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Carnaval já começou pr’Os Gambitos: novo single

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Sai hoje o 2º single do álbum “Ilha de Pathos”, estreia d’Os Gambitos que deve ficar pronto ainda no 1º semestre de 2020. “Praça” é explicada por um texto do jornalista carioca Márvio do Anjos, ex-vocalista da banda Cabaret.

Praça dos Gambitos cristaliza possibilidades de Carnaval

É com um riff debochado de guitarra, uma batida de bossa nova e uma deliciosa participação vocal de Emilia Carmona que o projeto rock mais veraneiro de toda Desterro saúda o Carnaval.

Se o matrimônio da abrasiva formação guitarra/baixo/bateria com a folia não é novidade, seria má vontade dizer que se trata de mera repetição. Não há nada mais rock’n’roll que o Carnaval, se suas referências forem espíritos libertários, os corpos suados saudando o céu, a celebração da existência e as cores de festivais memoráveis, como Woodstock e Abril pro Rock. É no verão que as vontades de tatuagem afloram. É no verão que somos mais dançantes, e o rock nasce, lembre-se, dos corpos pedindo espaço.

Nesta “Praça”, a voz malandra e vulnerável de Fábio Bianchini trava um encontro fortuito com a de Emília, em que as possibilidades se cristalizam em versos refrescantes como “Eu te confundo com a folia/tu me confunde com amor”. Em meio à negociação e à fantasia, é sempre bonito ver e ouvir o rock pondo o pé no mundo real, situando-se nas paisagens da cidade, mesmo que os paralelepípedos da Catedral de Floripa se escondam sob o asfalto recém instalado e a Praça XV se vista de tapumes.

A doçura do arranjo está em ser uma bossa rock com vocação de marchinha lo-fi no refrão, pontuadas pelas microfonias que estão na medula dos Gambitos. Ao fim, mais vozes se juntam ao casal, como um bloco pirata subitamente lotado, ganhando e perdendo a cidade à medida que o desfile passeia sem ambição pelas ruas da memória.

por Márvio dos Anjos

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Postado 17/01/2020 às 12:28

Thomas lança podcast na BBC, novo vídeo e remasterização de álbum

Estreia hoje na BBC News Brasil, o podcast “Que História!“, narrado por Thomas Pappon (Fellini, The Gilbertos, Smack). Thomas trabalha como jornalista no serviço internacional da BBC há mais de 20 anos.

O primeiro episódio de “Que História!” traz um dos casos mais fantásticos de sequestro e fuga que aconteceu nos Estados Unidos em 1971. D. B. Cooper conseguiu 200 mil dólares e desapareceu no ar, depois de saltar de paraquedas de um Boeing 727. O podcast, todo em português, tem 13 minutos e pode ser ouvido aqui.

Hoje também está sendo lançado mais um vídeo gravado em 2018 na Sunray Garage, quando Thomas tocou várias canções do The Gilbertos, Fellini e Smack em voz e violão. “Jimmy Scott” é o oitavo vídeo da série que traz versões exclusivas e inéditas de músicas de Pappon. “Jimmy Scott” faz parte do álbum de estreia, “Os Eurosambas 1992-1998” lançado em 1999 pelo midsummer madness.


Assista a todos os oito vídeos aqui.

Também hoje, o 4º e mais recente álbum do The Gilbertos, “Um Novo Ritmo Vai Nascer” teve sua versão remasterizada disponível para streaming. Lançado em 2014, “Um Novo Ritmo…” saiu originalmente em fita cassete e digital. Em 2017 o álbum foi remasterizado e relançado em CD. A versão remasterizada, que tem uma ordem das músicas diferente da versão cassete, só passou a ficar disponível no streaming a partir de 10/01/2020.

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Postado 10/01/2020 às 14:35

Retrospectiva 2019

2019 foi com certeza o ano em que o mmrecords mais lançou “discos”. Foram 248 músicas divididas em 6 álbuns, 6 EPs e 18 singles inéditos. Entre os álbuns, 5 sairam em CD e “Long Time No See” do Pin Ups em vinil. Alguns deles, como a estreia do Macintushie (foto acima), os singles do Moon Pics e Slowaves, ganharam destaque em blogs gringos.

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Fish Magic (foto) e Electric Lo Fi Seresta tiveram seus terceiros álbuns e lançamos as excelentes estreias do Strawberry Licor e do Submotile. Ainda teve a coletânea do documentário Guitar Days.

Novos nomes entraram para nosso cast: Hatchets, Lombroso e aliendawg. além dos já citados Moon Pics, Slowaves e Macintushie.

 

Além das músicas novas, relançamos exclusivamente para o digital toda a discografia do Grenade, com 8 títulos, o clássico do Grape Storms, o primeiro do Motormama e uma coletânea de 20 anos deles.

