random songs

\ZINE\

Dinamite neles !

bandeirao-curitiba.jpg

venha quem vier!
2 mantos sagrados no Couto Pereira.
só falta o maraca!

Postado 17/05/2006 às 20:02

Boca de urna

Tá no ar o 3º ou 4º Prêmio Dynamite de Música Independente. Não tenho certeza desde quando ele acontece mas precisa ser dito que temos a impressão que mais uma vez o midsummer madness lançou moda neste quesito “prêmio indie”.

urna3.gifEm 2001 a gente inventou o Indie Destaque. Não era para ser sério, afinal com Mario Marques concorrendo a Indie do Ano e vencendo com 49% dos votos… Naquele mesmo ano a revista Dynamite divulgava a premiação deles. Hermano Vianna veio por pilha de que eu deveria fomentar o prêmio e torná-lo representativo.

Não pode ser um país sério né?

Mas enfim, o fato é que depois do Indie Destaque surgiram Prêmio Dynamite, Prêmio London Burning, Prêmio Recife Rock. Surreal mesmo foi em 2005 quando o Prêmio Dynamite teve patrocínio da Claro.

A gente fez Indie Destaque 1 (2001), 2 (2002) e o último aconteceu com os melhores de 2003. Resolvemos dar um tempo porque as votações viraram motivo de spams. Algumas categorias tinham 5000 votos, ou seja, mentira. Quando o site novo entrar no ar, pode ser que o Indie Destaque 4 (com os melhores de 2006) volte.

Enquanto isso, nossas indicações e considerações para voto no Prêmio Dynamite:

Álbum Rock: votem no Sapatos Bicolores. Se bem que votos nos Walverdes, Forgotten Boys e Dead Rocks serão perdoados. Só não pode votar no Cachorro Grande.

Álbum Indie Rock: antes de mais nada, esta categoria é uma aberração. Mas aqui o voto é mais fácil pois só pode ser um: Jess Saes. Todos os outros discos são uma bosta! :)))

Álbum Pop: vale votar no Cadão Volpato, no Cidadão Instigado e no Ronei Jorge. Não serão aceitos votos em Seychelles, Plato Dvorak, Ludov e Cansei de Ser Sexy (que deveria estar em Eletrônico). Também não entendi o Catedral nesta premiação. Será que eles vão começar a tocar no hangar 110?

Álbum de Heavy Metal: meu voto vai para qualquer do Black Sabbath. Ah, não tá concorrendo? então vote em qualquer um destes com nomes engraçados: Tuatha De Danann (que é de Varginha, MG e não da Estônia, nem de outro planeta), Rygel, Lothlöryen (que é uma parada meio RPG). Melhor ainda é outro chamado Espada Negra! Noooouussa! Só não pode votar no Massacration, porque isso eu descobri com meus amigos metaleiros: Massacration desrespeita a cena metauuuu.

Álbum de Punk / Hardcore: competindo arduamente por nomes de bandas ridículos, eu votaria em Merda, Dr. Bacalhau ou Frenetic Trio, que se fosse banda disco, eu acreditaria.

Álbum de MPB: porra, Alceu Valença? Gal Costa? Maria Bethania? Seu Jorge? será que eles vão lá receber o prêmio? Se forem, eu voto neles.Como eles não vão, votem na Céu. MPB é chato, votem na mais chata.

Álbum de hip hop: Quinto Andar com “piratão”. Não tem dúvida. É bom, é de Niterói. Ponto Final.

Álbum de Música Eletrônica: Chambaril, lançado pelo pessoal da Coquetel Molotov. Bom peceber que a Dynamite tá considerando CDR e álbuns de MP3 como discos, acho perfeito! Quem votar no Que Fim Levou Robin é boiola.

Álbum de Reggae: boiei. votem em quem vocês quiserem Revelação: outro voto fácil: Vanguart.

Álbum Internacional: aconteceu de novo… a Trama, a Sum, a Deck, a Biscoito Fino concorrendo de igual pra desigual com gravadoras indies… Mas enfim, só de sacanagem, meu voto vai pra Slag com Arcade Fire.

