random songs

\ZINE - novembro de 2016\

Supercordas anuncia seu fim

supercordas_fim

Em comunicado do dia 26/nov, pela página oficial da banda no Facebook, o Supercordas anunciou o fim das atividades depois de mais de 10 anos.

Sem um motivo factual, a banda admite que seus integrantes devem se dedicar à outras atividades: “Nunca fomos o tipo de grupo que “estoura” e atinge grandes públicos em pouco tempo, (…) É complexo se manter como uma “entidade underground” por tantos anos. E é cada vez mais difícil estarmos abertos e disponíveis à experiência da viagem roqueira e da nossa criação musical em grupo, ainda que estejamos vivendo um ponto alto da nossa trajetória em muitos aspectos”.

A parceria do Supercordas com o midsummer madness gerou a uma demo em 2003 (A Pior das Alergias) e o lançamento conjunto do 2º álbum, “A Mágica Deriva dos Elefantes” em 2012.

supercordas01.jpg

uma das primeiras fotos de divulgação, em 2003, ainda com Régis Arguelles na formação

O baterista Sandro tem seu trabalho como Digital Ameríndio, o vocalista e guitarrista Bonifrate também segue solo. O baixista Diogo tem ajudado na produção de algumas bandas, entre elas Boogarins e Betina, além de trabalhar profissionalmente com áudio.

 

Postado 26/11/2016 às 15:20

Sci Fi, novo projeto do Bruno, ex Câmera

promo-sci-fi-03-low

No começo deste ano, Bruno Faleiro gravou 5 das 6 músicas que compoem seu primeiro EP solo. Composições próprias, que até chegaram a ser mostradas para os amigos do Câmera, banda que ele ainda tocava. Só que alguns meses depois, o Câmera acabou. As 6 músicas gravadas em casa, com ajuda de Matheus Fleming, também do Câmera, viraram Sci Fi, o projeto solo do Bruno.

O Ep, também intitulado Sci Fi, está sendo lançado apenas no formato digital pelo midsummer madness em parceria com o Bruno. “Não estou criando muitas expectativas em torno do Sci Fi. Foi praticamente uma terapia, um disco gravado em casa, onde foram gastos zero reais, com pouco equipamento, em uma estética low-fi e sem pretensão“, conclui.

O nome do projeto, Sci Fi, é inspirado no longa “Primer” (2004): “É um filme onde, com pouquíssimos recursos, um grupo de jovens constrói uma máquina do tempo na garagem de casa. Além de toda a experimentação, as músicas também são uma máquina de viagem a outras épocas e, também, no futuro serão o registro desse tempo”, compara Bruno.

Para a gravação, a dupla utilizou apenas dois microfones e uma placa de som, o que traz características ainda mais “caseiras” para o som. Além de Fleming, participaram das gravações os músicos Marco Túlio Ulhôa (ex-Pequeno Céu) e João Carvalho (El Toro Fuerte, Rio Sem Nome, Sentidor).

Saiba mais e escute o Sci Fi na página da banda.
Ouça no bandcamp do midsummer madness.

Postado 25/11/2016 às 8:55

Sci Fi

promo-sci-fi-03-low

Uma viagem sonora lo-fi e despretensiosa.

Assim pode ser definido “Sci-Fi”, EP de estreia do projeto de mesmo nome do músico mineiro Bruno Faleiro, ex-baixista da finada banda Câmera. Gravado entre julho e outubro de 2016, em Belo Horizonte, a produção é assinada pelo próprio artista em parceria com Matheus Fleming, também seu ex-companheiro de banda. Levando à risca o termo do it yourself, Faleiro transformou o escritório de seu apartamento em estúdio improvisado. São justamente a urgência e o experimentalismo que traçam o DNA das seis faixas de “Sci Fi”.

