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\ZINE - outubro de 2016\

Terceira Midsummer Nights com Lautmusik e Wilson Farina

Na próxima sexta feira, dia 21/out acontece a terceira edição do Midsummer Nights, um show seguido de festa que acontece no Neu, em São Paulo. Desta vez, a banda responsável pelo esquenta, que é o showzinho que rola antes da festa começar, é a banda gaúcha Lautmusik, que vem a São Paulo apresentar pela primeira vez seu 2º disco, intitulado “Juniper”, lançado pelo midsummer madness no final de 2015. A casa abre às 22h e o show começa pontualmente às 23h.  No repertório, a banda deve apresentar músicas de seus 2 álbuns.

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mais um cartaz sensacional de João Paulo Pesce

Por volta de meia noite, Rodrigo Lariú e JP Cardoso assumem a discotecagem, com a companhia luxuosa de Wilson Farina, da festa e programa de rádio Heatwave.

Está será uma das últimas festas do Neu, antes de fechar.

O Neu fica na rua Dona Germaine Burchard, 421, na Água Branca, em Sâo Paulo.
ingressos: $10 até 23h59
quem chegar pro esquenta, fica pra festa
$15 com nome no evento do facebook (lista até 21/10 – 20h30)
$20 na porta, após 00h00
confirmando presença já garante o nome na lista. Mas tem que confirmar… demonstrar interesse é coisa de amarelão.
double de cerveja até meia noite

Abaixo, uma playlist do Lariú em homenagem ao Lautmusik

Ou, escute “Juniper”, o 2º álbum do Lautmusik

Postado 19/10/2016 às 15:33

For those who don’t like rules: JNKTR releases debut album

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JNKTR stands for Justine Never Knew the Rules, a brazilian shoegazer band from Sorocaba (a town 100 Km far from São Paulo), formed in 2013 by Maurício, Marcel and Bruno, that is releasing its first album, “Overseas”, with 9 songs.

The band had its name from “1979″, a song by the Smashing Pumpkins, and it’s a very difficult name for a brazilian band to have. Not following the book of musical “to-dos”, they confess that, at first, they didn’t like the name. “It was suggested by a friend, Mario from local band Wry, and we thought that people would think that we are huge fans of Smashing Pumpkins… But then, we realised that it had a lot to do with the way we do things: not the traditional rock band stuff, and our music is simple although noisy, drumming that resembles Velvet Underground simplicity, loud guitars and so the name sticked with us”.

For a while, in the beginning, they didn’t have a proper drummer, they worked live and in the studio by switching places from one song to another. “It was really hard, but as nobody in Sorocaba seemed to understand what we wanted to play, we thought that we’d better do it instead of keep waiting” remembers Maurício Barros.

After few singles and a 3-song EP released in cassete, they found Gabriel, the drummer, and, in 2015, started recording “Overseas”. “This album is what we think we did best since 2013 till today!”, confesses Bruno.  And what they do best is a mix of my bloody Valentine and Jesus & Mary Chain‘s noise, with a psychadelic touch in guitar textures à la Swirlies and Toy.

“Overseas” can be listened and downloaded at:
- bandcamp midsummer madness
bands’ page

Postado 16/10/2016 às 15:24

Pouco preocupada com regras, Justine Never Knew the Rules lança seu álbum de estreia

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Formada em 2013 por amigos que se conheceram no bar Asteroid em Sorocaba, a Justine Never Knew the Rules chega ao seu primeiro álbum, “Overseas”, com 9 músicas. Nestes poucos anos de vida, o quarteto hoje formado por Maurício, Marcel, Bruno e Gabriel, pouco se importou com as regrinhas da “cena” e fez do jeito que funcionava melhor: do seu jeito.

Por exemplo, durante muito tempo, entre 2013 e 2015, a banda existiu, fez shows e participou de festivais sem ter um baterista fixo. “Nós revezávamos todos os instrumentos de acordo com a música. Pensando agora, era uma coisa meio complicada pra fazer durante os shows mas não tinha outra jeito, ninguém queria tocar bateria com a gente e, de certa forma, estávamos conseguindo fazer a coisa funcionar assim,” relembra Maurício Barros.

