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\ZINE - julho de 2015\

Cigarettes lança 4º álbum, The Waste Land

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“The Waste Land” é o quarto álbum do Cigarettes, tem 9 faixas e está sendo lançado somente no formato digital. Gravado em SP com produção de Marcelo Colares e Sérgio Ugeda, as novas composições são inéditas e foram selecionadas dentro de um universo centenário de músicas. O álbum traz também uma interpretação com letras em português para música de Laura Wrona, “Mantra da espera”. No final deste post, assista ao mini documentário produzido por Eugênio Vieira sobre os dias de gravação no Estúdio Tranco em São Paulo.

The Cigarettes lançou seu primeiro álbum, “Bingo”,  em 1997, também o primeiro lançamento em CD do midsummer madness. O segundo disco, “All is Well”, saiu apenas em 2004, pela Slag Records. O terceiro álbum é de 2013, intitulado “The Cigarettes”, foi viabilizado via crowdfunding pelo midsummer madness, com versões em vinil (tiragem limitada, últimas cópias disponíveis na LOJA), digital e CD (já esgotada).

“The Waste Land” pode ser ouvido em streaming gratuitamente na página da banda. A música “Mandy V2″ pode ser baixada gratuitamente e também possui um webclipe dirigido por Eugênio Vieira.

COMO COMPRAR A VERSÃO DIGITAL:
Para comprar a versão digital em alta resolução, clique aqui. Você paga quanto quiser. Você será transferido para a página do midsummer madness no Bandcamp onde a transação é feita. Se você decidir pagar zero, não tem problema, a gente entende, e dai basta inserir um email.

Mas se você gosta muito da banda, ficou apaixonado pelo disco e decidiu pagar algum valor (sugerimos US$5) o pagamento é feito via PayPal, portanto é necessário uma conta no PayPal para realizar a compra. Saiba que 80% do valor líquido da sua compra vai para a banda. Muito obrigado!

Imagem de Amostra do You Tube
Postado 18/07/2015 às 23:24

Mario fala sobre nova formação do Fish Magic

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Fish Magic nova formação: em 1º plano, à esquerda, Henrique (bateria), no fundo, Mario (voz e guitarra), Gordinho (guitarra), André Saddy (teclado) e Nicola (baixo)

O que começou como um projeto solitário de Mario Quinderé agora se transformou numa banda. O Fish Magic agora tem uma formação de banda. Conversamos com Mário para entender a novidade:

mm – fale sobre a nova formação: quem são os músicos, onde toca(va)m e como chegou até eles
Bom, além de mim, a formação conta com o Gordinho (guitarra/violão), Nicola Pamplona (baixo), André Saddy (teclados) e o Henrique Ludgero (bateria). O Gordinho eu conheço há muito tempo. Ele foi o primeiro a topar e me ajudou muito nesse processo. Com ele, veio o André, ambos são da Pelvs. O Nicola eu conheço do mundo do jornalismo mesmo. Já trabalhamos juntos. E o Henrique veio por indicação do Edinho, DJ. Ele toca até jazz, música instrumental, mas curte rock, pós-punk e gostou muito disco. O Henrique tocou muito tempo com o Zumbi do Mato.

mm – fazer shows é uma necessidade artística e existencial, ou apenas prática?
Acho que é um mix. Eu não tinha planos de fazer show com o Fish Magic, mas acabou me parecendo um caminho natural. Na verdade, o que eu acho interessante é o processo de ver essas músicas ganharem vida com uma banda. Porque o disco sou eu, um computador e o Regis Damasceno tocando baixo. E agora você tem uma banda, recriando os arranjos. Esse processo é tão interessante quanto o show em si.

(assista a “Where the summer nights go blue” ao vivo em estúdio, clicando nos links abaixo)

Um ano e meio atrás eu comecei a compor as músicas que estariam no “Songs from the night shift”, sozinho com um…

Posted by Fish Magic on Sexta, 10 de julho de 2015

mm – você já teve bandas antes… quais os desafios de manter o grupo afim de tocar?
A premissa básica é gostar e acreditar na música do grupo. Numa banda independente, tem que ser assim. Não é por grana, grandes projetos, promessas, nada. Só pelo prazer de tocar um tipo de música que você curte. Tocar com pessoas bacanas também é fundamental. Imagina tocar música chata, com gente mala e sem grandes compensações financeiras? É uma combinação fatal, literalmente.

