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Ampslina

AMPSLINA-2009

AMPSLINA TOCA “LITHIUM” EM TRIBUTO AO NIRVANA
Em 2011 o canal PlayTV convidou várias bandas brasileiras para refazer o álbum “Nevermind” do Nirvana, que estava completando 20 anos. O Ampslina regravou o hit “Lithium” e produziu este vídeo, dirigido por Camila Nascimento:
Imagem de Amostra do You Tube

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AMPSLINA PARTICIPA DE COLETÂNEA EM HOMENAGEM A YOKO ONO
Uma homenagem a John Lennon no disco “Mr Lennon” e outra a sua esposa, Yoko Ono, no disco “Mrs. Lennon”. As duas coletâneas com versões de clássicos do casal foram lançados em 2010, ano em que se celebraria 70 anos de John Lennon, além dos 30 anos de sua morte. O Amsplina participou da versão feminina regravando “Listen, The Snow is Falling”, do “Wedding Album”. Esta mesma música foi a escolhida pelo Galaxie 500 para compor o disco “This is Our Music”, de 1990. “Mr Lennon” e “Mrs Lennon” são coletâneas do selo Discobertas.

Ouça a versão do Ampslina para “Listen the Snow is Falling” ao lado.

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Amps & Lina formou-se em junho de 1995 com um grupo de amigos. Luciana (vocal) e Alcides (guitarra) se conheciam do curso de Arquitetura da UFPE (em Recife), o baixista Henrique é irmão do Alcides e os outros dois eram amigos e vizinhos que foram recrutados para a aventura. Na época, Luciana tinha 17 anos, Alcides, 20, e Henrique, 18 anos. Fizeram suas primeiras apresentações, sem muita pretensão, com repertório autoral em alguns festivais independentes e no circuito alternativo da grande Recife, em plena ebulição do movimento Mangue Beat.

A primeira demo foi gravada em 1997, em fita cassete, tinha o infâme mas tropicalista título de “Demo Roll + chegou” … captou? As músicas eram “Como o vento”, “Tô peixe”, “A menor porção do tempo”, “Stress”, “Swing do meu sangue” e “Homem gabiru”. Em 1998, produziram um CD promocional chamado “Só pra dançar” com as músicas da 1ª demo mais a música “Amanhã é sábado”.

Mas já em março de 1999 a Amps & Lina fez seu “último show”, após participar da coletânea “Recife Rock Mangue”, realizado pelo produtor Elcy Oliveira. O motivo? Da mesma forma que se juntaram para se divertir, por amizade, resolveram dar um tempo, já que para alguns integrantes da banda, as prioridades haviam mudado. Você já deve ter vivido isso quando tinha 20 e poucos anos.

amps_03.jpgMais tarde, no final de 2004, parte dos integrantes se reencontraram para tocar – veja só! – covers em festa de amigos da Arquitetura da UFPE e decidiram retomar o projeto. Renasce a Amps & Lina com nova proposta e formação.

Aos 3 integrantes da primeira formação, juntaram-se dois novos: Diego Araújo (hoje ex-integrante do A&L e atual baixista da Sweet Fanny Addams) entrou em 2005 assumindo a bateria; em 2006 entrou a Lorena (violino). A formação atual ficou completa com a saída de Diego (final de 2006) e a entrada de Ricardo, além da recente inclusão de Rogério (já após a gravação do EP “Curva e Linha”), que veio acrescentar elementos da música eletrônica e reforçar os pesos, também tocando guitarra.

As características sonoras da banda na 2ª fase são de melodias mais densas, com o diálogo harmônico entre violino e guitarra, vocais de timbres suaves, ritmos fortes e efeitos eletrônicos. O retorno trouxe amadurecimento e uma sensibilidade musical maior aos integrantes, o que pode ser percebido através das letras e melodias das novas composições. Além da amizade entre os integrantes, que por si só já é motivo suficiente para dar a liga, as facilidades tecnológicas, de gravação e divulgação, além da entrada dos novos integrantes, com novas influências e linguagens, estimularam o Amps & Lina a voltar a tocar e compor.

“Curva e linha” começou a ser gravado em março de 2007 no estúdio de Pierre com a ajuda do amigo Guilherme Gadelha nos teclados, samplers e outros efeitos. Depois foi finalizado em junho do mesmo ano no Estúdio de Proclo, com a participação fundamental de outro amigo, o Enio Damasceno (Mellotrons) nos sintetizadores e efeitos eletrônicos. E coube ao amigo Diego (atual Sweet Fanny Adams) ajudar a mixar e finalizar num home studio. Com o EP pronto, a banda chegou ao midsummer madness. “Curva e Linha” foi lançado em novembro de 2007 aqui no site. Fechando o ano, Amps&Lina tornou-se a única banda Sul-Americana entre “Os Melhores Downloads de 2007” no site inglês British INDIE mp3.

Em 2008, a Amps&Lina gravou uma versão de “Good Night”, dos Beatles, para o projeto do jornalista carioca Marcelo Fróes – um tributo comemorativo aos 40 anos do Álbum Branco (veja a listagem completa clicando aqui).

Ainda no começo de 2008, a banda concentrou- se em apresentações ao vivo. Tocaram em Universidades, pequenos bares, auditórios de livrarias, casas de shows e festivais públicos e independentes, como o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o MADA em Natal e a Feira da Música de Fortaleza.

 

Em setembro de 2008, Luciana deixou a banda. Em dezembro de 2008, Ju Orange assume os vocais. No mesmo ano, a banda resolve mudar a grafia de seu nome para AMPSLINA e também constroe seu próprio estúdio de ensaio e gravação. Em 2009, a Ampslina concentrou-se na composição, arranjo e gravação das novas músicas que foram lançadas virtualmente: 6 canções inéditas sob o título de “Insone”.

INTEGRANTES:
Lorena Arouche – Violino, Vocal, Guitarra
Alcides Vespasiano – Guitarra
Henrique Vespasiano – Baixo
Rogério Lins – Guitarra, Sintetizador, Programação eletrônica
Ricardo Couto – Bateria
Ju orange – voz

Matéria no site Galeria Musical (abril 2011)
Leia na íntegra clicando aqui.


Nota na revista Rolling Stone:
(maio 2008)
A banda de Recife mistura indie rock com violinos e relançou o EP Curva e Linha pela Midsummer Madness. A história do grupo já tem algum tempo, mas tiveram uma longa pausa de cinco anos e agora estão de volta com melodias densas, alguns efeitos eletrônicos e a voz melancólica de Luciana Medeiros. “De que canto partiu” tem um pouco de cada ingrediente da receita da banda e influência forte de Sonic Youth.
por Adriana Alves

Matéria no Jornal do Comércio Online (abril/2008):
O destaque, porém, fica por conta da voz melancólica da vocalista Luciana Medeiros, que também se encaixaria num emocore chorão, talvez numa MPB mais cool a la Marina Lima, e quem sabe com um pouco mais de fertilidade, uísque e os mesmos três/quatro acordes de sempre, até num folk moderninho.
leia na íntegra aqui

Entrevista em novembro 2007 ao site Recife Rock:
ampselina_02.jpg http://www.reciferock.com.br/site/2007/11/23/entrevista-amps-lina/

Entrevista para o blog BemVindo BoaViagem: http://www.bemvindoboaviagem.blogspot.com/