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\ZINE - fevereiro de 2015\

Opiniões pequenas sobre discos de 2014

Passamos alguns meses ouvindo discos de listas de melhores de 2014. É um desafio dedicar atenção merecida a alguns possíveis clássicos e até deixar passar outros. São opiniões de momento, que podem mudar daqui a minutos, dias ou anos. A intenção é ajudar a selecionar o que ouvir entre os novos.

A divisão entre BONS, MÉDIOS e RUINS significa que os primeiros merecem sua audição; os do meio você ouve se quiser. Quanto aos últimos: não perca seu tempo. No final da lista, uma playlist com uma seleção de algumas músicas, mesmo dos RUINS (toda regra tem exceção). Essa playlist vai continuar mudando, aumentando provavelmente.

Não incluimos artistas nacionais nesta lista, por pura preguiça.

Algumas menções honrosas: ainda não deu tempo de ouvir / assimilar: Hookworms, Swans, Gruff Hyss, Damon Albarn, Luxembourg Signal, Blonde Redhead, Popguns, Bluebells, Tweedy e Vacant Lots. Mas também não dava para deixar este post para dezembro de 2015, né? Outra menção honrosa é o Belle & Sebastian novo, que saiu em 2015 mas acabou entrando na dança.

Algumas opiniões:
BONS

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Fear of Men

Fear of Men – Loom (Kanine Records)
Talvez a melhor surpresa, baladas e roquinhos à la Belle & Sebastian.

The June Brides – She Seems Quite Fine
Formado em 1983, assíduos do palco bar de McGee, o Living Room, June Brides lançou um EP com três músicas em 2014. E todas as três músicas são incrivelmente boas. Uma mistura de psicodelia anos 60 mal feita, trumpetes aqui e ali, e melodias lá-lá-lá. Se você gosta de Sarah Records e Luisa Mandou um Beijo, este EP é um prato cheio.

Close Lobsters – Kunstwerk in Spacetime (Shelflife)
EP com duas músicas gravadas após reunião em 2014, melhor do jangle indie pop do final dos anos 80. Para quem não entendeu, é uma mistura de Go Betweens, surf music e folk music. A música “Now Time” vai te deixar com saudade das coisas boas do Hoodoo Gurus.

The Hobbes Fanclub – Up at Lagrange (Shelflife)
Trio inglês lançou seu álbum de estreia; tem baixista brasileira, Fabiana Karpinski. Disco razoável, fácil de ouvir para fãs de Velocity Girl e Black Tambourine mas sem a brilhante aspereza guitarrística desta última.

Tv on the Radio – Seeds (Harvest Records)
Mais um bom disco deste quarteto do Brooklyn. Como a maioria dos discos da banda, Seeds também não é brilhante mas traz músicas que podem virar hits, como por exemplo “Could You”  e “Happy Idiot”. Do meio pro final, algumas músicas com instrumental proto-punk tornam a audição bem agradável também.

Thurston Moore – The Best Day (Matador Records)
Tiozão de volta em boa forma. Apesar do filme queimado como marido que trai, dissolução da banda mais importante dos anos 1990 e experimentalismos péla-saco, The Best Day traz de volta o timbre e as repetições de guitarra que são a marca registrada do moço. O disco pode agradar em cheio a órfãos do Sonic Youth circa “A Thousand Leaves” / “NYC Ghosts & Flowers”.

Temples – Sun Structures De-luxe Version (Heavenly)
Álbum agradabilíssimo de ouvir, uma onda psicodélica 60´s true tipo Byrds, Love, Jefferson Airplane. Ou pros neófitos, The Coral.

 

MÉDIOS

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Dum Dum Girls


The War on Drugs - Lost in the Dream (Secretly Canadian)
Superestimada até a medula, esta banda da Philadelphia que já teve Kurt Vile como integrante, mistura instrumental à la Dire Straits e U2 anos 80 com um vocal que homenageia Bob Dylan. O bom é que Dire Straits e U2 anos 80 tem alguns momentos instrumentais legais. Por isso algumas músicas do War on Drugs são bem bacanas, pra dançar tipo Molly Ringwald, dando chutinho no ar. O ruim é que a breguice de solos de guitarra e moods de piano também estão lá, o que torna as “músicas ruins” MUITO RUINS. Tipo “Suffering” e a faixa título. Pra piorar, lá pelas tantas a coisa começa a ficar repetitiva.

