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\ZINE - setembro de 2019\

Hatchets entra de sola com “Summer Jam”

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Vocês não esperavam por isso, mas o Hatchets lançou um single via mmrecords. A declaração oficial deles foi essa:

Os paulistanos do Hatchets retornam com seu novo single via midsummer madness depois de aclamados remixes de artistas como Prins Thomas, Sinkane e outros bastiões do eletrônico mundial. “Summer Jam” é um sopro, com instrumentos acústicos lado a lado com a mais analógica eletrônica e o toque único de um sussurrado vocal feminino.

Hatchets migra do sintético baleárico para o orgânico screamapsicodélico com “Summer Jam”:

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Postado 27/09/2019 às 13:02

Early Morning Sky lança seu primeiro clipe

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“If I See You Again” é a faixa-título do EP de estreia lançado em abril de 2018 pelo quarteto noise paulistano Early Morning Sky. E foi justamente essa música a escolhida para virar o primeio clipe oficial da banda, com participação de Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream) que também ilustra a capa do EP.

O clipe, gravado nas ruas de São Paulo, foi dirigido por Elisa Oieno (também integrante da banda Antiprisma), teve direção de atuação por Ana Zumpano (ex-Lava Divers, atual Echo Upstairs) e foi montado e editado por Elisa Oieno e Victor José.

Early Morning Sky toca em Porto Alegre dia 19 de Outubro com Loomer e Sapo Boi na Casa Obscura. Mais detalhes aqui.

Postado 26/09/2019 às 4:47

Hatchets

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Rewind
para 2013.

Uma banda aparece no palco do festival Planeta Terra, abrindo a noite para Blur, Travis e Lana Del Rey; e lança um álbum, assim, out of the blue.

Depois disso, foi ladeira abaixo (ou acima, depende sempre do ponto de vista). Novos singles em 2104 pelo selo da festa Gop Tun, alguns vídeos ultra-nice e eles vem parar aqui no midsummer madness. Daquela formação restou apenas o guitarrista Paikan Gonzalez aka Mr Kan. Nessa faixa Mr Kan foi acompanhado por Maria Eduarda (Voz) e Alexandre Molinari (Baixo).

Muito Ibiza pra gente? Talvez, mas quem não curte A Certain Ratio no Mediterrâneo com drinks a base de malte? A versão que saiu na imprensa oficial é:

Os paulistanos do Hatchets retornam com seu novo single via midsummer madness depois de aclamados remixes de artistas como Prins Thomas, Sinkane e outros bastiões do eletrônico mundial. “Summer Jam” é um sopro, com instrumentos acústicos lado a lado com a mais analógica eletrônica e o toque único de um sussurrado vocal feminino.

Forward para 2019.
Hatchets migra do sintético baleárico para o orgânico screamapsicodélico com “Summer Jam”:

Postado 25/09/2019 às 15:15

Coletânea do Guitar Days sai em CD e digital

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“Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” é um documentário dirigido por Caio Augusto Braga sobre uma cena musical que nasceu no Brasil no final dos anos 80, se desenvolveu nos 90 e até hoje reverbera em amplificadores país afora.

Carinhosamente chamada de “guitar”, “alternativa” e até de “underground”, essa cena foi construída quase que inconscientemente por bandas que não miravam o mainstream, adoravam guitarras barulhentas e cantavam em inglês. Sobrevivendo num ambiente pré-internet, pré-streaming, onde até prensar CDs era uma luta, estas bandas foram solenemente ignoradas por boa parte de imprensa e do público brasileiro. Mas o que pouca gente percebe é que se não fossem elas, tudo que se entende por cena independente hoje em dia, talvez não existisse.

Os primeiros festivais, a invenção de locais de shows, o talento para tirar som de equipamentos e instrumentos precários, a criação de um mercado alternativo para fitas cassete, discos e mais tarde CDs, tudo foi pensado e executado pelas pessoas que aparecem no Guitar Days.

