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\ZINE - novembro de 2018\

Strawberry Licor lança primeiro EP do novo álbum

“I Feel Like a Kid” é o primeiro single do álbum “Johnny”, estreia do quarteto de Itapetininga (SP) que será lançado no começo de 2019.

A banda se formou em 2014 e depois de algumas mudanças de baterista, atualmente é formada por Yuri Naoto (bateria), Luciano Ayub (guitarra, ex Pencil Sharpners e Headache e  Tempos de Morte); Raoni Rocha (baixo) e Gabriel Wiltemburg (guitarra, integrante também da Justine Never Knew the Rules Fones).

Com alguns singles e um EP lançado, o quarteto já terminou as gravações do seu primeiro disco. “I Feel Like a Kid” é uma amostra do que vem por ai.

Ouça:
mmrecords
Bandcamp
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Postado 30/11/2018 às 9:45

Iorigun lança 2º EP “Skin”

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Iorigun está lançando seu 2º EP nesta sexta feira, 23/novembro. Segundo a banda, “Skin é uma viagem por dentro da pele. Por dentro de si. Por dentro do outro.

O 1º EP “Empty Houses // Filled Cities” saiu no final de 2017, lançado de forma independente pela própria banda. Em agosto de 2018, o mesmo EP passou a ser distribuído pelo midsummer madness e um single do novo EP, “Fight to Forget” foi lançado logo em seguida.

Com uma criação constante, o quarteto de Feira de Santana (BA) formado por Iuri Moldes (guitarra e voz), Moysés Martins (baixo), Fredson Henrique (guitarra) e Leonel Vieira (bateria) escolheu cuidadosamente quais músicas do repertório mereceria compor um 2º EP. Além de “Fight to Forget”, outras quatro músicas e uma passagem (Under My Skin) foram escolhidas.

Diante do momento político conturbado que vive o Brasil e de uma onda conservadora não esperada, a banda se viu na obrigação de deixar florescer alguns pensamentos. Para o lançamento de “Skin”, eles escreveram o seguinte:
O EP está dividido em duas partes: ‘Birth of Venus’ e ‘Death of Spirit’. É o nascer e o quebrar. A superfície e o profundo.
Musicalmente o EP se transforma de riffs melódicos à estranheza e obscuridade. As músicas ficam mais tensas, remetendo uma escavação profunda do ser.
É uma continuação temática do primeiro EP, onde reaparecem personagens e onde o foco se transfere da vida na cidade para a vida com o outro e consigo mesmo. Por que esperar algo de alguém se já é tão difícil esperar algo de mim mesmo? 
Só nos resta escavar mais e mais.
A foto da capa é de Paula Cavalcante e a modelo é Clara Cavalcante. A mixagem e masterização foi feita por Moysés Martins e a produção é de  Iuri Moldes e Moysés Martins.

“Skin” está disponível apenas no formato digital:
ouça na página do Iorigun no mmrecords
ouça, compre ou baixe no Bandcamp do midsummer madness
ouça no Spotify

Postado 23/11/2018 às 17:02

Post punk darkness from sunny Bahia: Iorigun

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Iorigun formed from the ideas of Iuri Moldes (vocal/guitar) and Moysés Martins (bass/vocal) in 2014. They come from Feira de Santana, the second biggest city in the State of Bahia, famous for its sunny weather, Tropical coconut beaches and samba-reggae. Finding comfort and inspiration in colder, darker sounds, they later joined forces with Leonel Oliveira (drums) and Fred Lima (guitar/vocal) to record their first EP “Empty Houses // Filled Cities” released by themselves in October 2017.

Their music deranges from the place they live: its fast beats and gloomy guitar riffs, with direct post-punk influences from the 80′s may also be compared to 00′s Interpol, Iceage, Yuck, Place to Bury Strangers. All these influences are strange to Feira de Santana listeners. In its first years, the band decided to travel around the region, especially to 1h30 distant Salvador, betting on their live performance to gather new audiences.

And it worked. Some Brazilian blogs listed Iorigun as one of the acts to keep an eye on for 2018. In August 2018, they became part of midsummer madness’ casting and their first EP started being distributed by the label as an introduction to their new material, recent released second EP “Skin“.

