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Ambientalista é lembrado em novo single do Lombroso

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Bruno Manser foi um ambientalista suíço que lutou contra a devastação das florestas tropicais em todo Mundo, em especial na Malásia. Manser desapareceu na floresta em 2000. Foi declarado oficialmente morto em 2005, apesar de seu corpo ou vestígios de sua sobrevivência nunca terem sido encontrados. Uma fundação criada por ele em 1990 continua a lutar pela preservação das florestas e do espaço dos povos originais.

Esse documentário sobre a vida de Bruno foi lançado em 2017:

Com quase 24 minutos, “Bruno Manser”, a música, é uma saga ambient-tropicalista produzida pela dupla Lombroso. No lado B, o contraponto “Guava Jisas” é sobre a nossa atual Ministra da Educação, Damares Alves, vendo Jesus numa goiabeira. Vale lembrar que nós respeitamos a religião de todos mas achamos inconcebível que funcionários públicos de alto escalão tomem decisões baseados em suas crenças, principalmente quando Estado deveria ser laico.

Enquanto isso, a Amazônia queima, os pólos derretem e imbecis assumem Governos.

Ouça Bruno Manser na página do Lombroso
Ouça Bruno Manser no Bandcamp
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Deezer

Postado 13/09/2019 às 6:42

Segundo single do Lautmusik: “Singalong”

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Lautmusik lança hoje o 2º single do próximo álbum, ainda sem título e com previsão de conclusão para final de 2019. “Singalong” sai junto com “Flight of The Flamingo”, composta e gravada ao vivo pra Coletânea Vol. 11, do estúdio Dub, lançada em 2016.

“Singalong”  traz guitarras intencionalmente mais abrasivas, como eram algumas faixas do início do Lautmusik (“Lost in The Tropics”, “Gorky Park” e “Pandora” por exemplo). A vocalista Alessandra Lehmen complementa que as músicas são sempre criações coletivas, arranjadas em ensaio e que ela geralmente escreve as letras antes, mas que no caso de “Singalong” foi improvisada em estúdio. “A letra fala sobre ‘engrossar um coro’, isto é, sobre ser atraído a repetir um discurso massificado e a dificuldade em ser uma voz dissonante”.

Lautmusik lançou seu álbum de estreia, “Lost in the Tropics”  em 2011 e depois “Juniper” em 2015, então o intervalo está mais ou menos constante, 4 anos. Para o próximo álbum, a banda já tem 3 faixas prontas e deve preparar outras 7 ou 8 músicas.

Ouça “Singalong”  na página da banda
Ouça, baixe e compre o single no Bandcamp
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(foto por Luiza Padilha)

Postado 06/09/2019 às 7:44

Como foi a turnê do Valv no Bananada e novidades a caminho

Depois de voltar da “hibernação” e lançar apenas o 2º EP de sua carreira em 2018 (“Nautilidae”), o Valv foi convidado a voltar ao festival Bananada, em Goiânia, depois 17 anos. A primeira participação foi em 2002, quando eles haviam acabado de lançar seu 1º e único álbum, “The Sense of Movement” e tinham apenas mais um EP no currículo, “Ammonite”.

Com o lançamento de “Nautilidae”, a banda voltou lentamente a fazer shows. A formação do Valv desde 2017 também é diferente da formação que havia tocado em Goiânia em 2002. Da formação original restaram os guitarristas Luciano Cota e Alessandro Travassos. Os principais shows desse retorno acontecerem em sua cidade natal, Belo Horizonte, primeiro no Festival Quente e depois no Festival Garage Sounds, além de várias “batidas de ponto” no clássico A Obra.

Para a mini turnê do Bananada, que começou dia 09 de Agosto na Saleta em BH, passou pelo Vinil Cultura Bar em Uberlândia, e terminou dia 17 de agosto no Bananada em Goiânia, o Valv pela primeira vez virou um quinteto: Vítor Ávila (foto acima) entrou com uma 3ª guitarra, deixando o som dos mineiros ainda mais potente.

Confira este vídeo gravado por Bernardo Sardinha na Saleta, em BH:

Sobre o Bananada, a banda declarou em suas redes sociais: “O que dizer do Bananada? Simplesmente um dos melhores festivais do Brasil! Desde a 1ª vez que tocamos (em 2002) temos uma relação com Goiânia que a cada show se mostra cada vez mais especial! E nesse Bananada não foi diferente! Muito obrigado @fabricio_nobre e a todos da organização, ao pessoal da técnica do palco Tropical Transforma (@manchaaaaaaaaa @arthuramaral_ @brubuzollo @anasmile @andersonlemes__ @braztn ) por todo apoio e ajuda no nosso show, ao @gentil.nascimento também por toda a ajuda em todo o final de semana e a todos que estiveram não só no nosso show mas em todos os dias do festival. Foi lindo demais e esperamos voltar a Goiânia em breve! Valeu demais!”