Inspiradas por bandas norte-americanas e inglesas, era um pessoal que “nunca tinha ouvido Chico Buarque na vida“, como confessa no documentário Gustavo Seabra, vocalista e guitarrista da Pelvs. O filme do Caio levou quase 5 anos sendo produzido e a demora está refletida na quantidade de entrevistas realizadas. Quase todo mundo que fez algo por esta cena aparece no documentário. São entrevistas com Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, brincando de deus, Pelvs, Low Dream, Wry, Hateen, Garage Fuzz, Maria Angélica, Stellar, The Cigarettes, Mickey Junkies, além dos gringos Thurston Moore (ex-Sonic Youth), Mark Gardener (Ride), Stephen Lawrie (The Telescopes) e várias outras bandas. Os jornalistas Fábio Massari, Kid Vinil, Alex Antunes, Alexandre Matias e o inglês Everett True são alguns dos que também participam do documentário.

O filme foi lançado em 2018 e está percorrendo o circuito de festivais de cinema Mundo afora, com excelente repercussão.


A coletânea traz 27 bandas escolhidas pela produção do documentário, com algumas músicas inéditas e exclusivas de bandas que criaram essa cena e já acabaram, ou que continuam na ativa, ou até que deram um tempo e voltaram agora. Algumas bandas não aparecem dando entrevista no documentário mas fazem parte ativamente da cena que hoje passou a ser carinhosamente chamada de “indie”.

Idealizada em 2016, a coletânea deveria trazer apenas músicas inéditas (não lançadas anteriormente). Mas por motivos de falta de grana, a coletânea atrasou e várias bandas preferiram lançar suas músicas. Ainda assim, boa parte das faixas são exclusivas da coletânea:
Adriano Cintra – The Big Deserter
– faixa exclusiva
Twinpines – Waning
– faixa exclusiva
Câmera – Soirée Chez Moi – faixa exclusiva, gravada na sessão do EP “Invisible Houses” (independente, 2010)
John Candy – Scrappy Christmas – faixa exclusiva
PELVs – Take Mine – faixa exclusiva
Mudhill – Sand of Sorrow – faixa exclusiva
Lava Divers – Hash & Weed (Guitar Days version) – versão exclusiva
Second Come – Infatuated Love
Hateen – Ocean of Rain – faixa exclusiva
MQN – I Can’t Get Higher – faixa exclusiva
Maria Angélica Não Mora Mais Aqui – Alemanha – faixa exclusiva

Faixas digitais exclusivas:
Old Magic Pallas – Enchanted – faixa exclusiva
Shed – Luxury  –
faixa exclusiva
Loyal Gun – Better Than Before –
faixa exclusiva
Garage Fuzz – Daylight – lançada em demo tape (independente, 1992)
Winter Waves – Red Birds – faixa exclusiva

A versão em CD digipack está a venda na loja do mmrecords com a opção de aluguel digital do documentário por uma semana. Clique aqui.

Ouça a Guitar Days na página do mmrecords
Ouça, baixe ou compre a versão digital da coletânea no Bandcamp
Spotify
Deezer

Postado 20/09/2019 às 6:58

Guitar Days

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“Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” é um documentário dirigido por Caio Augusto Braga sobre uma cena musical que nasceu no Brasil no final dos anos 80, se desenvolveu nos 90 e até hoje angaria novos adeptos.

Carinhosamente chamada de “guitar”, ou de “alternativa” e até de “underground”, essa cena foi construída quase que inconscientemente por bandas que não tinham grandes preocupações com o mainstream, adoravam guitarras barulhentas e cantavam em inglês. Obrigadas a sobreviver num ambiente pré-internet, pré-streaming, onde até prensar CDs era uma saga, estas bandas eram solenemente ignoradas por boa parte de imprensa e do público brasileiros.