Constantly creating new songs in arid Feira de Santana left the quartet with a difficult task of choosing songs for the 2nd EP. During this selection process, Brazil was facing a troubled political moment, an unexpected wave of conservatism that resulted in the election of a far-right Christian President. Iorigun felt some thoughts should flourish in “Skin”.

Musically, they abandoned melodic riffs, embracing strangeness and obscurity. Tension, fear and despair are results of this excavation of oneself. In shock, they asked themselves: “Why waiting for something from someone if it is already so difficult to expect some change from ourselves? We need to set the example“.

Hope is that Iorigun’s music continues to resonate inside and outside of Brazil:

“… the introspective, icy song with soft guitars will appeal to fans of Beach Fossils, Yuck, FOALS and even Placebo.”
Lost Hits link

IORIGUN is a Brazilian post-punk quartet inspired by the likes of The Cure, Foals and Diiv. The band’s self-produced, four-track debut EP – Empty. Our Song of the Day, “Crash Into The Sun,” is’ Empty. Houses / / Filled.
Something Good Music – link

“Iorigun impresses on this track by the construction of the instrumental, which is gaining layers, increasing the intensity of the yearning for freedom, for the delivery to what the city has to offer to satisfy the hunger to live that conducts the work.” >
Timbre – link

“Brazilian outfit channel the frantic-pace of Foals on this energetic indie-rock gem.”
Mystic Sons – link

Bandcamp:

Spotifylink

Postado 20/11/2018 às 10:31

Strawberry Licor

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Strawberry Licor é de Itapetininga, interior de SP e se formou em julho de 2014 com Paulinho Freitas na bateria, Raoni Rocha (baixo), Gabriel Wiltemburg (guitarra e voz) e Luciano Ayub (guitarra e voz).

Depois de algumas trocas na bateria, a formação se manteve com Yuri Naoto e os três integrantes originais. Todos se conhecem de outras bandas da região de Sorocaba: Luciano tocou com o Pencil Sharpners e na lendária Headache (do cast da Slag Records); Luciano Ayub tocou na Tempos de Morte; Yuri Naoto na Mar de Lobos; Gabriel Wiltemburg na parceria Justine Never Knew the Rules e Fones.

Em 2016, o Strawberry Licor lançou “Pupsy”, um EP com 6 músicas, resultado de 2 anos entre criação e gravação. “Foi um processo meio demorado por conta da saída dos bateristas e de ter sido produzido por nós mesmos. Gravamos em lugares diferentes como Estúdio da FATEC de Tatuí, Napô Place, que é o estúdio de ensaio e gravações do Luciano; e no Ekord em São Paulo“, lembra Gabriel.

Depois disso, dois singles: “Megastore” em 2017 e “Aim” em 2018. O primeiro saiu num split com a banda Mar de Lobos e existe no mundo físico em raríssimos CDs feitos artesanalmente.

Já “Aim” é o resultado de uma tarde solitária de Gabriel: “Um dos bateristas tinha acabado de sair, estávamos sem tocar, sem ensaiar. Um dia, sozinho em casa depois de um episódio triste de um relacionamente falido, escrevi e gravei Aim, do jeito que saiu, saiu. Mostrei para os caras no dia seguinte e resolvemos lançar pra dar uma movimentada“, explica Gabriel


editado por Paulinho, primeiro baterista, com imagens gravadas por ele


produzido, filmado e editado por Raoni

O Strawberry Licor tem feito alguns shows como na abertura do festival Circadélica de 2018 no Asteroid bar em Sorocaba, e dividindo palco com Terno Rei, Wry, Biggs, Victor Brauer, entre outros.

Atualmente a banda está terminando de gravar seu álbum de estreia, intitulado “Johnny”, uma homenagem ao finado pai do Luciano Ayub. A previsão de lançamento é começo de 2019.

“I Feel Like a Kid” é o primeiro single deste álbum:

Postado 15/11/2018 às 8:32

2013′s Psychedelic Brazilian Gem by Digital Amerindio re-released

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Sandro Rodrigues, aka Digital Amerindio, released in 2013 his 1st and only album “Intensos Animais Imperceptíveis” after a series of homemade recordings. The album was originally released via Brazilian label Cloud Chapel as a 10-track streaming and homemade CDR. Now it’s being re-released to streaming through midsummer madness.