Selo ou gravadora: quem votar em outra gravadora que não o midsummer madness será amaldiçoado para todo sempre!

Veículo Online: todos muito legais, mas meu voto vai pro brother Bruno Natal, do URBe, que é chato como eu.

Veículo Impresso: ainda existe isso? Ah claro que existe! outro voto certeiro! Coquetel Molotov! Não vamos perdoar voto em outro folhetim.

Programa de TV: categoria injusta, tem vários programas que eu não conheço. Mas se tem um que merece é o Alto Falante, do Terence. Os caras estão em todos eventos que realmente importam !

Programa de Rádio: não sei, mas votos pro vascaíno Ronca Ronca tão valendo.Só não pode votar em nada da 89FM.

Casa de Shows Alternativos: casa de shows alternativos? meu pai diria que é puteiro de travesti mas enfim, como sabemos que é uma coisa mais sofisticada que isso, outro voto sem dúvidas, Teatro Odisséia.

Evento: outra categoria injusta: Tim Festival junto com Festival Calango? Nokia Trends? Skol Beats?? Claro Que É Rock ????? desde quando estes festivais de marcas são independentes?????

Personalidade: hahahahahahahahahah só está errado onde diz que eu tenho programa na rádio Viva Rio. A rádio acabou.

Ano que vem, depois deste post, vai estar assim: Rodrigo Lariú é um dos grandes péla-sacos do da cena independente no Brasil…Mas aê, ajuda eu ganhar que vou lá falar umas verdades. http://www.dynamite.com.br

Postado 16/05/2006 às 19:43

Quero ver todo mundo lá

flyer-odisseia-verso-jess-s.jpgflyer-odisseia-frente-jess.jpg

quem quiser pagar mais barato (R$7 – lista amiga), favor deixar nome e sobrenome nos comments (sem sobrenome nem adianta…). Lista vai até terça feira, dia 16 de maio, meio dia. Quem for entrar pela lista amiga tem que chegar até 22h e levar identidade. Então, se você já colocou seu nome na lista amiga do Orkut, não precisa repetir aqui. Thanks!

Postado 13/05/2006 às 19:41

Passeando enquanto seu lobo não vem

Por ai no mundo internérdico.

embromation rules ! – http://www.cognatas.dromma.org/ dos lixos que chegam pelo Orkut, este até que é engraçado. Sabe aquelas músicas em inglês que a pronúncia se parece com algo em português? Aqui neste site tem uma lista disso, com trechos dos áudios para você comprovar.

casa da matriz – http://matrizonline.com.br a produtora das festas Loud, do Teatro Odisséia, do Casarão Cultural, da Drinkeria Maldita, da Casa da Matriz montou um site para centralizar tudo. Pelo formato do site, provavelmente vai ter até um mini Orkut no Clube Matriz.

Postado 11/05/2006 às 19:35

O dever do direito de resposta

sobre o assunto de 07 de maio, do texto da Maria Luiza Kfouri, um adendo dela por email:

Rodrigo:
Respeito teu ponto de vista quanto ao dízimo, principalmente no que tange ao aspecto de que quem não quiser que não assine o contrato. Mas acho que você reduziu meu artigo só a este ponto enquanto grande parte dele se bate contra a preguiça, a monocultura, o desprezo por nossa riqueza musical. O dízimo é mais um entre os muitos ângulos desta história.

Um abraço Maria Luiza

Postado 10/05/2006 às 17:10

Grant McLennan 1958 – 2006

grant-mclennan.jpgFaleceu sábado dia 06 de maio de 2006 o guitarrista e vocalista australiano Grant McLennan, da banda Go Betweens.

Como assim!? É injusto alguém tão talentoso e com apenas 48 anos morrer sem estar com a cara estampada em camisas e revistas como Kurt Cobain. Me choca muito mais a morte de McLennan do que a de Cobain, me fará muito mais falta alguém que compôs “Cattle & Cane”, “That Way”, “Was There Anything I Could Do”, “Caroline and I”.

