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\ZINE - janeiro de 2017\

JNKTR @ RJ

No começo de fevereiro, a Justine Never Knew the Rules vai fazer uma mini tour pela cidade do Rio de Janeiro. Confira as datas:

sexta, 03/fev – Kid Foguete // Herzegovina // Justine Never Knew The Rules
no MOTIM: rua julia lopes de almeida, 10 – centro
a partir das 19h
evento facebook

sábado, 04/fev – Fechamento na porta do Escritório com JNKTR // The John Candy // Mari Romano // Oruã
Escritório – Praça Tiradentes, Centro
grátis, a partir das 15h, shows às 18h

domingo, 05/fev – JNKTR // Kid Foguete // Oruã
no Coletivo Machina – Rua do Rezende, 82 B, Lapa. (ao lado do La Paz Club, próximo ao ‘Enchendo Linguiça’ da Av. Mem de Sá)
grátis, 16h

cartaz_tour_RJ_JNKTR_2017

Postado 31/01/2017 às 7:56

Relançamento da única obra-prima do Devilish Dear

devilish-dear-vogue web

A gente recebe muitas mensagens via facebook e email com links de álbuns e EPs para ouvir e considerar lançamento. Temos que admitir, a lista é longa e vários discos se perderam nessa fila.

These Sunny Days”  chegou via facebook em outubro de 2016, exatamente um ano depois de ter sido lançado via bandcamp pela própria banda. Não sabemos porque diabos a audição foi rápida. Mas bastaram os primeiros 30 segundos de “Face Without Eyes” para o encantamento acontecer. “These Sunny Days” tem 8 músicas e uma faixa bônus, está sendo relançado no digital pelo midsummer madness, em nosso site, no bandcamp e com distribuição nas plataformas de streaming.

Assumidamente um hobby do videografista e sound designer carioca Braulio Almeida com a vocalista Shelly Modesto e o baixista Rômulo Collopy, o álbum surgiu depois de quase 10 anos de composições e riffs espalhados aqui e ali. “Eu juntei as ideias que achei que valiam a pena, tomei vergonha na cara e fechei o disco com essas pontas soltas. Senão ficam aqueles fragmentos de riffs espalhados que nunca viram nada; é ruim pro carma”, brinca Braulio.

“These Sunny Days”  é uma obra-prima para quem gosta de Rollerskate Skinny, Medicine, my bloody Valentine e afins. Ter o Devilish Dear no cast do midsummer madness nos deixa muito honrados.

Devilish Dear no Spotify
Devilish Dear no Deezer

Postado 27/01/2017 às 17:31

Devilish Dear

devilish-dear-web

Braulio Almeida, o rapaz de óculos na foto acima, começou a escrever música há 20 anos atrás, quando ainda era um adolescente de 16 anos. “Nada muito importante“, ele garante. Hoje ele é  videografista, ou seja, faz animações 2D e 3D, filmes publicitários para TV, curtas, etc. Ele também tem um estúdio de áudio focado na produção de trilhas pra jogos, trilhas sonoras para filmes e TV e sound design.

Juntar suas produções pessoais com o know-how profissional fizeram o Devilish Dear acontecer. “Foi um desdobramento de outra banda minha, a Montecarlo Jive, com Shelly Modesto (vocalista) e o Rômulo Collopy (baixo). Um material dessa época estava pronto mas ficamos sem tempo de botar a coisa toda pra frente. Peguei vocais e baixos que já estavam prontos, gravei o restante, coloquei outras faixas minhas e amarrei tudo nessa sonoridade do DD. A Shelly fez todas as letras; Collopy, a maioria dos baixos“, explica. O nome Devilish Dear eles tiraram da letra de “Mercury” da banda Processory.

Braulio conhece Collopy há mais tempo, os dois estudaram juntos no Villa Lobos, escola de música no Rio de Janeiro. A Shelly também era de lá mas eles a conheceram via Orkut. “Sim, a gente é velho. Sdds inclusive. Isso foi em 2007″, lembra Braulio. “These Sunny Days” surgiu destes quase 10 anos de composição:  “Eu juntei as ideias que achei que valiam a pena, tomei vergonha na cara e fechei o disco com essas pontas soltas. Senão ficam aqueles fragmentos de riffs espalhados que nunca viram nada; é ruim pro carma”.