“Intensos Animais Imperceptíveis” (translates to Intense Imperceptible Animals) was the celebration of years of partnerships between several friends from the countless bands that Sandro had been playing as a drummer since 1991. The lonely process of home recording songs resulted in three EPs, originally released by Bonifrate‘s blog-label Shroom Records.

When Sandro was invited to play an important show in 2012, he decided it was time to gather some friends. Recruiting was fruitful: calling themselves Mouse Mouse Joe, Digital Ameríndio grouped with Löis Lancaster (from Brazilian freak-music Zumbi do Mato), Pedro Bonifrate (from Brazilian psychedelic trailblazer Supercordas and now solo), Robson Riva and maestro Gabriel Ares. Productive rehearsals led to the album being created. It features special guests Chinese Cookie Poets in the song “Janela”.

When the album was out, in 2013, Sandro had to move to the northern Brazilian State of Maranhão, leaving the project in halt. Cloud Chapel, the label, also folded. “Intensos Animais Imperceptíveis” became a hidden treasure.

Five years later, the psychedelic-lo-fi-soul album is again available. Sandro plans to reunite the band, despite geographical distances. Bonifrate left Mouse Mouse Joe amicably to concentrate on being a father and to dedicate to his solo music.”To return from Maranhão in 2018, a year of difficult political disarray, and try to put everything together again is proving extremely hard. Any plan in Brazil will need dialogue with an unpromising political-cultural reality that seems to be settling here“, wrote Sandro via email.

Bandcamp:

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All previous homemade EPs can be found at: Soundcloud

Postado 09/11/2018 às 11:21

Álbum de 2013 do Digital Ameríndio é relançado

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Sandro Rodrigues, aka Digital Ameríndio, lançou em 2013 pela Cloud Chapel, seu 1º álbum depois de uma série de registros caseiros. “Intensos Animais Imperceptíveis” saiu em CDR caseiro e digital com 10 faixas e conta com a ajuda indispensável da banda Mouse Mouse Joe, composta por Löis Lancaster, Pedro Bonifrate, Robson Riva e Gabriel Ares.

“Intensos Animais Imperceptíveis” foi o amálgama de anos de trocas e parcerias entre diversos amigos das inúmeras bandas que Sandro vinha tocando como baterista desde 1991 (veja a lista aqui). O solitário processo de gravar músicas sozinho em casa resultou em três EPs lançados pelo selo do supercorda Bonifrate, a Shroom Records (links aqui). Mas quando chegou o momento de transpor estas composições para o palco, a solidão incomodou e Sandro iniciou um processo de aglomeração de chegados para configurar uma banda.

Por causa de um show em 2012, a formação acima se concretizou. Geral empolgado, ensaios produtivos e o álbum foi criado. Depois de lançado, Digital Ameríndio (& American Bigfoot) Mouse Mouse Joe fizeram alguns shows, lançaram alguns videoclipes (link aqui) até que Sandro se viu profissionalmente obrigado a se mudar para o Maranhão, dando um tempo em tudo.

Cinco anos depois, o psicodélico-mpbzistico-soul álbum é novamente disponibilizado via midsummer madness. “Retorno (do Maranhão) na virada pra 2018, um ano de difícil descrição em termos geopolíticos. Ainda estamos nos reorganizando pra retomada do trabalho. Bonifrate, por exemplo, deixou o grupo. Agora, qualquer plano profissional neste país vai precisar dialogar com uma realidade político-cultural pouco promissora que parece estar se instalando por aqui“, explicou Sandro via email.

Uma música gravada há três anos, para um Tributo em vinil ao Arnaud Rodrigues que nunca saiu, “Vô Batê Pá Tú”,  virou videoclipe caseiro (link) e acabou de ser lançada.

 

Conheça mais sobre Digital Ameríndio aqui
Ouça e baixe em alta qualidade aqui
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Postado 05/11/2018 às 8:48

Digital Ameríndio

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Sandro Rodrigues começou a gravar suas impressões do Mundo lá pelos idos do 1991, tocando bateria na banda Panhandlers, com o Marcelinho (a.k.a. Mao Tsé-Lin) no baixo e o Danilo (a.k.a. DJ Danilo, rei do rock) na guitarra. Nenhum registro dessa época sobreviveu. Em 1995 Sandro migrou para guitarra e vocais no Strobe’s Crooner, banda onde gravou e cantou suas primeiras composições.