De volta pra casa, a banda vai continuar a gravar novas músicas que podem virar um novo EP, apenas o 3º em seus quase 20 anos de estrada. Seguem também alguns registros do show no Bananada:

Postado 02/09/2019 às 13:17

Iorigun e Slowaves lançam novos singles

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O Slowaves está partindo para o seu 2º single, da música “Here She Comes”. A música foi gravada em maio de 2019 no Home Studio da banda, em Belém (PA) com produção, mixagem e masterização por Dennis Guedes, da banda carioca The Outs. “Conhecemos o Dennis via internet, conversamos sobre produzir uma música juntos e eu mostrei a demo de ‘Here She Comes’, ele topou. Dennis foi produtor, engenheiro de áudio e ainda gravou baixo, tracks de guitarra, a bateria do verso e fez um backing vocal“, explica Matheus.

“Here She Comes” também é a 1ª música de um EP com 4 músicas, ainda sem título, que deve ficar pronto até Outubro deste ano. Matheus e Carlos voltaram ao formato de duo.

Ouça “Here She Comes”
página do Slowaves`
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Iorigun está lançando “Wasting My Time”, primeiro single de um EP que pretende ser político, “uma compilação de crônicas sobre relações, informação/desinformação e as diferentes cavernas digitais que vivemos hoje” segundo a banda. Todas as músicas terão como título “Wasting my…” e vão lidar com os tópicos mencionados acima. A banda de Feira de Santana (BA) ainda não decidiu quantas músicas mas outras 3 ou 4 canções vão ser gravadas e lançadas nos próximos meses. O Ep vai se chamar “Waste”.

“Wasting My Time” foi mixada e masterizada por Moysés, baixista do Iorigun. “Estamos experimentando outras formas de composição e enveredando por outros estilos, talvez essa tenha ficado um pouco mais pop“.

Ouça “Wasting My Time”
página do Iorigun
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Postado 02/08/2019 às 8:56

O fim de uma era: Electric LoFi Seresta lança 3º álbum

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Calma, o projeto solo do Guilherme Almeida, Electric Lofi Seresta, não está acabando.

Pelo contrário: hoje sai o 3º álbum solo do guitarrista da banda John Candy, intitulado “End of Decade”. As 12 músicas trazem um olhar pessimista sobre o fim da 1ª década do século XXI em músicas como “Western World”, “Hate Your Post” e “Fake News”. “São coisas que a gente pesca no ar. O comportamento de manada, mesmo quando bem intencionado, e a estereotipação das posições que são viralizados nas redes sociais. Na verdade, trata-se da mais formidável ferramenta de controle das subjetividades já criada, pois é afetiva – ‘fake news are a way to your hearts’, está lá em um dos versos da faixa ‘Fake News’ do novo álbum“.

Gravado em menos de 1 mês em casa, “End of Decade” obedece a regra da economia de recursos na gravação. Guilherme acha que se uma canção não mantem sua força a despeito dos pedais de efeito, ela não vale para o espírito do Electric Lo-Fi Seresta. “Improviso em casa todos os dias por prazer e por necessidade fisiológica. Chega um momento em que você quer se livrar daquelas músicas que estão na sua cabeça. Gravar é a melhor maneira de fazer isso. Por isso o processo de gravação é tão rápido“.

Em 2015, o ELFS lançou o 1º álbum “Noites Brancas” (Dufflecoat Records) e depois “Interstellar Motel Radio” (2017) pela paranaense NapNap Records. “End of Decade” sairá  em versões digital e também numa tiragem limitada em picture CD.

Dai é óbvio que todos fazem a mesma pergunta: CD? “Os suportes físicos para música nunca desapareceram e nem irão desaparecer, por um motivo, se me perdoe o palavrão, fenomenológico: eles dão um senso de permanência e de identidade ao ouvinte. Mas não vejo por que ser contra o streaming, eu não sou contra – quanto mais opções para escutar música, melhor“, conclue Guilherme.