Bebendo na fonte do rock alternativo das décadas de 80 e 90, o EP é uma espécie de viagem no tempo através de acordes bem trabalhados, riffs estridentes de guitarra e vocais espaçados e distorcidos. Essa viagem no tempo, mesmo que seja para um futuro incerto e desconhecido, segundo o músico, tem referências no longa “Primer” (2004): “É um filme onde, com pouquíssimos recursos, um grupo de jovens constrói uma máquina do tempo na garagem de casa. Além de toda a experimentação, que também é um traço do Sci Fi, as músicas também são uma máquina de viagem a outras épocas e, também, no futuro serão o registro desse tempo”, compara Bruno.

Para a gravação, que também contou com sessions na sala do apartamento do produtor Matheus Fleming, onde foram gravadas as baterias e feitos os processos de mixagem e masterização, a dupla utilizou apenas dois microfones e uma placa de som, o que traz características ainda mais “caseiras” para o som. Além de Fleming, participaram das gravações os músicos Marco Túlio Ulhôa (ex-Pequeno Céu) e João Carvalho (El Toro Fuerte, Rio Sem Nome, Sentidor).

Texto: Alisson Guimarães (Popload)

História
Bruno começou suas primeiras bandas quando ainda morava em Corumbá (MS), nada muito sério, apenas para tocar músicas de outros artistas que admirava. Em 2003 ele voltou para BH e montou o Verona, onde tocava baixo e cantava. Foi com o Verona que ele teve a primeira experiência em estúdio. Depois foi tocar baixo no Colorido Artificialmente, banda de indie/math rock que cantava em português, lançou um disco em 2009 mas logo depois a banda acabou. Em 2010, o Câmera surgiu.

Durante os 6 anos de vida do Câmera, Bruno lançou 3 àlbuns, viajou pelo Brasil e exterior até o fim inesperado da banda. “Pra mim foi muito natural, tudo o que fizemos foi planejado, de maneira bem pragmática até“, explica Bruno. “Gosto de pensar que o ciclo do Câmera findou. Durante todos esses anos, fizemos absolutamente tudo o que tínhamos como objetivo: discos, turnês, shows, etc. Além de a gente ter completo essa lista de sonhos que tínhamos quando começamos a banda, estava muito complexo conciliar nossas agendas e objetivos, até musicais mesmo“.

Sci Fi

Em janeiro de 2016 Bruno aproveitou um tempo livre em casa para compor quase todas as músicas e letras num espaço de 20 dias, com exceção de “Trailer Park Boys”, que já existia desde 2011. As músicas até foram mostradas para os amigos no Câmera, mas pelo caminhar da banda, Bruno já sabia que não chegariam a usá-las. Dai entram Matheus Fleming, ex companheiro de Câmera, e Marco Túlio, que se engajaram no projeto e ajudaram a tirar as músicas da teoria.

No caso do Matheus, se não fosse ele, não existiria o disco. Foi ele quem botou fé no projeto, comandou todo o processo de gravação, mixagem, masterização, tocou bateria, gravou umas guitarras, além de ter sido o grande incentivador“, explica Bruno. “A participação do Marco Túlio também foi muito natural. Ele é um amigo próximo, que sempre está na minha casa. Já fizemos músicas juntos em outras épocas e White People Problems talvez seja uma das minhas favoritas. No caso do João, conheci o trabalho dele no Sentidor e El Toro Fuerte antes mesmo de conhecê-lo pessoalmente. Combinamos, ele foi na minha casa e gravamos pequenas partes eletrônicas que usamos em três músicas“.

O empurrão dos amigos ajudou Bruno a gravar suas ideias, muito influenciadas pelas distorções de Sonic Youth, Yo La Tengo, Dinosaur Jr, e até com um pézinho no emo anos 90, no Fugazi, Trail of Dead. Das seis músicas do EP, três são instrumentais. Enferrujado, Bruno não cantava no Câmera e o Sci Fi é o primeiro trabalho onde ele assume sozinho os vocais. “Isso foi desafiador, além do fato de fazer um disco de ‘guitar band’, com músicas de 13 ou 14 canais de guitarra, que nunca foi o meu primeiro instrumento“. E continua: “Na verdade, tentei pensar a voz como mais um instrumento. Em metade das músicas, achei que encaixaria bem um vocal. Nas outras, entendi que as músicas se completavam sem precisar de letras e melodias de voz“.