O Strobe’s Crooner durou cerca de 4 anos, fez poucos shows e lançou uma demo obscura, com registros de ensaios, que teve apenas 5 cópias. Em 1999 Sandro comprou um porta estúdio caseiro da Yamaha e gravou músicas próprias sozinho em casa, usando latas de biscoito como percussão, diapasão como instrumento de sopro e instrumentos convencionais, como guitarra, baixo, flauta e teclado.

As engrenagens quiseram que o porta estúdio estivesse com um dos canais quebrado. Sandro foi na loja onde havia comprado trocá-lo. Para agradar o cliente, a loja emprestou por um final de semana dois porta-estúdios disponíveis: um Tascam e um Fostex. Sandro aproveitou a oportunidade “Abbey Road” e gravou mais um bocado de material. Até que notou que os porta estúdios gravavam em velocidades diferentes.

Determinado a não perder o material, Sandro virou a noite transcodificando o que tinha gravado no Yamaha e no Tascam para o Fostex. Deu tempo. E ele ainda gravou outras 4 faixas. Tempo foi o critério de corte.

As 12 faixas resultantes foram compiladas em fita cassete (3 faixas migraram do repertório do Strobe’s Crooner e 9 eram inéditas). O primeiro registro oficial do Digital Amerínidio saiu em 1999 batizado de “A Incomensurável Piração Psicodélica, Degenerativa, Transgênica e Generalizada, do Bizarro Mundo Mágico de Orleans e Braguilhas”.

Pouquíssimas cópias em fita foram distribuídas a amigos, nenhuma com finalidade de venda. E assim o material repousou. Até que em 2005, tudo foi digitalizado e disponibilizado em mp3 no extinto site da Tramavirtual.

Com o bom feedback na Tramavirtual, Digital Ameríndio gravou 2007 o EP “Muito Tarde” com 4 músicas inéditas, no mesmo esquema home-alone, usando computador no lugar do porta estúdio.  E a trilogia se encerrou em 2008, com “, mas qual?” (assim mesmo, com a vírgula antecedendo o título, tipo Clarice Lispector) com 9 faixas. Dessa vez o lançamento foi pelo selo virtual (mu)shroom records, do Pedro Bonifrate (Supercordas, Bonifrate).

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Três registros, todos gravados em casa, sozinho. Na hora de fazer shows, o formato voz e violão não casava com as ideias de Sandro. “Cheguei a me apresentar nesse formato no Rio de Janeiro e em São Paulo, umas três ou quatro vezes. Fiz também uma performance experimental no extinto Plano B (Lapa/RJ) interagindo com samplers de faixas, fazendo contrapontos com minha própria voz gravada, usando violão como percussão… Era um formato instigante mas extremamente trabalhoso”, lembra Sandro.

Sandro tem um histórico de passagem por muitas bandas antes e durante suas pirações solo: fez parte do Vibrosensores, onde tocou pela primeira vez com Löis Lancaster (Zumbi do Mato); os dois tocaram juntos também no Teatro Líquido, Grupo Século, Cubo Preto, Observatório Auditivo, e na fase final do Zumbi do Mato.  Na banda Filme, Sandro tocou pela primeira vez com o “Maestro” Gabriel Ares. A lista é enorme: Orquestra Tonguemische, Botânicos, Jesus Coca, Llaudia Ceite, Oficina Eletrônica Nova ConceiçãoDamo Suzuki NetworkCiência Rimática, Cancioneiros do IPUB, Noturno, Flavio Murrah. Sandro tocou bateria por muito tempo no Supercordas e no projeto solo de Pedro Bonifrate. “Tanto Löis, quanto o Maestro e o Pedro eram, portanto, músicos com que eu já estava habituado a tocar há um tempo”, resume Sandro.

Em 2010, conversando com o Felipe Zenícola, baixista do Chinese Cookie Poets (CCP) surgiu a ideia de se reunir com outras bandas para arranjar, gravar  e depois tocá-las ao vivo. Tanto a questão da falta de uma banda como a vontade de tocar com todos amigos poderia ser assim resolvida. Com um bom número de novas músicas, o material seria suficiente para um álbum do Digital Ameríndio, todo composto de singles gravados em parceria.