Lançado por conta própria no Bandcamp em outubro de 2015, “These Sunny Days” traz 8 músicas e uma faixa bônus. A mistura de guitarras shoegazer, alguns efeitos e beats eletrônicos remete imediatamente a my bloody Valentine, Medicine e alguma coisa de Cocteau Twins, principalmente nos vocais de Shelly. “O DD tem um feedback engraçado no público de nicho a que ele se propõe. Vez por outra pipoca um email de alguém dizendo que achou o máximo, ou então que a melhor música do disco é o bônus track”, relata Braulio.

Sem qualquer pretensão, a banda nunca fez um show e também não pretende fazer. “A banda é meu hobby, minha contribuição pras pessoas continuarem ouvindo esse som. Um email de gente falando que se identificou pra mim já é um grande retorno, não bota dindin no meu bolso, mas outras coisas botam. Nem tudo precisa voltar em dinheiro, afinal“.

Hobby só existe quando sobra tempo e Braulio se diz cada vez mais focado em trabalhar com trilhas voltadas pra jogos, como este pro exemplo. Ele diz que ainda existe material do DD que pode ser aproveitado, basta surgir tempo de organizar e mixar. E como se falta de tempo fosse um problema, ele ainda toca em todos estes outros projetos:  Kao & the Mind Melt, Montecarlo Jive, Angelfood , Spaced Out Gafieira, Lost Letters.

Mesmo que esse tempo não apareça, não faz mal, “These Sunny Days”  é um dos melhores discos gravados na década de 2010, fácil, fácil.

Devilish Dear no Spotify
Devilish Dear no Deezer
Devilish Dear na Apple Music

Postado

A Página da Playlist Elétrica

Caio Otero fez uma playlist com as músicas que ele ouvia quando gravou “Maus Meses”, o 1º álbum de sua banda A Página do Relâmpago Elétrico. Tem os brazucas Twinpine(s), Superguidis, Hierofante Púrpura, Lupe de Lupe, vários sulamericanos bacanas como 107 Faunos, Triángulo de Amor Bizarro; clássicos como Dinosaur Jr, Superchunk, Lemonheads, Mclusky, entre outras coisas.

Escute também no Deezer

Siga o mmrecords no Spotify e na Deezer para ouvir outras playlists preparadas pelas bandas. Todas as seleções Under the Influence foram feitas pelas bandas exclusivamente para o perfil do midsummer madness.

Postado 22/01/2017 às 12:02

Motormama lança ‘Fogos de Artifício’ e comenta sua discografia

O Motormama comemora todo dia 1º de janeiro seu aniversário. E neste último início de ano a banda completou 18 anos de idade. Para celebrar, seu 4º álbum de estúdio, “Fogos de Artifício”, será lançado dia 17 de janeiro no formato digital, na página da banda e no bandcamp.

“Fogos de Artifício” tem 8 músicas, três delas já foram lançadas no single “Se Eu Sangrar, Não Chores Não”: a faixa instrumental de abertura “Metti La Macchina!’, “Não Sou Mais o Mesmo Sujeito” e a homenagem à Flávio Basso, falecido mentor do Júpiter  Maçã, “Se O Mundo Desmoronar (Não Perca a Cabeça”).

Além destas três músicas, outras cinco foram gravadas em Ribeirão Preto, cidade natal da banda, no UnderStudio. O dono do estúdio, Romulo Felicio, faz parte da banda de metal Necrofobia e vem produzindo os últimos trabalhos do Motormama. Os títulos das músicas continuam intrigantes: “Vôo Número Zero”, “Te Vejo Na Cosmopista” e “Foi Pelo Dinheiro / Foi Por Diversão” são alguns dos exemplos que este novo álbum nos traz.

A banda tem planos de lançar um tiragem limitada de “Fogos de Artifício” em CD e tocar o quanto for possível: “Acabamos recebendo o convite do Sesc local para um tributo aos Mutantes agora em janeiro, por isso o show de lançamento de Fogos de Artifício acabou adiado para os próximos meses. A intenção é começar pelo interior paulista, daí capital e tentar chegar aos festivais do país”, explica Régis.