mm – como estão os ensaios? qual constância, aonde ensaiam, qual setlist?
Vamos manter uma média de um ensaio por semana. Acho que o show ficará redondo mais rápido do que eu pensava porque os ensaios tem sido produtivos. Estamos respeitando os arranjos do disco, mas adaptando algumas coisas. Tocar tudo exatamente como está lá seria muito chato. A ideia nos shows é tocar 7 músicas do disco e 3 músicas novas. Não pretendo tocar nenhuma música antiga do Dead Poets ou do Fontana. Só Fish Magic mesmo. Deve entrar algum cover também, mas é muito difícil escolher. Quero um show enxuto, no mesmo espírito do disco. Em paralelo, tem o clipe de “In a heartbeat”, que vai ser dirigido pelo Rômulo Cyríaco, que fez os clipes da Alice Caymmi, e estrelado pela Júlia Cartier Bresson. Sai em agosto. Estou bem animado com isso.

Postado

Diário da turnê do MMGL em vídeos

My Magical Glowing Lens aproveitou os parceiros para gravar ótimos vídeos em sua recente turnê paulista.

Ao vivo no Estúdio A Toca em Piracicaba, uma produção da Urgência Filmes:
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Show na íntegra do My Magical Glowing Lens no Club 74 em Santo André, com quase 1h de duração!
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Outro show, quase na íntegra, na Casa do Mancha em Sp, filmado pelo jornalista Alexandre Matias
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My Magical Glowing Lens em Sorocaba, na Ocupação La Paz:
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Postado 12/07/2015 às 15:50

Lava Divers, Cigarettes e Second Come tocam no RJ

Dias 24 e 25 de junho, no Rio de Janeiro, acontece o Laud Fest!, um mini-festival de 2 noites com 4 bandas, sendo 3 delas do midsummer madness: sexta, 24, tem Lava Divers (MG) e The Cigarettes; sábado 25 tem Sonora Coisa (PR) e Second Come.

Organizado pelos curitibanos do Sonora Coisa, o festival traz um monte de lançamentos: Lava Divers terá à venda a versão em vinil de seu 1º EP; Cigarettes fará o show de lançamento de seu quarto álbum, “The Waste Land”, e o Second Come terá à venda reedições em CD de seus dois álbuns: “You” e “Superkids, Superdrugs, Supergod & Strangers”.

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A versão em vinil do EP de estreia do Lava Divers tem as mesmas quatro músicas do digital, saiu em tiragem limitada e é um lançamento da Sapólio Discos. Já “The Waste Land” do Cigarettes será lançado dia 19 de julho, por enquanto apenas no formato digital. E o Second Come finalmente reeditou seus dois álbuns em CD, numa versão econômica, com as mesmas músicas das edições originais, num lançamento conjunto entre midsummer madness e Rock It!

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Mais em https://www.facebook.com/events/386878964853657/

Postado 11/07/2015 às 12:13

Tom Gangue

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Depois de mostrar suas primeiras músicas em alguns shows no Rio e São Paulo, a Tom Gangue lança mais um EP com quatro músicas novas: “Grande Esperança” tem produção de Gabriel Guerra (Séculos Apaixonados, ex-Dorgas).

O segundo EP traz teclados que remetem ao clima new wave dos anos 80. Uma alegria inocente, daquelas para dançar em matinês dando chutinhos para os lados. Coisa que a atual juventude pode achar super moderna (oooh grande ironia!). Mas de onde veio essa inspiração numa banda que acaba de chegar aos 20 anos de idade e nem tinha nascido nos anos 80? Culpa do Guerrinha. “Ele mostrou algumas músicas, mas isso não interferiu no processo de criação porque as músicas já estavam prontas. Esse toque new wave anos 80 é o estilo do Guerra de gravar. Quem ouvir o ‘Roupa Linda, Figura Fantasmagórica’, disco da banda dele (Séculos Apaixonados), vai ver essa pegada anos 80. Nós gostamos disso”, explica Daniel.