Entre os singles, teve música nova do Lava Divers, do Baudelaires, do Superbug, Os Gambitos, Lautmusik, Santa Pipe e Iorigun. Para facilitar sua vida, fizemos uma playlist com 1 música de cada um destes lançamentos. Role a barra para baixo porque são 33 músicas na playlist!

Alguns lançamentos vieram com videoclipes: Strawberry Licor lançou dois, Moon Pics também, além de clipes do Pin Ups, Devilish Dear, Hatchets, The Dead Suns, Early Morning Sky e Iorigun. Quem gastou a cota foi o Electric Lo Fi Seresta, que produziu 5 para ilustrar algumas músicas de “End of Decade”. Dê uma olhada na playlist de 2019:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLQD0_MESmyopEStPpNOHLQann1wVaZ4Yj

Em 2019, a única coisa que ficou faltando mesmo foi a coletânea de 30 anos… infelizmente nós nos atrasamos e ela será lançada somente em 2020. O principalm motivo do atraso foi correr atrás da autorização de quase 500 integrantes de bandas, algumas delas que já nem existem mais. Mas valeu a pena pois assim coletânea sairá em vinil, CD e cassette com mais de 80 bandas!

Se você gostou, tem a Retrospectiva 2018.

Postado 19/12/2019 às 13:56

Sexta-feira 13 e nossa década fechando com 2 singles: Hatchets e Lombroso

Nossos últimos lançamentos de 2019 e, segundo alguns, da década de 2010, saem hoje, uma sexta-feira 13. Lombroso, o enigmático projeto à la Spaceman 3 eletrônico kraut, lança seu 3º título pelo midsummer madness, mais um em sua extensa e caótica discografia (confira aqui).

Aconteceu assim: “Marcão chegou na minha casa com uma surpresa: o mesmo modelo de baixo que o Jah Wobble usa, um Ovation que parece literalmente de outro plano/planeta. Nosso último movimento como Lombroso antes de mudanças (literais), reformas (literais) e bons 8 meses de esparsa comunicação

“Ovation” é uma viagem de 9 minutos digna de Jason Pierce e Sonic Boom mas minimalista como os novos tempos mandam.

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Já o também paulistano Hatchets, lança ‘Bare Knuckle’, um single de quase 9 minutos, mais swingado e menos denso que “Ovation” mas igualmente hipnótico. O single sai com um clipe todo manchado de vermelho, tipo a sua visão num videogame, quando você apanha, apanha mas continua de pé, sem desistir da luta. O clipe, filmado com um celular nas ruas de São Paulo, ilustra uma viagem à la Stone Roses, de proletários lutadores com tablas indianas.

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Postado 13/12/2019 às 8:49

Gambitos alerta: é proibido ser feliz em SC

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Fábio Bianchini tem seu projeto “solo” para músicas urgentes chamado Os Gambitos. De 2009 até 2019, Os Gambitos já lançaram 2 EPs e 5 singles, o mais recente saiu hoje, 06/12: “É Proibido Ser Feliz em Santa Catarina”. Com mais uma letra em português, Bianchini se juntou a Jessica Gonçalves (guitarra), Marcio Bicaco (vibrafone) e Xando Passold (bateria) para gravar um protesto quase twee sobre a impossibilidade de ser feliz no lugar onde eles moram.

Foi assim, explica Bianchini, “uma amiga minha ficou puta e tuitou ‘alguém devia fazer uma música chamada É Proibido Ser Feliz em Santa Catarina’. Isso porque tem uma área no centro de Florianópolis que tava abandonadaça há uns 10 anos. Aì começaram, devagarzinho, a abrir uns bares. Em fevereiro (antes do carnaval de 2019) teve um evento aberto com show do Francisco El Hombre. Deu gente PRA CARALHO e quando escureceu a PM chegou tocando o terror pra dispersar, cassaram o alvará de funcionamento de um dos bares, o Taliesyn. Algumas semanas depois, começou a encher cada vez mais e polícia estabeleceu toque de recolher meia noite. Na primeira vez que mandaram fechar tudo, essa minha amiga tuitou e eu me comprometi a fazer a música”.

A coincidência trágica disso tudo é que a rua começou a ficar ainda mais movimentada porque fecharam um baile funk dias antes e daí a galera começou a ir pra região da Rua Victor Meirelles. Como a maior concentração é na frente de um bar chamado o Madalena e rendeu até música:

Como relata Bianchini, era “o clássico galera na rua com isopor, caixa JBL tocando funk, aí já junta vendedor ambulante, etc, etc“. E dai é óbvio que toda a operação policial traz consigo um componente racista e higienista, similar ao que acabou de acontecer em Paraisópolis.