Então, para ouvir “End of Decade” online:
no Bandcamp do midsummer madness
Deezer
Spotify

Guilherme é professor de Filosofia no Instituto de Educação. A foto da capa foi feita durante a ocupação de estudantes na crise do Estado do Rio de Janeiro em 2016. “Alguns alunos me chamaram para fazer um show na ocupação para arrecadar alimentos para os funcionários que estavam 6 meses sem receber salários. Essa foto tirada nesse dia, na saída da ocupação, foi um dia especial, na minha década pelo menos“.

Junto saiu hoje um clipe para a faixa-título. Guilherme comenta: “O clipe tem também esse mesmo tom retrospectivo. Pelos menos umas 50 pessoas, até onde pude contar, que frequentavam as festas indies cariocas nos últimos 10 anos podem ser identificadas no clipe. Tanto a capa como o clipe são obras da Tati” (Tatiana Guimarães, esposa de Guilherme e produtora de shows).

Um dos pontos mais interessantes de conversar com o Guilherme e ouvir as músicas do Electric LoFi Seresta são as divagações sobre temas que muitos julgam banais, como o streaming: “Com ele vieram uma série de hábitos ruins, como a péssima administração e qualidade dos arquivos em alguns serviços, os algoritmos que deseducam a curiosidade de explorar por conta própria. No passado não era melhor. Mas também não era necessariamente pior, como querem alguns que confundem atitude progressista com conformismo às novidades. Esse apelo ao conformismo às novidades, isto sim é reacionário demais, como toda conformidade. ‘Conforme-se, adapte-se ao novo, agora é assim e acabou!’– isto é horrivelmente conformista, como se a atualidade fosse sempre resultado de uma lei evolutiva que deve se impor, quando sabemos que se não há uma metafísica do progresso (nem de decadência) na História, que dirá na cultura pop, da qual o indie faz parte”.

O contato “real” com o público, desejo intrínseco ao suporte físico, poderá se materializar em shows? “Serão poucos shows, como sempre foi com o Electric Lo-Fi Seresta. No Rio, em Maringá, em Juiz de Fora e São Paulo há convites. Para os shows, a bateria é responsabilidade do garoto nota 10, Joab Regis, que também toca comigo no The John Candy há muitos anos. E vou experimentar alguns shows com baixo, que ficará com meu velho amigo virtuose Rafael Valverde, o maior fã de Lilys do planeta Terra, fato incontestável“.

Auto-proclamada a única banda a executar versões de East River Pipe e Go-Betweens, Guilherme também conhece as esquinas das pistas de dança e a tampa neural da maioria dos ouvidos para uma série de sons. Estas experiências foram detalhadas na incrível “To Empty the Dancefloor” que lista uma sequência de músicas capaz de esvaziar qualquer festa.

Eu estava com dificuldade de colocar letra nessa música mas não queria dispensá-la porque gostei do instrumental dançante meio Furacão 2000 das antigas cruzado com o climão Cocteau Twins circa 1984. Aí me lembrei de algumas festas nas quais discotequei nos últimos anos, onde eu invariavelmente esvaziava a pista com algumas das bandas citadas nesta música. Action Painting, Bart & Friends, Bilinda Butchers, Cleaners From Venus, Half String… onde eu estava com a cabeça para dar esse prejuízo aos que me convidavam para discotecar? São uns santos, agradeço a todos“.

Postado 25/07/2019 às 9:09

Um caso de amor com o Pin Ups! Saiu “Long Time No See”

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Primeiro encontro com o Pin Ups

Quando conhecemos o Pin Ups lá em 1989 (ou 1990 não lembramos) eles já eram nossos ídolos. Uma banda que já tinha um álbum, “Time Will Burn”, e que escutava os mesmos discos obscuros que a gente: Telescopes, Loop, Spacemen 3…

Olhávamos para a contracapa do 1º álbum sonhando um dia estar ali, ajudando a lançar um disco deles.

Pois esse dia chegou.

Hoje, 14 de Junho de 2019, quase 30 anos depois, sai “Long Time No See”, o 7º álbum de estúdio da Alê Briganti, do Zé Antônio, do Flávio Cavichiolli e agora do recém-chegado mas não menos veterano Adriano Cintra.

Nossa paquera com a banda durou muito tempo. As primeiras rosas foram em 2015 quando descobrimos cópias perdidas do compacto “Guts” lançado pela Fishy Records. Refizemos a capa e o disquinho vendeu rápido, principalmente no Sesc Pompeia em 2015, quando a banda, numa crise de auto-estima, decidiu fazer um show de despedida.