Minha estória com Go-Betweens é recente mas é de um daqueles arrebatamentos devastadores. A primeira música que eu ouvi do Go Betweens foi justamente “Cattle & Cane” só que cantada pelo Wedding Present. Isso foi em meados dos anos 90. Só em 2001, quando eu ouvi a versão original do GB, é que a banda de McLennan e Robert Forster me chamou atenção. Por coincidência , 2 anos antes a banda havia voltado de um sumiço de 11 anos com o excelente “The Friends of Rachel Worth”. A coletânea “Bellavista Terrace” havia sido lançada no Brasil via Beggars Banquet / Sum Records. Vasculhar a carreira deles foi moleza, não há 1 disco ruim em sua extensa discografia:
gb1.jpggb20.jpggb4.jpggb5.jpggb6.jpggb7.jpggb8.jpggb9.jpg

Send Me a Lullaby (1981)
Before Hollywood (1983) – traz “cattle & cane” e “that way”
Spring Hill Fair (1984)
Liberty Belle & the Black Diamond Express (1986)
Tallulah (1987)
16 Lovers Lane (1988) – com “Streets of Your Town”
The Friends of Rachel Worth (2000)
Bright Yellow Bright Orange (2003) – com “Caroline and I ”
Ocean’s Apart (2005)

That Striped Sunlight Sound (2006) – uma coletânea em DVD gravada ao vivo em Brisbane, 2005, permanece agora como último registro de McLennan para o GB

Minha adoração por Go Betweens foi tamanha que numa viagem a Londres em 2003 eu marquei uma reunião na gravadora Circus Records (hoje Lo-Max Records), representante do GB para Europa e resto do mundo. O objetivo era lançar “Bright Yellow Bright Orange” no Brasil via midsummer madness. Seria a 2ª banda gringa depois do Telescopes. Neste disco está a música “Something for Myself” que tem a frase:

want to go to Brazil and see how the people move, in that town.

Eu tenho certeza que a cidade a que ele se refere é o Rio de Janeiro… e eu sonhava com um disco do Go Betweens sendo lançado por uma gravadora surf, carioca como nós do midsummer madness!!! Como um australiano poderia se referir à outra cidade no Brasil? A única competição possível neste caso seria com Florianópolis… mas ai seria fácil conseguir um show lá via Bianchini. Eu queria lançar o disco e trazer Forster e McLennan para o Brasil, levá-los à praia, pegar onda, quem sabe. A gravadora estava pouco interessada, me enrolaram por 2 anos até “Oceans’ Apart” ser lançado ano passado. A Lo-Max ofereceu o lançamento deste CD no Brasil ao midsummer madness, à Slag e até à Trama… eu continuo achando que havia uma mensagem cifrada do GB pedindo para ser lançado aqui no Brasil… veja o título do disco: oceans apart, que pode ser traduzido em separado por oceanos.. ma$ agora a gente não podia mai$ lançar. No último email enviado a mim pela Lo-Max dizia-se que a Deck (!) estava interessada. Tomara que lançem, o disco é outro clássico.

McLennan também tem discos em carreira solo, mas estes eu ainda não ouvi. Ele morreu dormindo, de causas ainda não divulgadas. A partir de sábado o mundo é mais sem graça, menos surf, menos delicado. Como epitáfio, eu deixaria “That Way”, de 1983, do disco clássico “Before Hollywood”

THAT WAY
In search of a new voice
you burnt all your lyrics
And flew to a new town.
“One of the Has Beens”
That was your phrase
But what about Show-Biz?
That way That way That way
In my apartment
Six white horses
Wood turns electric
Inspired by shadows
Driven by tears
You won’t rest,
till you’re back on the boards.
That way That way That way
Or nothing at all
I hear it’s cold now
The worst one on record
Hope that you keep warm
I guess I’ll be leaving
Now is the best time
On the Atlantic we’ll all climb
That way That way That way
Or nothing at all

Postado 09/05/2006 às 14:47

Vem ai o Cachaça Sounds !!