Músicas prontas, Bruno recorreu ao amigo Vinicius Raposo para fazer o tratamento da capa – uma foto da esposa Marina Faleiro – e as imagens de dupla exposição que ilustram esta página. “A ideia era usar um clima ficção científica com as imagens projetadas dentro de mim“.

Planos? “Não estou criando muitas expectativas em torno do Sci Fi. Não espero a repercussão ou toda a atividade que o Câmera demandava. O Sci Fi foi praticamente uma terapia, um disco gravado em casa, onde foram gastos zero reais, com pouco equipamento, em uma estética low-fi e sem pretensão“, conclui.

Sci Fi, o EP, está sendo lançado pelo midsummer madness junto com Bruno Faleiro apenas no formato digital.

 


 

Resenha no Monkeybuzz
“Aliás, o grande valor dessa estreia consiste nas belas guitarras que acompanham o músico. Feitas na sua maioria por Bruno Faleiro e com algumas aparicões de seu ex-companheiro de banda, Matheus Fleming, propiciam uma ótima viagem introspectiva. A estrada da capa do trabalho não nega a sua vontade de servir-se ao movimento: Trailer Park Boys é imprescindível em uma road trip e serve de companhia em momentos escapistas”.
Leia na íntegra

Postado 24/11/2016 às 18:21

Frabin lança clipe para Bad Vibes

Com produção da Muto, a mesma produtora de Campinas responsável por clipes recentes do Terno Rei, Mahmed e Carne Doce, Frabin lançará dia 23/nov. o videoclipe para a música “Bad Vibes”.  É o segundo videoclipe do álbum de estreia “Real”, lançado no final de 2015 numa parceria entre Frabin, midsummer madness e Balaclava.

O clipe será lançado no YouTube do Frabin, no facebook do midsummer madness e nos canais à cabo PlayTV (às 7h, 8h e 21h) e Music Box (no programa Babilônia, às 20h).

Ouça Real
Compre o CD  

Postado 20/11/2016 às 14:57

Fish Magic lança 2º single do próximo álbum

capa-single-landscape-final-1

Mário Quinderé já tem prontas as 11 músicas que farão parte do 2º álbum do Fish Magic, intitulado “Sky High”. Entre elas, “Landscape in the Mist”, que conta com a participação de Laura Lavieri nos vocais. Esta música está sendo lançada hoje como single, mais um teaser para o álbum que vem por aí.

Em “Songs From The Night Shift”, Mario havia convidado Bárbara Eugênia; nesse, Régis Damasceno (que produziu o disco junto com Mario) sugeriu a Laura Lavieri. Além de seu trabalho solo, Laura também canta com Marcelo Jeneci.

Ela faz um dueto com Mário Quinderé, caprichando no grave. “É sobre reminiscências. Aqueles fantasmas que surgem quando a festa acaba, a música baixa e a euforia passa. Uma balada de piano. O título eu tirei daquele filme grego Paisagem na Neblina, do Theo Angelopoulos. E como as memórias são meio foggy, eu lembrei do filme“, explica Mario.

A música terá um videoclipe que já foi gravado e está sendo finalizado. Dirigido por Rômulo Cyriaco, o mesmo de “In a Heartbeat”, conta com a participação dos atores Erom Cordeiro e Branca Messina. A capa do single é de um still de Branca durante a gravação do clipe.

Ouça “Landscape in the Mist” na página do Fish Magic ou no bandcamp

Postado 18/11/2016 às 8:29

A Página do Midsummer Elétrica

apre_facebook3

O excelente álbum “Maus Meses” d’ A Página do Relâmpago Elétrico, banda de Caio Otero, ex Colômbia Coffee, está sendo relançado pelo midsummer madness.  As 9 músicas lançadas em formato digital em maio de 2016 agora estão disponíveis nos canais do mmrecords, aqui e aqui. Caio atualmente vive em Bogotá, na Colômbia. Então, conversamos com ele para saber dos motivos que o levaram até a capital colombiana e o que ele anda fazendo por lá:

1) Porque você se mudou pra Bogotá?  O Colombia Coffee acabou com a mudança?
Caio - Um relacionamento mal resolvido me trouxe aqui para resolver de vez ( rs ). E de todas as formas eu gostava de Bogotá e queria novos ares, estava muito mal da cabeça. A banda basicamente acabou em São Paulo mesmo, tivemos muitos conflitos e foi triste esse fim, não pela banda, (porque eu mesmo já estava de saco cheio) mas da forma que a gente se distanciou como amigos.