O primeiro convite foi justamente para o CCP, com quem Sandro gravou a faixa “Janela” em 2011. “Mandei uma faixa com voz e violão para eles, propondo marcarmos ensaios para ensaiá-la e gravar ao vivo. Passamos meses sem conseguir conciliar agenda, o que me deixou frustrado, até descobrir que na verdade eles rearranjaram a música com instrumentos pouco usuais, alteraram o pitch da bateria e gravaram por conta em cima da faixa que eu havia mandado. Espetacular!

Só que o processo todo durou 6 meses. Nesse ritmo, o tão sonhado álbum demoraria uns 3 a 4 anos para ficar pronto. De novo restrições temporais foram a nota de corte.

No início de 2012, Digital Ameríndio foi chamado para tocar no Grito Rock Caxias. Sandro convidou os chegados Löis, Gabriel e Bonifrate, além de Robson Riva. E foi Robson, um dos poucos com quem Sandro ainda não havia tocado (ambos são bateristas) quem condicionou a participação no show a continuidade daquela formação como uma banda. “Depois do show, geral pilhou e a coisa aconteceu. O disco foi também consequência dessa disponibilidade, parceria e estímulo de muita gente bacana a meu redor”. 

Em maio de 2012, com apenas dois meses de existência, a banda saiu de um ensaio no Estúdio 82b (Lapa/RJ) com seis bases ao vivo pensando em produzir um EP. Em casa, Sandro gravou overdubs de guitarras e voz e entregou a Bryan Holmes, do duo experimental Pajelança Eletrônica, que topou mixar e masterizar o material. Bryan instigou a banda a entregar mais material. Novas sessões foram agendadas nos Estúdios Estação e Mordente, com Bryan dirigindo as gravações.

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Intensos Animais Imperceptíveis” é então o álbum de estreia de Digital Ameríndio & (American Bigfoot) Mouse Mouse Joe, quinteto formado em 2012, por Sandro Rodrigues (vocais e guitarra), Löis Lancaster (baixo e vocais), Pedro Bonifrate (guitarra e vocais), Robson Riva (bateria) e Gabriel Ares (teclado).

Lançado originalmente pelo selo paulista Cloud Chapel em maio de 2013, das dez canções que compõem o álbum, “Recriando o Princípio Criador das Coisas Criadas” vem do repertório da banda Teatro Líquido, “Uirapuru” era tocada pela banda Filme e também já havia sido gravada no EP  “, mas qual?”, de onde vêm também as versões originais de “Lombroso (ou a Verdadeira Rapa do Juá” e “Introdução”.

“Arlequim Sobrevoando a Montanha Subterrânea” e “Vim, Mas Não Voltei” apareceram pela primeira vez no EP “Muito Tarde”. As outras músicas (“Salvia Divinorum”, “Theophilus Carter”, “Janela” e “Cyber”) são inéditas.

Intensos Animais Imperceptíveis” propõe um devir intenso, animal e imperceptível  (de Deleuze e Guattari). Tornar audível a diluição da identidade de si em devires rumo ao imperceptível. “O fio condutor do repertório selecionado é a tragicomédia de um ser humano em busca incessante de meios para a enfrentar o sofrimento, tema que me interessa como músico, psicólogo e ser humano“.

Depois do lançamento de “Intensos Animais…” a banda chegou a fazer vários shows e produziu alguns videoclipes caseiros. Mas em 2015, Sandro se viu obrigado a mudar para o Maranhão, onde passou dois anos e meio como professor universitário. Abandonou o Mouse Mouse Joe e o Supercordas mas aproveitou a realocação para explorar o papel do ritmo musical na indução de estados de transe e absorção em rituais do Santo Daime e do Tambor de Crioula.

O midsummer madness relançou “Intensos Animais Imperceptíveis” em 2018 no formato digital.
Ouça os EPs anteriores aqui:
A Incomensurável Piração… (aqui)
Muito Tarde EP (aqui)
, mas qual? (aqui)

Videoclipes
https://www.youtube.com/playlist?list=PLQD0_MESmyorBMIy8lO9AJ5YmLsyFjRL5

Postado 02/11/2018 às 16:15