem (“The sun shines high in the blue sky. Run, sing and laugh for your life”, ou em bom português, “não arregue!”), “New Days for a Better Man” é algo como um road album, uma viagem pelas diferentes paisagens da estrada esburacada – por onde nós todos corremos – chamada rock and roll.

Abra uma cerveja.

Ouça alto!

“New Days for a Better Man” foi gravado, produzido e lançado pela banda em parceria com midsummer madness & The Blog That Celebrates Itself

Ouça na página do mmrecords
Ouça e compre o álbum digital no bandcamp do mmrecords (pague quanto quiser)
Ouça no Spotify
Ouça no Deezer
Ouça na Apple Music

Postado 27/04/2018 às 5:48

1967, o ano que não acabou

O blog Cansei do Mainstream lançou ano passado, 2017, em parceria com outros blogs bacanérrimos, Pacóvios e o Macrocefalia Musical, uma coletânea-tributo ao ano de 1967. Sim, porque as melhores coletâneas tem estes temas esquisitos.

A primeira versão dessa coletânea traz 46 bandas brasileiras e pode ser ouvida nos links abaixo:

Agora, uma versão compacta do tributo foi parar no Spotify:

O tributo compacto traz duas bandas parceiras do midsummer madness: Pin Ups tocando “Sunday Morning” e Early Morning Sky tocando “Femme Fatale”, as duas faixas só podem ser ouvidas nesta coletânea.

Postado 21/04/2018 às 9:34