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\ZINE - outubro de 2018\

Dois álbuns e EP do Tamborines disponibilizados no digital

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No ano de 2000, o midsummer madness ajudou a distribuir o 1º EP de uma banda de Maringá chamada The Tamborines. Lançado originalmente pela Candy Records, o EP com 4 músicas também foi distribuído em CDR pelo mmrecords.

Agora em 2018, o Tamborines já não existe mais como banda mas seus 2 álbuns de estúdio e um Ep voltam a ser distribuídos pelo midsummer madness.

Em 2007, Henrique Laurindo e Lulu Grave, a dupla seminal do Tamborines, se mudou para Londres. Na capital inglesa eles lançaram vários compactos, alguns EPs até chegar no 1º álbum, “Camera & Tremor” (2010), que traz inclusive a regravação de “Naissance de la Folie”, música do 1º Ep de 2000.

“Camera & Tremor” traz participação do Mark Gardener (do Ride) e de Frank Emerson (guitarrista do Brian Jonestown Massacre), além de algumas faixas produzidas por Brian O’Shaungnessy (que já trabalhou com My Bloody Valentine, Primal Scream, The Clientele) e Tim Holms (Death In Vegas). O disco rendeu elogios no NME, The Times, Drowned in Sound e PopMatters.

“Sea of Murmur” saiu em 2015, gravado totalmente em casa pelo casal, que chegou ao final do dias em vias de se separar. O 1º e o 2º álbuns, além do EP “Sally O’Gannon” estão sendo disponibilizados aqui no site do mmrecords e também no Bandcamp do selo.

“Camera & Tremor” – álbum no bandcamp
“Sally O’Gannon”- EP no bandcamp
“Sea of Murmur” – álbum no bandcamp
Quer saber mais sobre a história da banda? Leia aqui
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Postado 11/10/2018 às 15:06

Naturalismo Romântico: Frabin lança seu 2º álbum “Tropical Blasé”

Gravado na segunda metade de 2017, em seu estúdio caseiro, “Tropical Blasé” está sendo lançado hoje. Com 9 músicas, o 2º álbum oficial do Frabin traz uma sonoridade cada vez mais próxima do synth-pop dos anos 80. Victor Fabri, o faz-tudo que personifica a banda cita Unknown Mortal Orchestra, Neon Indian e Michael Jackson como principais influências para esse novo disco.

O título “Tropical Blasé” surgiu numa viagem que ele fez no final de 2015 indo de Belém para Fortaleza de carro. “Estava no meio de vários paraísos tropicais entre o Norte e o Nordeste do Brasil, inclusive a foto da capa é numa praia no Piauí. Essas paisagens naturais com a mínima intereferência do homem são os meus locais favoritos. E eu moro numa ilha, também perto de lugares bem naturais, e faço esse dreampop de tom mais escuro e letras introspectivas. É um contraste entre o ambiente e as ideias“.

Para finalizar o álbum, pela primeira vez Victor decidiu tirar parte da masterização de Rob Grant.  “‘Tropical Blasee’ foi mixado por mim e o Rafael Pfleger no Estúdio Pimenta do Reino em Florianopolis. Mandei a master de novo pro Rob na Austrália, mas não gostei totalmente do resultado. Senti que ele não sacou muito bem o que eu tinha em mente. Ai no fim meu amigo Eduardo Possa masterizou. Ouvindo as 2 masters, eu juntei algumas faixas do Eduardo, algumas do Rob e no fim ficou uma divisão meio 40/60% de cada e o álbum ficou como eu queria“.

Agora Victor e o Frabin voltam a encarar a dureza de correr atrás de público no Brasil.  “É tão difícil reverter algum lucro da cena musical no Brasil hoje, então tenho lenha pra queimar por muitos anos sendo auto-suficiente. Como isso é o que me diverte, vou continuar fazendo tendo galera pra escutar minhas músicas e ver meus clipes ou não. O feedback é muito bom, eu tento ser o meu maior crítico a princípio, nao sei quão sincera as pessoas estão sendo mas desde 2014, o pessoal que tromba comigo sempre curte o som“.

Spotifyperfil Frabin

 

Postado 08/10/2018 às 9:43