O nome da banda, longo e difícil, também foge às regrinhas mas foi uma sugestão do veterano Mario, do Wry. “No começo não gostamos muito“, comenta Maurício, “pois é uma frase da música 1979 do Smashing Pumpkins e pensamos que poderiam achar que eles são uma influência direta nossa. Com o passar do tempo deixamos isso de lado. Percebemos que tinha muito a ver com a forma que fazemos nossas músicas, com desapego ao formato tradicional de banda de rock, poucas notas e muita repetição, tocar com uma bateria reduzida e com guitarras mais altas que a voz”, conclui.

Depois de alguns singles e um EP que chegou a ter uma disputada versão em fita cassete, a banda encontrou o baterista Gabriel num curso de produção fonográfica, e a partir dai, meados de 2015, começou a gravar o álbum que está saindo somente agora. “O disco tem de tudo!”, confessa Bruno,  “por ser nosso primeiro, costumamos dizer que é uma compilação das composições preferidas desde 2013 até aqui. Cat Song e Just Like Yesterday, por exemplo, existem desde o inicio da banda, enquanto French Film Girl e 16, são composições recentes”. 

Em comum, o gosto pelo noise de my bloody Valentine e Jesus & Mary Chain, o trato psicodélico nos arranjos, à la Tame Impala e Toy, ou, como disse o resenhista e amigo da banda Luitz Terra, “afogue tudo isso em timbres atmosféricos de guitarra, microfonias, muros de som e pedais de fuzz … temos aí a dinâmica que descreve o Beautiful Noise da JNKTR”.

Para fazer a capa, o amigo Rafael Carozzi (artista visual e integrante das bandas Kid Foguete / Readymades) resolveu experimentar pelo pouco conhecido terreno da aquarela, para combinar com o clima intimista de “Overseas”.  A produção ficou a cargo da própria banda, que tem 2 estudantes de produção fonográfica, Marcel e Gabriel, e foi masterizado pelo amigo João Antunes, depois das músicas passearem por 3 diferentes estúdios de Sorocaba.

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“Overseas” pode ser ouvido a partir de 17 de outubro nestes canais:
- bandcamp midsummer madness
- página da banda

Em breve, o álbum estará disponível em todas as plataformas de streaming.
O Justine Never Knew the Rules faz show de lançamento de “Overseas” no próximo sábado, dia 22, no Asteroid, mesmo local onde se formou, dentro do evento QHABA, junto com Lautmusik e várias outras bandas. Saiba mais clicando aqui

Postado

Justine Never Knew the Rules

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da esquerda, Marcel, Bruno, Maurício e Gabriel. Foto por Marceli Marques – facebook.com/marcelimarquesphotography/

Justine Never Knew the Rules se formou em março de 2013 quando Maurício Barros conheceu Bruno Fontes e Marcel Marques no famoso Asteroid (bar e casa de shows de Sorocaba). Bruno e Marcel já tocavam juntos há algum tempo mas sem conseguir dar forma a uma banda. Quem os apresentou foi Mario Bros, do Wry.

Maurício relembra: “Conversava bastante com o Mario sobre bandas como The Horrors, TOY, Yuck, sobre os clássicos My Bloody Valentine, Jesus & Mary Chain, etc… Marcel e o Bruno, que trabalhavam no Asteroid, adoravam essas bandas também, eram poucas as pessoas em Sorocaba que estavam ligadas nesse tipo de som. Como todos nós queríamos montar uma banda, foi questão de tempo até o Mario ligar os pontos e nos apresentar. Marcamos o ensaio na semana seguinte, nos tornamos bons amigos e estamos tocando juntos até agora“.

O nome da banda pode ser encontrado numa frase da música “1979″ do Smashing Pumpkins, mas a banda não vê uma referência direta do som da banda de Chicago em sua música: “O nome foi, de novo, uma sugestão do Mario do Wry. No começo não gostamos muito mas com o passar do tempo deixamos isso de lado. Há pouco tempo atrás uma amiga citou como referência uma novela do Marquês de Sade que foi desenhada também por Guido Crepax. Achamos demais!