Allo Darling – We Came From the Same Place (Fortuna Pop!)
A faixa título é bem bacaninha, uma volta ao pop-rock básico de vocais femininos à la The Sundays. Mas no geral é pouco inspirado. Um Camera Obscura menos swingado (se isso faz algum sentido).

Dum Dum Girls – Too True (Sub Pop)
Não conheço bem os discos anteriores, mas continua na mesma vibe Siouxsie, Curve, um misto de pós-punk oitentista com rock coxinha. O clima mega produzido das músicas dá um ar fake mas tem alguma energia.

Whitered Hand – New Gods (Fortuna Pop / Slumberland)
Assessorado por integrantes de bandas como Vaselines, Belle & Sebastian e Black Tambourine, deveria ser um disco incrível. Um pé no folk deixa o violão sempre audível nas 11 músicas deste 2º disco de Dan Wilsson. Mas lá pela 6ª ou 7ª faixa, começa a enjoar. O começo com “Horseshoe” e “Black Tambourine” são meus destaques.

Flowers – Do What You Want To, It’s What You Should Do (Kanine Records)
Primeiro álbum inteiro do grupo inglês após vários singles e EPS. Produzido por Bernard Butler do Suede vai frustrar aqueles que gostam de glam rock. Flowers segue a linha dream pop de Allo Darling e Sarah Records. A bola fora é a voz enjoada da vocalista Rachel Kenedy.

Spoon – They Want My Soul (Anti)
Oitavo álbum da banda bonitinha de Austin. O Spoon se parece com bandas cheirosas tipo Phoenix e Cake que não incomodam a gente e agradam seus amigos coxinhas (em SP) e playbas (no RJ). Mas também não “agrega” valor à sua discoteca. Ter todos os discos do Spoon na prateleira? Pra quê? Eu faria um bom disco do Spoon com 12 músicas. Deste disco “Do You” se destaca.

Dean Wareham – Dean Wareham (Double Feature)
Mais musiquinhas à la Velvet Underground, clima de barzinho. Algumas solos de guitarra excelentes e arranjos marcantes, mas no geral é mais do Luna e um sub Galaxie 500.

Caribou – Our Love (Merge)
O ex-Manitoba com mais um disco de chill-out. Dá pra ouvir num veleiro em Angra ou na Cote D´Azur ou numa loja de fashionista-hipster-wannabee. Mas como esta não é a nossa onda… Valem também as mesmas colocações sobre synth-pop 80´s do Future Island.

Avi Buffalo - At Best Cuckold (Sub Pop)
Segundo disco com hiponguices californianas. Quando entra o violão ou piano e a voz dá um sono, um tédio… mas algumas faixas se salvam como “So What”  e “Think It´s Gonna Happen Again”.

Pains of Being Pure at Heart – Days of Abandon (De-Luxe Version) (Painbow Music)
Talvez a versão Deluxe seja muito extensa, enjoativa. Mas o PBPH sempre foi essa coisa entre o indie e o pop. Muita chupação de Cure à la Disintegration, pouco inspirado.

Literature – Chorus (Slumberland)
Segundo disco, um pé no twee, um pé no pós-punk e melodias legais. Mas não empolga; é fácil de ouvir mas não marca. Expliquei?

Ariel Pink – pom pom (4AD)
Como no disco anterior, tem lampejos de criatividade mas a maluquice desenfreada comete erros grotescos no meio do caminho. As melhores músicas são as que remetem ao pós punk gótico dos anos 80, algo como um Sisters of Mercy sem maldade.


FRACOS

Firefiles - in Dreams
Fofo, tão fofo, mas tão fofo que enjoa. Aquela voz enjoada, de seda, ô coisa irritante. É indie até a medula, por isso enjoa.

Beck – Morning Phase (Capitol)
Longo, cheios de clichês do folk e a voz de Eddie Vedder elevada à quinta potência. Merece um Grammy porque é clichê, tipo as coisas do Grammy. Dentro do normal do Beck, discos bons seguidos de discos ruins.

Future Islands - Singles (4AD)
Primeiro disco do trio synth-pop pela lendária 4AD. Deve agradar quem amou os anos 80 ou a neófitos que não viveram esta época. Não é duro de ouvir mas é irritantemente derivativo. Tente ouvir David Bowie e seu álbum “Let´s Dance”  ou “Vienna”  do Ultravox que dá no mesmo.