2) Você foi pra Bogotá com a intenção de montar um estúdio?
Caio - Eu já estava me aventurando com gravações com a Colombia coffee, fazíamos as pré produções caseiras com uma interface de um canal que eu tinha. Dai, quando mudei pra Bogotá, eu comecei a ver que os preços de equipamentos de áudio usados eram menos que a metade do preço dos que se encontrava no Brasil, ainda mais as coisas antigas. Então vendi o que tinha e fui coletando aparatos para montar esse estúdio caseiro misturando digital com analógico, pra mixar em mesa de som e depois masterizar em deck de fita. Fica lindo.

3) Planos para o futuro da Página do Relâmpago Elétrico?
Caio - O plano é fazer outro disco em 2017. Tenho umas músicas que não entraram em “ Maus meses “ e vou aproveitar para esse segundo disco.

Conheça mais da Página do Relâmpago Elétrico na página deles aqui no mmrecords.

Postado 14/11/2016 às 17:36

Agenda de shows das próximas semanas

banner_frabin
Frabin + Ombu
quinta, 10 de novembro
Taliesyn Rock Bar – Rua Victor Meirelles, 112, Centro, Florianópolis
21h
$10

bannersecondcome
Second Come + exibição do documentário “Time Will Burn”
sexta, 11 de novembro
Cine Odeon – praça floriano, 7 – Cinelândia – Rio de Janeiro
20h30
grátis

bannerloomer_lautmusik
Loomer + Lautmusik e outras 9 bandas
lançamento do vinil Volume 11
sexta, 11 de novembro
Ocidente – av. oswaldo aranha, 960, 1º andar – Porto Alegre
20h
$15 – $25 (na hora)
vinil a $45 no local
mais informações, aqui

bannerdosol
My Magical Glowing Lens
no festival DoSol 2016
sexta e sábado, 11 e 12 de novembro
Festival DoSol, Ribeira, Natal, RN
mais informações aqui

 

banner_churrus
Churrus
sábado, 12 de novembro
Bei Pub – Rua Comendador Costa, 104, 36307300 São João del-Rei
20h

banner_cigs_superbug
The Cigarettes, Superbug e TODs – festa Make a Sound
sexta, 18 de novembro
92 Graus – Av. Manoel Ribas,108, Curitiba
22h30

Postado 08/11/2016 às 8:08

A Página do Relâmpago Elétrico

apre_facebook_por-dairo-ramon

Caio Otero ainda fazia parte do trio carioca Colombia Coffee em 2011 quando começou a compor coisas que ele achava que não combinavam com banda. A Colombia Coffee chegou a assinar com a gravadora Deck, lançou um compacto em vinil com 2 músicas e iniciou shows e promoção do compacto mas não gravou um álbum completo. Com isso, músicas se acumulavam…

Caio escrevia letras e compunha arranjos (gravados no celular) que não se encaixavam. Até que 2 músicas (UNO93 e Hipertensões) tomaram forma e ele começou a ensaiar com o amigo Pedro Millecco. Dai veio a mudança para Bogotá. A Colômbia Coffee acabou em 2012 e, na Colômbia (ironia fina), Caio criou A Página do Relâmpago Elétrico.

Inspirado no título do álbum de Beto Guedes de 1977, A Página do Relâmpago Elétrico é basicamente Caio mas se apresenta com ele na guitarra, voz e produção; e o baterista colombiano Camilo Andrés quando faz shows na Colômbia. Distante da terra natal, Caio confessa que nunca quis que APRE fosse um projeto solitário. “Tenho uma formação no Brasil e outra na Colombia, o único membro fixo sou eu, mas de todas as formas o Camilo é mega importante porque sem ele, eu não tinha feito nada disso”, explica Caio, “é importante também que o Gabriel (primo e integrante do Tom Gangue), o Felipe e o Luiz (do Gorduratrans) tenham aceitado tocar comigo nestas apresentações que fiz no Rio e SP“.