Depois de procurar muito por um baterista, eles resolveram fazer tudo sozinhos. Como power trio, revezavam os instrumentos de acordo com a música que tocavam, e no melhor estilo Jesus & Mary Chain / Velvet Underground, a bateria foi reduzida a caixa, surdo e pratos. E assim lançaram a 1ª demo - “When You Least Expect It” –  em dezembro de 2013 em um show intimista na casa de Bruno Fontes. Um mês depois, o primeiro show público, no Sound (Sorocaba/SP), ao lado do Single Parents e Lupe de Lupe.

Em julho de 2014 a banda lançou o EP homônimo com as músicas “Isn’t So Hard”, “Red Lipstick” e “When You Least Expect It”, gravado num esquema DIY. Lançado nos formatos digital e fita cassete, esse EP rendeu uma turnê por diversas cidades de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. Os bons shows geraram mais convites para festivais bacanas no ano seguinte, como a participação no Dia da Música em São Paulo (o Justine Never Knew the Rules tocou no palco Razzmatazz ao lado das bandas Mahmed, The Soundscapes, Loomer, Terno Rei, Kid Foguete e Wry), no Febre: Conferência e música de Sorocaba em 2015, e na 1ª edição do Festival Suburbano em Goiânia.

No final de 2014,  as músicas foram ficando mais complexas e difíceis de executar como trio e então eles começaram a procurar um baterista fixo. Gabriel Wiltemburg, que estudava produção fonográfica com o Marcel, entrou em junho de 2015. Ainda como trio, gravaram o primeiro single do álbum, “Coming Down”, lançado junto com um lado b experimental intitulado “Leaving Up”, e um clipe produzido pela própria banda. Bruno relembra: “Quando Gabriel entrou na JNKTR, tínhamos recém finalizado o single Coming Down e estávamos nos preparando para gravar Glad U Came, que acabou não entrando no disco”.

Imagem de Amostra do You Tube

O processo de gravação do álbum de estreia da banda, intitulado OVERSEAS, lançado em 17/out/2016, começou nessa época. Para chegar ao repertório de nove músicas, a banda adotou um objetivo simples, como explica Bruno: “Por ser o nosso primeiro álbum, costumamos dizer que é uma compilação de nossas composições preferidas desde 2013 até aqui. As músicas Cat Song e Just Like Yesterday, por exemplo, existem desde o inicio da banda, quando ainda nem tínhamos nome definido. Por outro lado, as canções French Film Girl e 16, são composições recentes, já com o Gabriel na bateria”.

As letras são escritas por Mauricio Barros e Bruno Fontes, e as composições são de autoria da banda. “Overseas” não teve um nascimento simples: passou por vários estúdios, como o Aquarela Studios, o Estúdio Mofo de Ouro e foi finalizado no Back Estúdio, da própria banda. Como sempre, eles mesmos gravaram todos os instrumentos e mixaram todas as músicas. “Temos a sorte de dois dos integrantes estarem no curso de Produção Fonográfica e terem o conhecimento necessário pra realizarmos todo esse processo. O responsável pela master foi nosso amigo João Antunes, que tem uma longa experiência de produção, inclusive com bandas desse segmento, como nossa conterrânea Wry“, explica Bruno.

A capa do álbum é do Rafael Carozzi, artista visual e integrante das bandas Kid Foguete e Readymades.

“Overseas” é um lançamento da OWYES!, que é o selo do Justine Never Knew the Rules, e o midsummer madness. O álbum está sendo lançado inicialmente no formato digital.

Abaixo, o texto de Luitz Terra sobre a banda e o disco:

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Foto por Marceli Marques – facebook.com/marcelimarquesphotography/

Em uma época que a guitarra está condenada à obsolescência, parece-me um tiro no pé montar uma banda e dar protagonismo para essa velha caixa de madeira barulhenta e cheia cordas. Ainda bem que, para nossa sorte, com o perdão do trocadilho, algumas pessoas nunca souberam das regras de bom senso e etiqueta do mainstream, e ignoram toda e qualquer tendência modernosa da música, apenas com um objetivo: LIBERDADE CRIATIVA, algo que só o “luxo” de ser artista independente, sem rabo preso com ninguém, pode proporcionar. Esse é o claro exemplo da banda Justine Never Knew The Rules daqui de Sorocaba, um grupo de garotos que tem maior tesão por aquilo que fazem.