Ex Hex - Rips (Merge Records)
Com a ex-Helium Mary Timony como band-leader, o 1º álbum pela gravadora do Superchunk é glam e proto-punk. Se você gosta disso, deleite-se com os clichês do gênero, usados sem moderação neste disco.
Nossa conclusão para Melhores de 2014, apenas internacionais, é esta:

Postado 14/02/2015 às 12:00

Second Come revisto

O jornalista Filipe Albuquerque postou um texto emocionante sobre o Second Come em sua coluna Blog Vox, publicada pelo portal Bem Paraná. Ele e a amiga Ludmilla Lima fizeram uma entrevista com Fábio Leopoldino e com Francisco Kraus no final dos anos 90, quando a amizade dos dois ex-integrantes do Second Come andava estremecida. Com autorização do Filipe, vamos republicar o trecho da coluna que fala do Second Come:

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“Publico o texto produzido pela amiga Ludmilla em 2000, que conta parte da história da banda sob o olhar de dois estudantes de jornalismo que mal sabiam direito o que estavam fazendo, mas que tentaram fazer o melhor. Pra concluir o curso e pra tentar ver o livro publicado, o que nunca aconteceu.

(…)

Leopoldino e Kraus em fogo cruzado
Falar com os dois ex-membros do Second Come hoje em dia é pagar para entrar em uma guerra
(por Ludmilla Lima, escrito para o TCC “Tropical Indie”, 2000)

No underground carioca circula a máxima: Fabio Leopoldino e Francisco Kraus não podem ouvir um o nome do outro.

É quase isso. Perguntado sobre os anos que esteve à frente do Second Come, Fabio é categórico: “Desculpe, mas eu não sou muito bom para guardar fatos que não vão servir no futuro. Talvez, outro membro da banda possa ser-lhe mais útil nesta parte”. Mudar de pergunta adianta pouco. “O que você considera como principais fatos que aconteceram ao fenômeno do Second Come?” “Não sei”, devolve Fabio.

O Second Come nasceu em 1989, quando Fabio e Francisco acabavam de desfazer a primeira banda em que tocavam juntos, o Eterno Grito. Marcado por toda carga de influências dos anos 80, era um grupo que compunha em português e dava lá seus shows. “Éramos mais jovens e, conseqüentemente, mais bobos. Queríamos fazer parte do mundo da música que ouvíamos. Joy Division, The Cure e outros. Para mim, foi o começo de uma experiência”, relata Fabio.

Na nova banda já não seria assim: desde o princípio, estava decidido que o Second Come apenas comporia em inglês. “Cantar em inglês para mim é uma coisa normal”, explica Fabio. “Desde pequeno, escuto música em inglês. Minhas irmãs e meu irmão escutavam músicas em inglês e eu não perguntava por que motivo eles não escutavam MPB. Até então, eu não fazia idéia de que existia uma MPB. Os jornalistas, empresários e ‘mpbistas’ é que se aborreciam com isso. Era mais medo do que amor à pátria, como proclamavam.”

“Com o fim do Eterno Grito, a gente decidiu que queria fazer algo totalmente diferente: colocar mais peso e tivemos umas idéias psicodélicas”, lembra o baixista Francisco. Ele mesmo admite que esse desejo de psicodelia morreu na primeira fita que a nova banda tentou gravar: basta citar que, no começo, as músicas do Second Come recebiam teclados nos arranjos. Para quem conhece os dois álbuns da banda, isso é algo quase inimaginável. Além de Fabio e Francisco, a primeira formação contava com Fernando Kamache na guitarra (membro do Second Come até o fim) e o baterista Dalton. Mais adiante, as baquetas ainda trocariam de dono duas vezes: seus substitutos seriam Kadu (mais lembrado na memória de quem acompanhou a banda) e Reyson.
Três, dois, um… boom!!!
Finalmente, a idéia de qual sonoridade seguir ficou mais direcionada e a banda gravou a sua primeira demo. “A gente gravou a fita com a única finalidade de conseguir agendar shows”, destaca Francisco. Foi ele mesmo que redigiu um release para apresentar a banda e entregar em casas noturnas, acompanhado pela tal fitinha. Era abril de 91 e a demo Wade’s Bed já continha a faixa que veio a ser o grande hit do Second Come: “Run, Run”.