Inspiradas por bandas norte-americanas e inglesas, era um pessoal que “nunca tinha ouvido Chico Buarque na vida”, como relata numa parte do documentário Gustavo Seabra, vocalista e guitarrista da Pelvs. O filme do Caio levou quase 5 anos sendo produzido e a demora está refletida na quantidade de entrevistas realizadas. Quase todo mundo que fez algo por esta cena aparece no documentário. São entrevistas com Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, brincando de deus, Pelvs, Low Dream, Wry, Hateen, Garage Fuzz, Maria Angélica, Stellar, The Cigarettes, Mickey Junkies, além dos gringos Thurston Moore (ex-Sonic Youth), Mark Gardener (Ride) e Stephen Lawrie (The Telescopes) e várias outras bandas. Os jornalistas Fábio Massari, Kid Vinil, Alex Antunes, Alexandre Matias e o inglês Everett True são alguns dos que também participam do documentário.

O filme foi lançado em 2018 e está percorrendo o circuito de festivais de cinema Mundo afora, com excelente repercussão.

Tá, mas e essa coletânea, o que é?
Com 27 bandas escolhidas pela produção do documentário, a coletânea traz músicas novas, algumas inéditas e exclusivas, de bandas que criaram essa cena e já acabaram, ou que continuam na ativa, ou até que deram um tempo e voltaram agora. Algumas bandas não aparecem dando entrevista no documentário mas fazem parte ativamente da cena que hoje passou a ser carinhosamente chamada de “indie”.

Idealizada em 2016, a coletânea deveria trazer apenas músicas inéditas (não lançadas anteriormente). Mas por motivos de falta de grana, a coletânea atrasou e várias bandas preferiram lançar suas músicas.

“Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” pretende ser este cartão de visitas para quem nunca ouviu falar dessa cena e também trazer mais músicas incríveis para os fãs de longa data.

Abaixo listamos mais detalhes sobre cada uma das faixas:

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01 Loomer – Lack
faixa do álbum “Deserter” (midsummer madness, 2017)
Spotify

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02 Adriano Cintra – The Big Deserter – faixa exclusiva
Spotify
Bateria: Federico Taddei
Baixo: Bruno Palma
Guitarra, synth e voz: Adriano Cintra
Baixo e bateria gravados no Rootsans Studios em São Paulo
Guitarra, synths e voz gravados no Rocklab em Pirenópolis
Produzido, mixado e masterizado por Adriano Cintra

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03 Twinpines – Waning
– faixa exclusiva
Spotify

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04 The Cigarettes – never know why

faixa do ep “The Lights” (Pug Records, 2017)
produção, mixagem e backing vocals: Bruna Buzollo
Spotify

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05 Pin Ups – First Time

faixa extra da versão digital do álbum “Long Time No See” (midsummer madness, 2019)
Spotify

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06 The Concept – Sad Walk

faixa do álbum “Unknown Pop” (independente, 2016)

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07 Justine Never Knew the Rules – Polar Bear (Hibernation Song)

single (independente / midsummer madness, 2017)
Spotify

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08 Câmera – Soirée Chez Moi

faixa exclusiva, gravada na sessão do EP “Invisible Houses” (independente, 2010)
Spotify

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09 Valv – New Ground

faixa do EP “Nautilidae” (midsummer madness, 2018)
Spotify

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10 John Candy – Scrappy Christmas

faixa exclusiva
Spotify
Joab Regis – bateria
Gustavo Cockell – baixo
Vinicius Leal – guitarras
Guilherme Almeida – guitarras, violão e voz
Produzido por The John Candy
Música por The John Candy // Letras por Guilherme Almeida
Mixado e masterizado por Vinicius Leal (Modulometer Lo-Fi Studio)

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11 WRY – Life is Like a Dream
single (Deck, 2017)
Spotify

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12 PELVs – Take Mine

faixa exclusiva
Spotify

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13 The Biggs – Breech Delivery

do EP “(Battle)Fields”
Spotify
Recorded at Caffeine Sound Studio by Luis Tissot and Renato Gimenez
Mixed by Luis Tissot and The Biggs
Song by The Biggs
Lyric by Mayra Biggs

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14 Mudhill – Sand of Sorrow

faixa exclusiva
Spotify

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15 Lava Divers – Hash & Weed (Guitar Days version)

versão exclusiva
Spotify

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16 Mickey Junkies – Big Bad Wolves

faixa do álbum “Since You’ve Been Gone” (independente, 2016)
Spotify
gravada em outubro de 2015, no Estúdio Costella (SP). Produzido por Chuck Hipolitho e auxílio técnico de Gabi Lima .