O que me surpreendeu, desde o primeiro show, em 2014, era que a banda já sabia lidar muito bem com o palco. Sempre prezaram em proporcionar uma experiência visual mais lisérgica em suas apresentações, com mapa de palco e iluminação bem trabalhados, projeções de vídeos produzidos e editados por artistas locais, tudo para criar aquela atmosfera onírica e intimista que casa perfeitamente com a proposta musical do grupo.

Apesar de serem shoegazers natos, a banda nunca se restringiu somente a isso, como o próprio nome sugere, eles não estão interessados em seguir uma cartilha ou um manual de regras do shoegaze, todo o diálogo com vertentes diversas do rock alternativo sempre foi bem-vindo. Desde o começo, por exemplo, a gente já podia observar um flerte com a psicodelia, com o dreampop e agora, os vejo apresentando músicas um pouco “mais pops”, mas com leves pinceladas de art rock e post rock.

Como a obra do pintor Marc Chagall, que pode tanto celebrar a beleza dos amantes como também é capaz de registrar as tensões e medos causados pela guerra, o som da Justine é assim: nos leva sempre a lugares extremos , repleto de contrastes e cores, da amabilidade à melancolia, da leveza de sonhar ao peso de existir. Difícil como a sensação de estar transando pela ultima vez com alguém que (talvez) não te ame mais, numa dura despedida de corpos e, ao mesmo tempo, tão relaxante como ficar um tempo observando gatos.

A receita é simples, porém ousada: Imagine uma balada pop perfeita, com uma melodia bela e ensolarada como as do Beach Boys, agora afogue tudo isso em timbres atmosféricos de guitarra, microfonias, muros de som e pedais de fuzz … temos aí a dinâmica que descreve o Beautiful Noise da JNKTR.

Por Luitz Terra, artista sorocabano

 

O que andam falando por ai:
“Que disco fantástico! É o melhor disco desse ano (para meu gosto, claro) disparado!”
Pedro Damian – Shoegazer Alive

Postado 14/10/2016 às 17:25

Juvenilia PopFest neste final de semana no Rio

2a edição do Juvenilia Popfest : 3 dias de festival, em 3 lugares, com 15 bandas

SEXTA 14 DE OUTUBRO
no Audio Rebel (Rua Visconde Silva, 55 – botafogo – RJ)
a partir de 18h
The Cigarettes
The John Candy
Winter Waves

e, no mesmo dia, no Escritório da Transfusão Noise Records (Rua da Constituição, 64 – centro)
a partir das 23h com
Cafe República
Aura
Hero Beat Jack

 

SÁBADO 15 DE OUTUBRO
começa cedo no Bosque do Aterro, a partir das 11h
JUVENILIA! NO BOSQUE
feira Gastronômica e shows de Lê Almeida, Electric Lo-Fi Seresta e Beach Combers
link facebook

e mais tarde no Audio Rebel (Rua Visconde Silva, 55 – botafogo – RJ)
a partir de 18h
Firefriend (SP)
Fish Magic
Felipe Neiva

E continua, no sábado à noite no Escritorio da Transfusão Noise Records (Rua da Constituição, 64 – centro)
a partir das 23h
Transfusão Toca Guided by Voices

 

DOMINGO 16 DE OUTUBRO
no Audio Rebel (Rua Visconde Silva, 55 – botafogo – RJ)
a partir de 18h
Second Come
Cosmos Amantes
Electric Lo-fi Seresta

Ingressos Audio Rebel:
R$20 por dia.
combo 3 dias: R$50

Ingressos Escritório:
sexta R$10
sabado FREE!

Mais aqui, evento facebook

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Postado 11/10/2016 às 14:02

Churrus e suas influências

Depois de tocar em São Paulo neste final de semana e se esbaldar no show do Wilco, o Churrus preparou uma playlist com as músicas da trilha sonora que embala a banda nestes quase 10 anos de carreira. Ouça:

Postado 09/10/2016 às 15:36

Baudelaires lança música nova: About the Sky

Aos poucos, as músicas novas do próximo disco do Baudelaires vão ficando prontas. “About the Sky” é a mais recente e veio inclusive com um webclipe reunindo imagens feitas em Montevideo, no Uruguai:

Imagem de Amostra do You Tube

Ouça na página da banda, aqui.
Ou no bandcamp

Postado 06/10/2016 às 19:20