A música, gravada por Jean Gengnagel, Joel Rosa da Luz e Cicero Bordignon no Estúdio Urbano em Florianópolis, teve o auxílio luxuoso do Coral dos Duendes da Victor (em referência à rua) formado por Fernando, Jessica (das bandas Ghost Bitch e Cigar Kills), mais o João, o Antõnio e o Duds (do Exclusive os Cabides, banda mais legal do momento em Floripa).  “É Proibido Ser Feliz em Santa Catarina” é também o primeiro single do álbum “Ilha de Pathos”, estreia d’Os Gambitos que deve ficar pronto ainda no 1º semestre de 2020.

Bianchini escreveu sobre o álbum:
Pois então, tamos gravando. Nove faixas novas mais uma cover do The Cure. Percebi que tinha uma afinidade temática ligada à minha relação com Florianópolis. Quase escolhi ‘Meiembipe’ pro título porque era como os índios chamavam a ilha. O problema é que aqui todo mundo vai lembrar do motel que tinha esse nome. Dai me lembrei que outro dos nomes antigos daqui era Ilha dos Patos. E, do nada, as letras novas são todas em português.

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Postado 06/12/2019 às 8:50

Novo single e vídeo da Moon Pics

O Moon Pics de Adriano Caiado, natural de Brasília, foi muito elogiado quando lançou o split single com aliendwag em Abril deste ano: o Shoegaze blog chamou de “joia da semana” dizendo que “são músicas muito bonitas, dotadas de um charme discreto e melancólico”.  Nos meses seguintes, Adriano fez alguns shows em Brasília, incluindo a edição 2019 do Festival Picnik.

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foto por Ana Calaça

Entre o quarto e o palco, Adriano está lançando duas novas músicas: “Fall” e “Like Rain”, ambas gravadas em sua casa, com masterização à cargo do amigo de sempre Luiz, do aliendawg..

“Fall / Like Rain” está saindo apenas em formato digital. “Gosto da facilidade e rapidez do digital em comparação ao meio físico. Apesar disso, sempre tive vontade de lançar algo no formato físico, principalmente para vender nos shows. Eu não compro produtos físicos de bandas internacionais pois não sinto necessidade. Mas dos músicos daqui de brasília ou de bandas brasileiras eu compro”.

Nos dois lançamentos recentes, Adriano preparou vídeos para os singles. Em ambos, imagens antigas de filmes gastos, feitos em celulóide. “Eles me lembram a asperidade da produção lo-fi nas músicas da Moon Pics. Também procuro filmes onde o autor tenta fazer com que o espectador se perca, da mesma forma que tento fazer com as minhas músicas”.

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Postado 27/11/2019 às 13:03

Toda discografia do Grenade relançada no digital

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Criada em 1998, em Londrina, o Grenade era conhecido no começo como o “projeto solo” do ex-guitarrista e vocalista do Killing Chainsaw, Rodrigo Guedes. Com o passar do tempo e o lançamento de oito álbuns entre 1998 e 2011, o Grenade se tornou uma das bandas mais importantes do cenário alternativo nacional.

Entre os registros, o auto-intitulado “Grenade” em 2004 foi o único lançado com status de álbum. Com esse lançamento, o Grenade tocou no Tim Festival e no Curitiba Pop Festival daquele ano. Definitivamente o mais bem produzido, o disco masterizado por Steve Fallon, produtor norte-americano conhecido por seu trabalho em “Room On Fire” (Strokes), além de produções para Beulah, Sonic Youth e Luna.

Seus lançamentos em CDR e no digital foram lançados por diversos selos e agora o midsummer madness está relançando todo catálogo no digital.

A Child’s Introduction to Square Dancing (Ordinary Recordings / midsummer madness – 1998)
… is an Out of the Body Experience (Duckweed Records / Low Tech Recs / Ordinary Recordings – 1999)
Shortwave Younglove Kingdom (Ordinary Recordings / Duckweed Records – 1999)
Heartless EP (2000)
Splinters 2000-2002 (Bay King Music / 2002)
Grenade (Slag – 2004)
Life as a Sinner (2008)
Rainbow’s Funeral Book (2011)

Postado 14/11/2019 às 5:23

Solo do guitarrista da Luisa Mandou um Beijo relançado

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No início dos anos 2000, o carioca Pedro Paulo tocava guitarra nas bandas Luisa Mandou um Beijo, Pancake e Essential Tension, além de bateria no Ack. Só que em 2003 ele quebrou o pé. O exílio forçado gerou 4 músicas do único EP de seu projeto solo, Pedro P78.