Depois do Campari Rock:

A marca de rum Montilla lança em Minas Gerais seu primeiro festival universitário de música. Trata-se do Tripulasom Montilla, que tem como objetivo descobrir novos talentos. A primeira edição do evento será realizada em Belo Horizonte. Podem concorrer bandas e DJs das faculdades de Belo Horizonte e outras cidades em Minas Gerais, como Alfenas, Juiz de Fora, Uberlândia e Ouro Preto, entre outras.
(fonte: Meio & Mensagem)

Sabe o que é mais maneiro???? É que a Montilla tem um campeonato de truco como uma de suas ações de marketing!!! Fooooda: http://www.trucomontilla.com.br

Não dá vontade de fazer um festival bancado por uma cachaçaria??
Que tal Salinas Indie Countdown? ou Germanalooza? ou Áurea Custódia Folk Weekend? ou, mudando o grau etílico: Catuaba Selvagem MetalFest?
Mandem seus festivais etílicos ideais nos comentários abaixo

Postado 08/05/2006 às 14:36

O bom, o mau e o feio

good-bad-ugly-characters2.jpgGente, vamos parar de demonizar as grandes gravadoras!

Sony-BMG, EMI, Warner e Universal são grandes empresas, orientadas para o lucro, administradas por businessmen e regulamentadas por contratos entre as partes envolvidas. O simples fato destas empresas lidarem com cultura brasileira não as torna responsáveis por tudo de ruim que acontece com a música brasileira. No jabá, por exemplo, as gravadoras são apenas 50% do problema. Na atual crise de vendagem dos CDs, as gravadoras também dividem a culpa com a indústria de eletrônicos. E na proposta de divisão dos lucros de shows entre gravadoras e artistas, as majors também são apenas um dos negociantes envolvidos.

Digo isso porque acabei de ler um texto da jornalista Maria Luiza Kfouri no Music News e, apesar de concordar ideologicamente com ela, acho que não dá pra simplificar o assunto como ela fez. Estou do lado da Maria Luiza quando ela diz que é injusto as majors agora quererem participar do lucro dos shows dos artistas. Mas tenho medo quando ela generaliza dizendo que é um escândalo que algumas majors façam isso. Veja bem, o mercado fonográfico brasileiro ainda é um business, e como todo negócio, é regido por contratos que, por princípio, são benéficos aos dois lados. Se algum artista aceitar a taxação sobre o show, certamente o fará porque leu o contrato, concordou e assinou. As majors estão fazendo nada mais do que seu negócio: procurar mais rentabilidade.

O que acabou é a ingenuidade de achar que Sony-BMG, EMI, Warner e Universal são templos da música, como era a Motown, como era a Blue Note. As majors hoje em dia são, com certeza, as melhores empresas de promoção, marketing e distribuição de música no Brasil. Devo enfatizar que não citei a parte artística, que existe nestas multinacionais mas que é regida pelo dinheiro e não simplesmente pelo “bom gosto” ou “pelo bem da música nacional”.

Outra coisa. No final do texto, Maria Luiza cobra das gravadoras brasileiras Biscoito Fino e Trama uma postura contra a cobrança do tal “dízimo”. Pedido que acho injusto uma vez que tanto Trama quanto Biscoito Fino também são negócios e precisam dar lucro. E mais: Trama é bancada pelo grupo VR; Biscoito Fino tem investimentos do banco Icatu, ou seja, são ainda mais atreladas a necessidade de um caixa que não fique no vermelho por muito tempo sob o risco de ver a torneirinha fechada.

Resumindo, não dá pra generalizar, simplificar e dizer quem é o bom, quem é o mau e quem é o feio. Vamos deixar o capitalismo fazer seus milagres e os businessmen da música se resolvem. Cobrar o tal dízimo pode parecer injusto para mim e para a Maria Luiza, mas não vamos esquecer que a música está virando, agora mais do que nunca, um negócio (arriscado).

Sugiro a leitura do texto abaixo, publicado em 03/08/2005 no site Punknet e que terá a parte 2 na próxima semana, desmistificando esta divisão entre bons e maus.