Camilo e Caio se conheceram nos primeiros dias deste em Bogotá, depois de um show da banda argentina El Mató a un Policia Motorizado (“Sou muito fã”, declara Caio): no dia seguinte, pela página do evento no Facebook, Camilo postou o setlist do show e Caio começou a conversar com ele.

Camilo toca guitarra e canta num banda local chamada Appletree. A amizade ajudou Caio a ajeitar letras com arranjos e assim começaram a gravar no estúdio caseiro que Caio montou em sua casa. O único registro até agora começou a ser gravado em 2014 e foi lançado em maio de 2016. Se chama “Maus Meses”, gravado e masterizado no Casco Lunar, em Bogotá.

Com 9 músicas, a primeira delas composta lá no começo do texto, em 2011, traz também algumas parcerias. “Sozinho/Parado” tem o guitarrista Rogério da Costa, de Campo Grande (RJ), que toca na banda Joana de Barro, e gravou uns “solos virtuosos” (“virtuosos do bem”, explica Caio). A outra participação é de José Alejandro, guitarrista de Bogotá, da banda Los Sids. “Um dia ele veio aqui em casa, pedi pra ele inventar na hora riffs de duas musicas, ‘UNO93′ e “Pra não parar’, e ficaram ótimos“, relembra Caio.

Bem integrado ao que ele relata como uma “estruturada” cena bogotana, Caio se incomoda com o pequeno intercâmbio entre as bandas brasileiras e o restante da América Latina: “O que mais atrapalha é o idioma. No Brasil, a mídia não tentou forçar uma entrada de outros sons latinos, por isso a galera não conhece. Por exemplo, aqui na Colômbia se escuta música de todos os países que falam espanhol mas no Brasil não existe intercâmbio musical nem com Portugal!”

Gorduratrans, Tom Gangue, El Toro Fuerte, Fernando Motta, DEF, Fabio de Carvalho, Ventre,  Jonathan Tadeu, lupe de lupe, Eliminadorzinho, Quasar, Joana de Barro, e vários outros são a turma onde se encaixa A Página do Relâmpago Elétrico. “Gabriel Otero e o Daniel (ambos da Tom Gangue) são quase primos porque pertencemos a um grupo de famílias que sempre estiveram juntas. Gosto muito da banda e sempre ajudo com a parte gráfica (Caio fez as capas dos EPs do Tom Gangue). No início, fui eu quem adaptou o nome da banda de Tom e sua Gangue para o que é hoje, porque era muito feio.(rs)“.

Esse pessoal tem como referência a finada Bichano Records e também a Cosmoplano Records, um selo da Baixada Fluminense, da Deborah que tocava no Colombia Coffee e atualmente no DEF. “Já tenho familiaridade com o espaço do selo pois a casa onde fica o QG da Cosmoplano foi onde a gente sempre ensaiou e fazia jams”.

“Maus Meses” foi lançado nos formato digital em maio de 2016 e agora está sendo distribuído pelo midsummer madness no mesmo formato.

A música que abre “Maus Meses” ganhou este videoclipe experimental:
Imagem de Amostra do You Tube

O que falam a respeito:
10 Apostas para 2016 – Rock in Press (Marcos Xi)
“A Página do Relâmpago Elétrico é um duo colombo-brasileiro formado por Caio Otero (guitarra e voz) e Camilo Cárdenas (bateria e voz). Será lançado em meados de março um full álbum com 10 musicas intitulado “Maus Meses”.

MonkeyBuzz
O passar das faixas me deixou mais claro que o disco se tratava de uma boa obra onde as letras tristes eram o carro chefe e a parte instrumental entrava como um alívio, ou mesmo um fio condutor para dar vazão a esses sentimentos.

Postado 05/11/2016 às 14:08