Uma das músicas, “Coco Gelado”, é nossa favorita entre vários lançamentos do midsummer madness. A letra fala de tentativa de reconciliação com amigos, muito necessária nos dias de hoje, apesar do EP ter sido lançado em 2004:

às vezes é o tempo que resolve as coisas
às vezes elas mesmo se resolvem
eu te trouxe um coco gelado por camaradagem
por favor tempo junte os pedaços dessa historia que passou

Gravando tudo sozinho, Pedro também compôs as quatro músicas. Somente nas duas primeiras é que o amigo Rapudo (Raphael Argolo) fez os vocais: “Vocal até hoje não é meu forte“, assume PP.

O EP foi lançado em 2004 nos formatos CDR e digital. Em 2004, digital era apenas mp3 na versão anterior do site do mmrecords. Talvez TramaVirtual, talvez MySpace. Mas como todos estes sites acabaram, estamos relançando o EP “Pedro P78″ no digital.

Com o relançamento, Pedro se animou a voltar a gravar. Quinze anos depois, ele é professor de trombone no Bloco da Orquestra Voadora: “Trabalhar com cultura no brasil está cada vez mais difícil. Uma lição valiosa que tiro do carnaval de rua do rio é que devemos trabalhar ali, presencialmente. Esse contato de rua sensibiliza o público de forma muito intensa e ampla, tal como aconteceria numa casa de shows, mas sem a infraestrutura e o custo. Isso garante uma mobilidade e possibilidades maiores. Pretendo formatar as novas músicas para apresentacoes assim, basicamente um amplificador, uma gaita e fazendo live pa com trombone“.

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Postado 08/11/2019 às 10:21

Psicodelia caipira ensolarada: novo EP de Régis Martins & Cia Fantasma

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Regis Martins & Cia. Fantasma é um projeto do guitarrista e vocalista do Motormama, Régis Martins (na foto acima, ao centro) junto com Gisele Z. (vocais) e Alessandro Perê (teclados). Ou seja, 3/5 do Motormama . Deppois do EP “Ondas Curtas”  (2015) e do single “Bem Vindo Irmão Caveira” (2018), Régis lança seu 2º EP, “Atlântico Blues”.

Com quatro canções de timbres lo-fi e teclados vintage,  duas são 100% inéditas: “Eu, Você, o Cosmos e Nada Mais” e “Bruxaria”; e as outras duas são versões remasterizadas de singles anteriores: “Sacramento” e “Bem Vindo Irmão Caveira”. Conversamos com Régis para entender melhor as diferenças entre Cia Fantasma e Motormama.

- Como você divide entre o que é seu e o que é para o Motormama?
Régis: Para manter uma distância segura do trabalho do Motormama, a Cia Fantasma investe em timbragens que tem mais a ver com estilos como tecnopop e até mesmo o hip hop dos anos 80. Tudo isso gravado de forma minimalista e quase ao vivo.

Quais as principais diferenças nas regravações de músicas que foram lançadas pelo Motormama?
Nos últimos anos, ouvi muita coisa ligada ao dream pop e achei a dinâmica interessante. Claro que quando vamos para o estúdio, as coisas costumam ir para outros caminhos. Mas no final das contas, nos divertimos muito.

Por que “Atlântico Blues”? Influências oceânicas nas músicas?
O título do EP foi “tirado da cartola” no último momento, graças aos versos mezzo-ensolarados-mezzo-filosóficos da canção que abre o EP ‘Eu, Você, o Cosmos e Nada Mais’.

Onde foi tirada a foto da capa?
Tem muito mais a ver com uma questão geográfica, de estarmos aqui no Atlântico Sul, do que propriamente uma referência praiana. O disco não tem nada de praiano. O termo ‘Blues’ me veio a cabeça depois de ver o titulo de um livro do Jack Kerouac que achei excelente: “Mexico City Blues”. Claro que o titulo também tem a ver com a foto da capa, que eu tirei durante umas férias passadas na Praia Grande, Baixada Santista.

Passei minha infância e juventude ali no litoral Sul de São Paulo. Faz parte das minhas memórias e de minha formação. Além do mais, achei bonito fazer uma espécie de homenagem a capa de um dos discos que mais gosto do Neil Young, “On the Beach”.

Ouça “Atlântico Blues”
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Links para streaming de Régis Martins & Cia Fantasma
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Postado 04/10/2019 às 6:24

Hatchets entra de sola com “Summer Jam”

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Vocês não esperavam por isso, mas o Hatchets lançou um single via mmrecords. A declaração oficial deles foi essa:

Os paulistanos do Hatchets retornam com seu novo single via midsummer madness depois de aclamados remixes de artistas como Prins Thomas, Sinkane e outros bastiões do eletrônico mundial. “Summer Jam” é um sopro, com instrumentos acústicos lado a lado com a mais analógica eletrônica e o toque único de um sussurrado vocal feminino.

Hatchets migra do sintético baleárico para o orgânico screamapsicodélico com “Summer Jam”:

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Postado 27/09/2019 às 13:02