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17 Second Come – Infatuated Love

faixa exclusiva
Spotify
Produzido por: Second Come
Kadu Carlos: Bateria
Mauricio Garcia: Guitarras e backing vocals
Fernando Kamache: Guitarras
Francisco Kraus: Baixo e voz
Participação especial: André “Nervoso” Paixão – teclado
Gravado em janeiro/16 no Super Studio – Rio de Janeiro/RJ

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18 Hateen – Ocean of Rain

faixa exclusiva
Spotify
Gravação : Estúdio Rock Together – São Paulo
Janeiro de 2016
Captação e Mixagem : Fernando Schaer

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19 MQN – I Can’t Get Higher

Spotify
faixa exclusiva

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20 Maria Angélica Não Mora Mais Aqui – Alemanha

faixa exclusiva
por Fernando Naporano, Carlos Nishimiya e Victor Bock

 

As faixas acima estão na versão CD lançada em Setembro de 2019.
Outras sete faixas estão disponíveis apenas para download/streaming.
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21 Fish Magic – Hymn
do álbum “Just a Light Away” (midsummer madness, 2019)
Spotify

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22 Old Magic Pallas – Enchanted

faixa exclusiva

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23 Shed – Luxury

faixa exclusiva

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24 Loyal Gun – Better Than Before

faixa exclusiva
Spotify
Letra e arranjo: Dija Dijones
Dija Dijones: vozes e guitarras
Rafa Ap.: baixo
Fabio Barbosa: bateria
Mixagem: Renan Toledo
Bateria gravada no estúdio Family Mob em 16.09.2015.
Baixo gravado em 18.09.2015 e guitarras e vozes gravadas em 08.01.2016 no Choque dB Estúdio.

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25 Garage Fuzz – Daylight

lançada em demo tape (independente, 1992)
Spotify
alexandre cruz- guitarra / vocal
fabricio de souza – baixo
daniel alvarenga – bateria
gravado em Fevereiro de 1992 por Rainer Pappon no Studio Pappon

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26 Travelling Wave – Drivin’ Searching

faixa do álbum “T-Wave” (independente, 2013)
Spotify
Vocal/Synth: Carol Alleoni
Guitarra/Back Vocal: Thiago Altafini
Bateria: Nathalia Oliveira
Baixo: Vítor Galvão
Gravado em outubro de 2015 no Family Mob Studios, ­ São Paulo/SP­
Projeto Converse – Rubber Tracks
Mixado e masterizado por Thiago Altafini

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27 Winter Waves – Red Birds

faixa exclusiva
Spotify

Postado 17/09/2019 às 15:51

Ambientalista é lembrado em novo single do Lombroso

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Bruno Manser foi um ambientalista suíço que lutou contra a devastação das florestas tropicais em todo Mundo, em especial na Malásia. Manser desapareceu na floresta em 2000. Foi declarado oficialmente morto em 2005, apesar de seu corpo ou vestígios de sua sobrevivência nunca terem sido encontrados. Uma fundação criada por ele em 1990 continua a lutar pela preservação das florestas e do espaço dos povos originais.

Esse documentário sobre a vida de Bruno foi lançado em 2017:

Com quase 24 minutos, “Bruno Manser”, a música, é uma saga ambient-tropicalista produzida pela dupla Lombroso. No lado B, o contraponto “Guava Jisas” é sobre a nossa atual Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, vendo Jesus numa goiabeira. Vale lembrar que nós respeitamos a religião de todos mas achamos inconcebível que funcionários públicos de alto escalão tomem decisões baseados em suas crenças, principalmente quando Estado deveria ser laico.

Enquanto isso, a Amazônia queima, os pólos derretem e imbecis assumem Governos.