A frase que não saía da nossa cabeça era a Alê, quando, já perto do final show com lotação esgotada e pessoas em êxtase, perguntou: “Aonde vocês estavam esse tempo todo?“. Como um Pêpe Le Gambá apaixonado, a gente estava na plateia.

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Pin Ups ao vivo na Obra, em BH, 2018

Foi essa “condição” que a paquera deu pra gente chegar junto. No ano seguinte, “em relacionamento sério”, relançamos todo catálogo da banda para o streaming e, junto com a Assustado Discos, fizemos uma edição caprichadona do “Lee Marvin” em vinil.

Depois de tantas trocas de carinhos, não apenas nossa mas de vários amigos e selos (sim, temos um relacionamento aberto com eles), o Pin Ups ficou quase 1 ano no Estúdio Aurora em São Paulo gravando “Long Time No See”.

O disco ficou pronto e a gente estava, mais uma vez, longe. Em 1990 a distância era um busão noturno para Sampa; agora a distância é um vôo de 12h de Londres. Mas mesmo assim, fomos lembrados e com a maior honra do Mundo, fechamos parceria com a Fleeting Media para lançar esse novo disco do Pin Ups.

Quando escutamos pela 1ª vez, deu para dizer “esse é o melhor álbum do Pin Ups”. Ouçam e tirem suas conclusões:
página do Pin Ups
Bandcamp
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“Long Time No See” existe em 3 formatos: digital, CD e vinil. A versão digital está nestes links ai em cima mas somente no Bandcamp e no mmrecords traz uma faixa exclusiva: “First Time”.

A versão em CD já está a venda, com o design do talentosíssimo Laurindo Feliciano, vem com encarte e capa especial no formato digifile. São apenas 500 cópias e uma faixa exclusiva que não estará no digital, nem no vinil: “Awaken Dream”. Você já pode comprar o CD clicando aqui. Se você estiver em SP, a Locomotiva Discos já tem o CD a venda, aqui.

O vinil ainda está sendo fabricado e uma pré-venda vai ser anunciada em breve. Serão apenas 300 cópias. Inscreva-se na newsletter do midsummer madness para se manter informado.

O show de lançamento de “Long Time No See” será sábado, 15 de Junho, no mesmo Sesc Pompeia em São Paulo. Mais detalhes aqui. Estaremos presentes no show com a banquinha vendendo o CD “Long Time…”, as últimas cópias do vinil “Lee Marvin”, camisas e outros itens.

Sempre idolatrando o Pin Ups, desde 1989!

Postado 14/06/2019 às 8:08

Pin Ups lança single com participação de guitarrista do Superchunk e anuncia shows

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“Mexican Tale” é o segundo single do 7º álbum do Pin Ups, “Long Time No See” que vai ser lançado dia 14 de Junho. A faixa conta com a participação do guitarrista do Superchunk e do Portastatic, Jim Wilbur, e também de Amanda Butler do Sky Down no backing vocals.

A capa do single foi feita por Laurindo Feliciano, responsável pela ilustração que aparece na versão brasileira do livro “The Handmaid’s Tale”, base para a série de televisão.

Dia 15 de Junho, o Pin Ups fará um show de lançamento do novo álbum no SESC Pompeia em São Paulo. Ingressos estão a venda neste link. No dia do show, a versão em CD de “Long Time No See” estará a venda por R$20. O vinil ainda está sendo fabricado e deve ser lançado em breve.

No dia 22 de Junho, o Pin Ups tocará após a exibição do documentário “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” (trailer abaixo)

16h | Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music • In-Edit Brasil | Sala Lima Barreto
18h30 | Show Guitar Days com Pin Ups, Wry, Twinpine(s) e Sky Down
Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1000, São Paulo / SP

Enquanto isso, o single anterior, “Spinning”, entrou nessa playlist muito bacana do blog norte americano White Light / White Heat. Vale a pena dar uma escutada em todas as sugestões de bandas novas.

“Long Time No See” é um lançamento conjunto do Pin Ups com os selos midsummer madness e Fleeting Media.

O single saiu com exclusividade no Tenho Mais Discos que Amigos, que também conversou com a banda, leia aqui.

Ouça “Mexican Tale”:
página do Pin Ups
Bandcamp

Postado 07/06/2019 às 11:33

Lautmusik lança 1º single do novo disco: “Little Halo”

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Quase três anos depois de “Juniper”, o Lautmusik está em estúdio preparando o lançamento de seu 3º álbum, ainda sem título. O quarteto está enfurnado na produtora Shout, em Porto Alegre, com Rafael Heck, baterista da Tequila Baby, que está produzindo o disco junto com a banda. “Temos de Jesus and Mary Chain a Ramones, de Siouxsie a Blondie como bandas favoritas em comum com Heck”, explica Alessandra Lehmen, vocalista do Lautmusik, “Ele entende muito bem nossas referências, em especial o fato de que não somos uma banda revival.”