Com todo os álbuns anteriores lançados no formato CD, pedimos ao Regis para comentar cada um dos discos da carreira da banda:

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Carne de Pescoço (Midsummer Madness / Kaskavel Music, 2003)
ouça/baixe/compre no bandcamp
Um disco de transição, em que passamos de elementos eletrônicos de fundo de quintal para algo mais orgânico. Ainda estávamos nos acostumando com o novo baterista quando resolvemos entrar em estúdio. No final das contas, o disco traz alguns problemas de produção que me deixaram meio insatisfeito na época, acabaram ganhando um charme ‘lo-fi’. É um disco que retrata aquele período de experimentações pop as quais buscávamos definir o nosso som. Foi muito elogiado pela crítica e nos levou para muitos lugares, incluindo aí o palco do sonhado Sesc Pompeia.

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A Legítima Cia Fantasma (Midsummer Madness, Kaskavel Music, Pisces, 2006)
ouça/baixe/compre no bandcamp
É o nosso álbum mais coeso e, de certa forma, mais roqueiro. Com uma produção mais robusta, foi a estreia de nossa parceria com o produtor Romulo Felicio. Também é o nosso disco mais bem-sucedido em termos de vendas. Foi um sucesso no underground. Ganhou as páginas de revistas como a Rolling Stones, VIP, Outra Coisa e garantiu nosso primeiro hit: ‘Coração Hardcore’. Tocamos até hoje a maioria das canções do álbum nos shows.

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Aloha Esquimó (Midsummer Madness, Phonoteca, 2010)
ouça/baixe/compre no bandcamp
Foi gravado num período conturbado do grupo que já não contava com um dos fundadores (Joca Vita, que voltaria anos depois) e teve uma reformulação radical na sua formação. Porém, é o disco que mais gosto apesar de ter sido muito subestimado à época. Considero nosso auge criativo com temas que retratam um período de crise pessoal, daí o tom melancólico. Há algo de Leonardo Cohen, David Bowie e Clube da Esquina em sua concepção.

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Fogos de Artifício (Midsummer Madness, Kaskavel Music, 2017)
ouça / baixe / compre no bandcamp
Fogos de Artifício tem uma urgência e um frescor que permeiam todo o álbum e que nos surpreendeu no final. A produção do Romulo Ramazini também foi muito importante. Ele percebeu que estávamos dando um passo além e nos forçou a seguir por essas novas trilhas. Não foi algo premeditado, porque o disco foi ganhando forma no estúdio. É um disco de banda, com certeza, em que cada um colocou a sua marca.

Todos os álbuns podem ser escutados na página da banda e, “Carne de Pescoço” e “Aloha Esquimó” estão a venda na loja do mmrecords no formato CD.

 

Postado 16/01/2017 às 17:43

Velouria faz show único em Fortaleza

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Neste domingo, 08 de janeiro, tem show único do Velouria, primeira banda de Régis Damasceno, conhecido por tocar com nomes bacanas como Cidadão Instigado, Gui Amabis e JeneciRégis também criou seu projeto solo, o Mr Spaceman, com 3 álbuns lançados e participa do Porto.

Mas lá pelos anos 90, em Fortaleza, Régis tocava no Velouria, que  lançou 2 demos (Mario Is Happy Now foi distribuída em fita cassete pelo midsummer madness) e um CD split (No More Dancing Days) com o Dead Poets, banda do Mário Quinderé, atual Fish Magic, que teve seus 2 álbuns produzidos por Régis… entendeu?  Não? Dá uma lida nessa matéria do Trabalho Sujo.

Para o show de domingo, Régis recrutou quase toda formação original, com Roberto Damasceno no baixo, Junior na bateria e ele próprio na guitarra e voz. A outra guitarra que seria de Eduardo Vinícius, terá Robério Augusto, do Dago Red. No repertório, músicas das demo-tapes e algumas do split cd.

O show será dentro do Festival Fortaleza Cidade Marginal (4.ª edição) e você encontra mais informações aqui.

cartaz-festival-fortaleza-marginal

Postado 06/01/2017 às 11:18