Ouça Bruno Manser na página do Lombroso
Ouça Bruno Manser no Bandcamp
Spotify
Deezer

Postado 13/09/2019 às 6:42

Segundo single do Lautmusik: “Singalong”

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Lautmusik lança hoje o 2º single do próximo álbum, ainda sem título e com previsão de conclusão para final de 2019. “Singalong” sai junto com “Flight of The Flamingo”, composta e gravada ao vivo pra Coletânea Vol. 11, do estúdio Dub, lançada em 2016.

“Singalong”  traz guitarras intencionalmente mais abrasivas, como eram algumas faixas do início do Lautmusik (“Lost in The Tropics”, “Gorky Park” e “Pandora” por exemplo). A vocalista Alessandra Lehmen complementa que as músicas são sempre criações coletivas, arranjadas em ensaio e que ela geralmente escreve as letras antes, mas que no caso de “Singalong” foi improvisada em estúdio. “A letra fala sobre ‘engrossar um coro’, isto é, sobre ser atraído a repetir um discurso massificado e a dificuldade em ser uma voz dissonante”.

Lautmusik lançou seu álbum de estreia, “Lost in the Tropics”  em 2011 e depois “Juniper” em 2015, então o intervalo está mais ou menos constante, 4 anos. Para o próximo álbum, a banda já tem 3 faixas prontas e deve preparar outras 7 ou 8 músicas.

Ouça “Singalong”  na página da banda
Ouça, baixe e compre o single no Bandcamp
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(foto por Luiza Padilha)

Postado 06/09/2019 às 7:44

Como foi a turnê do Valv no Bananada e novidades a caminho

Depois de voltar da “hibernação” e lançar apenas o 2º EP de sua carreira em 2018 (“Nautilidae”), o Valv foi convidado a voltar ao festival Bananada, em Goiânia, depois 17 anos. A primeira participação foi em 2002, quando eles haviam acabado de lançar seu 1º e único álbum, “The Sense of Movement” e tinham apenas mais um EP no currículo, “Ammonite”.

Com o lançamento de “Nautilidae”, a banda voltou lentamente a fazer shows. A formação do Valv desde 2017 também é diferente da formação que havia tocado em Goiânia em 2002. Da formação original restaram os guitarristas Luciano Cota e Alessandro Travassos. Os principais shows desse retorno acontecerem em sua cidade natal, Belo Horizonte, primeiro no Festival Quente e depois no Festival Garage Sounds, além de várias “batidas de ponto” no clássico A Obra.

Para a mini turnê do Bananada, que começou dia 09 de Agosto na Saleta em BH, passou pelo Vinil Cultura Bar em Uberlândia, e terminou dia 17 de agosto no Bananada em Goiânia, o Valv pela primeira vez virou um quinteto: Vítor Ávila (foto acima) entrou com uma 3ª guitarra, deixando o som dos mineiros ainda mais potente.

Confira este vídeo gravado por Bernardo Sardinha na Saleta, em BH:

Sobre o Bananada, a banda declarou em suas redes sociais: “O que dizer do Bananada? Simplesmente um dos melhores festivais do Brasil! Desde a 1ª vez que tocamos (em 2002) temos uma relação com Goiânia que a cada show se mostra cada vez mais especial! E nesse Bananada não foi diferente! Muito obrigado @fabricio_nobre e a todos da organização, ao pessoal da técnica do palco Tropical Transforma (@manchaaaaaaaaa @arthuramaral_ @brubuzollo @anasmile @andersonlemes__ @braztn ) por todo apoio e ajuda no nosso show, ao @gentil.nascimento também por toda a ajuda em todo o final de semana e a todos que estiveram não só no nosso show mas em todos os dias do festival. Foi lindo demais e esperamos voltar a Goiânia em breve! Valeu demais!”

De volta pra casa, a banda vai continuar a gravar novas músicas que podem virar um novo EP, apenas o 3º em seus quase 20 anos de estrada. Seguem também alguns registros do show no Bananada:

Postado 02/09/2019 às 13:17