O Lautmusik passou por algumas mudanças na formação, e talvez por isso o espaço de quase três anos entre os álbuns. Um dos guitarristas, o Cassio, se mudou pro interior do RS e o baterista, Prati, se mudou pros EUA. No lugar deste entrou Pedro Rheinheimer e a banda segue com um guitarrista a menos.

Por enquanto o Lautmusik tem três faixas finalizadas. Em março passado “Sobriety” saiu na coletânea “Out of The Darkness” (The Blog That Celebrates Itself). O compilação foi uma iniciativa de Christopher Casey, do Static Daydream, que perdeu o irmão Jamie para o suicídio. Toda renda arrecadada pelo disco está sendo revertida para a American Foundation for Suicide Prevention.

“Little Halo” está sendo lançada hoje como primeiro single mas já vem sendo executada ao vivo desde o ano passado. O lado B deste single digital é uma versão para “Over and Over”, também lançado pelo The Blog That Celebrates Itself, num tributo ao Skywave. A faixa foi gravada no estúdio caseiro do ex baterista Prati em 2015.

Para a capa do single de “Little Halo”, o Lautmusik pediu ajuda aos amigos da banda e várias colaborações surgiram. “Escolhemos esse desenho do artista gaúcho Tuta Santos (também conhecido como tuta.dos), baseado em uma fotografia, feita por uma amiga dele, de um campo de batalha na Síria“, explica Alê.

Ouça “Little Halo” na página do Lautmusik
Ouça e compre no Bandcamp
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Postado 31/05/2019 às 9:08

Lava Divers lança single novo e se despede da baterista Ana

foto de Rafa Bulleto

foto de Rafa Bulleto

Depois que se mudou para São Paulo, a baterista do Lava Divers, Ana Zumpano, teve que se ausentar das atividades da banda, com 3/4 de seus integrantes no Triângulo Mineiro. A decisão dos quatro, de comum acordo, era que a banda precisava de outra baterista para continuar ativa.

Antes de sair, Ana gravou com João Porto, Glauco Ribeiro e Eddie Shumway uma faixa nova, composta em apenas 6 horas para o projeto Jaggermeister Grounds. “Another Day” foi registrada e mixada por Lucas Mortimer em seu estúdio em Belo Horizonte (MG).

Canção e letra criadas por Ana e gravadas pela banda, Ana comentou sobre o que andava pela sua cabeça quando fez a faixa: “Eu estava ouvindo Yo La Tengo mais do que nunca, Wilco também, Alvvays, Soccer Mommy e Boogarins?! Foi a música menos barulhenta que a gente fez. A letra soou na minha cabeça como um mantra de libertação.

Lançada em parceria com o selo Milo Recs, “Another Day” fica como um belo registro de uma parceria frutífera. Enquanto isso, Joe, Glauco e Eddie andam experimentando com novos integrantes para colocar o Lava Divers novamente na estrada. O disco de estreia da banda, “Plush”, lançado em 2017, ainda tem cópias disponíveis em CD, compre aqui.

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Postado 29/05/2019 às 7:19

Mini-doc sobre um show do Fellini em Brasília em 1998

Foi publicado essa semana no Facbeook, um mini-doc (47 min) sobre um show do Fellini em Brasília em 1998.

Editado a partir de fitas VHS, o resultado é emocionante. Dirigido por Zefel Coff, o doc foi republicado na página do Fellini com a seguinte introdução:

No dia 19 de dezembro de 1998, o Fellini fez sua única apresentação em Brasília. Um grupo de fãs filmou o show e os bastidores. As fitas foram perdidas e reecontradas décadas depois. A gravação do show virou o filme ‘O Último Adeus de Fellini’ (2018/ Zefel Coff). Os bastidores resultaram nesse documentário, ‘O Dia do Adeus de Fellini’. O grupo viajou sem seu baixista original, Ricardo Salvagni. Cadão Volpato, Jair Marcos e Thomas Pappon (com cara de bunda por causa de uma megarressaca) foram acompanhados por Rainer Tankred Pappon e Reka Ortega“.

Assista:

Postado 26/05/2019 às 7:49