Mas como a Tom Gangue chegou no Gabriel? “Ele viu o clipe de ‘Sempre espero’ e veio falar com a gente pelo facebook. Disse que tinha gostado. Isso foi antes de lançarmos nosso primeiro EP. Desde então fomos conversando. Ele foi a show nosso, ajudou na divulgação da banda. Quando decidimos gravar algo novo, pensamos nele como produtor. Ele disse de gravar uma música pra ver se gostaríamos do resultado. Então gravamos ‘Baladinha’. Um tempinho depois ele nos mandou e tivemos a certeza de que queríamos que esse novo EP fosse produzido por ele“.

“Grande Esperança” tem letras escritas por Bernardo e Gabriel naquele mesmo jeitinho quase falado, mas de verdades supremas. “Baladinha” por exemplo é uma fantasia de um cara baladeiro, onde nada mais cabe na agenda a não ser se divertir. Já “Cara Legal” homenageia “os adolescentes playboys e aspirantes a playboys, a galerinha da hollister daqui da cidade”, explica Daniel.

Mesmo falando de temas cotidianos, o mote de “Grande Esperança” é inspirado no livro de Charles Dickens, “Great Expectations”: “O livro conta a história de um menino que mora no meio do nada, herda uma fortuna e vai pra Londres virar cavalheiro e andar com gente influente. E trocando em miúdos; nós, de Queimados, do nada recebemos visibilidade, fomos pra Gávea gravar com o Guerrinha, da nobreza musical carioca”.

“Grande Esperança” sai dia 12 de janeiro no formato digital e em breve em CD.
Ouça Tom Gangue:
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Rdio
Spotify

História
Quando foi fundada em julho de 2012, a coisa era um pouco diferente. O baterista Daniel de Moraes e o baixista Gabriel Otero tocavam juntos em uma banda de Hard Rock. Mas, ouvindo bandas como The Cribs, Strokes e Subways, os dois logo perceberam que o caminho era outro e decidiram montar a banda para praticar e se divertir. Convidaram então o vocalista Bernardo Cunha e o parceiro Fábio Baltar para reforçar os riffs de guitarra.

Com o passar do tempo a diversão dos meninos, com idades entre 17 e 21 anos (em 2015) foi ficando mais séria. Músicas novas e convites para shows começaram a aparecer e então decidiram que era hora de tirar as letras do papel e apresentá-las ao seu público. A primeira experiência foi com o single “Sempre Espero”, que ganhou um clipe cheio de estilo.

Imagem de Amostra do You Tube

O EP “Pra praticar” veio nos apresentar mais cinco músicas e abre com a leve “18”, segue com “Pela manhã” e suas gostosas guitarras, “Não me sinto à vontade”, “Mera Obsessão” onde Gabriel Otero aproveita para soltar um pouquinho a voz e fecha com “Como Demonstrar” , música que conta com poema de Octavio Neto gravado especialmente para a Tom Gangue. O trabalho teve a produção de Deborah F., e design gráfico de Caio Otero (ambos integrantes da extinta Colombia Coffee).

“Pra Praticar”, o primeiro EP foi gravado durante alguns meses nos estúdios Nalapa e Cosmorama Records, o trabalho apresenta coerentemente o clima desses quatro meninos: despretensioso, leve, com rock para dançar e cantar junto. As fotos são de João Batista e acervo pessoal.

“Pra praticar” chega na humildade para divertir e alegrar e te convida para festa. É só colocar na vitrola, arrastar o sofá e ser feliz!

(texto adaptado do texto de Camila Moraes Rios)

Bernardo – Guitarra/Vocal
Daniel – Bateria
Fábio – Guitarra
Gabriel – Baixo


O que dizem por ai:

“A banda é muito nova, mas parece importada direto dos anos 1980, rola uma aura sinistra de pós-punk. São os filhos dos filhos do pós-punk, a terceira onda do pós-punk em gestação. Ainda vão dar o que falar”.
Guilherme Guedes, apresentador do MSW e BIS, em publicação da Crush Em HiFi

“No município de Queimados, no Rio de Janeiro, nasceu o Tom Gangue, uma banda de roque tímido, suburbano e nostálgico, que lembra aqueles tempos de cartas de amor, telefonemas apaixonados e bandas de garagem tocando músicas sentimentais. Uma atmosfera meio Confissões de Adolescente, que tem cheiro de paixão não correspondida pela garota mais bonita da escola.”
Noisey – Lucas Panoni

“Rock suburbano, do jeitinho que tem feito muita falta no Rio.”
URBe – Bruno Natal

Postado 09/07/2015 às 19:00