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Régis Martins & Cia Fantasma

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Regis Martins & Cia. Fantasma
é um projeto do guitarrista e vocalista do Motormama junto com Gisele Z. (vocais) e Alessandro Perê (teclados). Ou seja, 3/5 do Motormama estão nestas escapadas do Régis Martins. Ele acredita que a Cia Fantasma tem algo mais garageiro do que o Motormama: “É um troço mais solitário, pessoal e barato. E uma forma de estar sempre em movimento porque minha cabeça não pára“, justifica Régis.

O primeiro registro foi o EP “Ondas Curtas“, com 6 faixas, lançado em agosto de 2015. Com 6 músicas, o EP trouxe quatro composições inéditas e duas versões ainda mais garageiras de canções do Motormama: ‘Tá Gostoso, Coração – Deluxe Version’ e ‘Stars are Lost In Heaven’.  O EP foi gravado, mixado e masterizado por Juninho Anelli nos estúdios da Xuguinéia Records, em Ribeirão Preto e  saiu nas versões CD (capa envelope) e digital.

Quase três anos depois e com um disco novo do Motormama no meio do caminho, Régis retorna com duas músicas novas no single “Bem Vindo Irmão Caveira“. “Nos últimos anos, morreu muita gente que eu conhecia ou admirava. Era o Irmão Caveira cumprindo sua função. Essa canção é uma resposta a esse sujeito que não larga o nosso pé. Acho que Marc Bolan foi uma influência ao escrevê-la“.

A segunda música é “Sacramento!”, uma tentativa de blues com bateria eletrônica. A letra, meio nonsense, se refere à cidade de Sacramento, em Minas Gerais, e à Colônia de Sacramento, no Uruguai. “Tem um lance meio tecno pop escondido ali que me amarro muito“, confunde Régis. Como o trio Cia Fantasma não inclui um baterista nato, Régis costuma convidar bateristas. Para o 1º registro, “Ondas Curtas”, a convidada foi Priscila Contim, enquanto no 2º registro, o baterista Teco Tezzon segurou as baquetas na faixa título.

As novas músicas foram gravadas no Antro Home Studio que fica no quarto da casa do amigo e produtor Flavio ‘Porka’ Politi, em Ribeirão Preto (SP). O clima de gravação caseira, mais uma vez, se encaixa na proposta garageira e urgente do Cia Fantasma. “É até uma resposta aos excessos psicodélicos do Motormama. Queria que fosse algo quase que ao vivo, como Neil Young fazia no galpão de sua fazenda, a Broken Arrow. Existem alguns erros ali que decidimos deixar, sem editar, refazer ou maquiar. É o que gosto de chamar de Stereo Lo-Fi“, confessa Régis.

As influências de Neil Young se misturam a xistes de Mutantes, Ira!, Lô Borges e Erasmo Carlos.

“Ondas Curtas”:
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“Bem Vindo Irmão Caveira” (somente digital)
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