Postado 07/05/2006 às 14:29

Vale a pena ler de novo

karlmarx.jpgEste texto foi publicado pela primeira vez ano passado no site PunkNet. Estou republicando-o agora pois pretendo escrever a parte 2 dele semana que vem: novas ponderações que vieram de emails que recebi depois do texto ser publicado e de conversas com donos de gravadoras e selos.Se depois de ler você concordar comigo, aqui vai um dever de casa: qual seria a nomenclatura certa para esta nova divisão?
a) majors / gravadoras nacionais / selos independentes;
b) gravadoras multinacionais / grandes gravadoras brasileiras / gravadoras independentes;
c) nenhuma destas opções, minha sugestão é …

Por uma nova divisão de classes
03/08/2005 por Rodrigo Lariú

Esses dias li duas matérias que falavam de bandas lançadas pela gravadora carioca Deck. Numa matéria de um site falando sobre a banda Gram, a Deck era tratada como uma gravadora grande. Já em outra matéria de O Globo, sobre a Pitty, a Deck é descrita, sem cerimônia, como uma gravadora pequena que conseguiu o feito de vender 250 mil discos da menina bahiana… Mas que diabos é a Deck então?

A Deck, para quem não sabe, é dirigida por João Augusto (ex-diretor da filial da EMI no Brasil e do projeto fugaz mas vencedor da Abril Music) e pelo filho dele, Rafael Ramos (ex Baba Cósmica, ex VJ da MTV). Em seu cast de artistas, além de Pitty, Matanza, Gram, Ludov, Dead Fish, Cachorro Grande, que credenciam a Deck como uma excelente gravadora indie, estão também Art Popular, Falamansa, a dupla sertaneja Edson e Hudson, os pagodeiros do Tentasamba, Sorriso Maroto, o Ultraje a Rigor e o best-seller nacional, Grupo Revelação, que vendeu 700 mil cópias de seu disco. No site da Deck está lá: a gravadora já abocanha 2,6% do mercado fonográfico brasileiro. Depois de saber disso, acho que dá pra credenciar a Deck como uma gravadora grande, não dá?

Mas dai fica a confusão na cabeça das pessoas: as grandes gravadoras não são aquelas multinacionais que os independentes tanto odeiam? Sim, eram! Não são mais. Depois de ver Deck, Trama e Sum concorrendo de igual para igual com Monstro, Highlight e Reco-Head no recente Prêmio Claro de Música Independente (vencido pela Trama, óbvio) veio o alerta: é necessário uma nova divisão de classes neste mercado. Basta comparar a verba gasta pela Monstro anualmente com a verba gasta pela Trama, Sum ou Deck. Acho que se juntar todas as pequenas gravadoras independentes não dá 1 mês de verba da Trama para lançar seus discos…

Assim sendo, para por uma luz na cabecinha do povo do meio musical (jornalistas principalmente, afinal, como se vê em Brasília, a imprensa manda no país) proponho uma nova divisão de classes:

- Majors: são as 4 grandes multinacionais no Brasil: EMI, Sony / BMG, Warner e Universal.

- Grandes gravadoras: são as não menos ricas empresas brasileiras, que hoje são chamadas de independentes mas que dependem de muito mais coisa que nossa vã filosofia possa imaginar. Afinal a Trama é subsidiada pela VR Refeições, a Orbeat pela RBS, a Som Livre pela Globo e por ai vai. São elas: Trama, Sum, Deck, Indie Records, Atração Musical, ST2, Orbeat, Som Livre, etc. (obs.: e não há nada de errado em ter subisídios, eu adoraria ter um, mas não me venha com esta de “somos independentes”)

- Pequenas gravadoras: são os realmente independentes e que não devem ser comparados, pelo menos financeiramente, com as grandes gravadoras: midsummer madness, Monstro Discos, Bizarre, Reco-Head, Slag, Highlight Sounds, OutrosDiscos, Lona, Hellion, Cogumelo, Baratos Afins, Protons etc.

Postado 06/05/2006 às 14:22

Qual melhor disco da Pelvs?

capa-pelvs-cd1.jpgcapa-pelvs-cd2.jpgcapa-pelvs-peninsula.jpg

Dá uma olhada no post lá de baixo.
O resultado até agora está impressionante: 10 votos
peter greenaway’s surf (1º disco) – 2 votos
members to sunna (2º) – 3 votos
peninsula (3º) – 2 votos
todos são bons – 1 voto
em branco – 2 votos

Postado 05/05/2006 às 14:15