É interessante notar que uma banda que cresceu tanto nessa época tenha algo a reclamar. Francisco tem e o problema parece ter sido muito mais o modo como a coisa desandou: “A gente ensaiava e tinha uma meninada em Niterói que começava a curtir música… Bia (Drivellers), Leandro (Squonks, Stellarblast, Stellar), Simone do Vale (Dash, Autoramas), Rodrigo Lariú… A gente achava que estava criando uma cena. Só que a coisa era muito mais babaca. De repente, a coisa foi tomando uma proporção que todos ali se achavam os entendidos do underground. Isso atrapalha quem quer fazer música, porque fica de fora da panelinha”. Para ele, esse é um dos motivos de o primeiro show do Second Come ter acontecido no Sesc Pompéia em São Paulo, e não no Rio ou em Niterói, como seria de se esperar. “Fui com esse release e a fita até o Sesc e o Retrô em SP e consegui agendar esses dois shows. O dono do Retrô acabou agitando outros shows para a gente, e aí sim a coisa foi acontecendo”, explica Francisco.

“Realmente éramos muito requisitados. Todas as bandas vivas naquela época queriam abrir nossos shows”, cita Fabio. Ao contrário de Francisco (que diz nunca ter entendido muito bem porque as pessoas gostaram tanto da banda e tão de repente), o ex-vocalista afirma sem modéstia: “Eu sabia que o Second Come iria ter uma boa projeção. Sem vaidade, nós éramos bons. O negócio era que eu sempre fui muito ligado em música e pouco ligado ao showbusiness. Para mim, o Second Come foi mais uma escola na procura da minha música pessoal. Nada particular, mas existia uma procura pessoal de como a música deveria ser feita e de como deveria ser tratada”. Algo que Francisco rebate sem pestanejar: “Esse foi um dos motivos que matou a banda. O Fabio foi se tornando uma pessoa insuportável e egoísta. A banda era algo pessoal, dele. Eu converso com os outros membros até hoje, não temos nenhum problema quanto a isso”.

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Diametralmente opostos
É íncrivel notar a oposição quase diametral do pensamento de cada um deles e imaginar, com todos esses anos de distanciamento dos fatos, que os dois conseguiram, um dia, estar juntos em uma banda. E não em uma banda qualquer: no Second Come, na grande banda do underground, que conseguiu vender mais de três mil cópias de seu primeiro vinil, You, assinando com o selo Rock It!, de propriedade do ex-Plebe Rude André X e do eterno ‘legionário’ Dado Villa-Lobos.

Elogiadíssimo pela crítica, o Second Come recebeu destaque em críticas nos cadernos de cultura dos principais jornais do país: Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo. A banda foi considerada revelação do começo da década pela então revista Bizz (hoje, Showbizz). Se há um ponto em que Fabio e Francisco concordam é que as críticas escritas por Marcel Plasse foram fundamentais para a banda: “A gente não conhecia o cara. Não sabemos como uma fita nossa chegou até ele. O fato é que, depois de uma crítica muito elogiosa dele no Estadão, as coisas começaram a acontecer para a gente”, lembra Francisco.

O começo do fim
1994. Cinco anos depois, não era apenas o Second Come que cantava em inglês e, apesar disso (ou talvez por isso mesmo), arrebatava elogios da crítica, marcava shows com facilidade e formava seguidores. Ao menos no Rio de Janeiro, estavam em situação semelhante grupos como Pelvs e Cigarretes, só para citar dois exemplos de peso. “Acontece que o próprio Second Come, no segundo disco, era tão falso quanto a cena da qual eu fazia parte”, afirma Francisco.

O disco em questão é o derradeiro Superkids, Superdrugs, Supergod and Strangers, de sonoridade bem mais eletrônica, contrastante com a crueza de You. Foi assim durante todo o processo de gravação do segundo disco? “Para mim, é muito simples: nosso segundo trabalho foi todo baseado numa idéia do Fabio de criar modernidade. Foi totalmente pensado, perdemos a originalidade.”

“Eu penso que todas as coisas existentes no universo estão em evolução constante, mesmo que não seja notada. E a música é uma delas. E eu quero fazer parte desta evolução musical. Eu quero participar disso. E não me importo que as pessoas nunca falem da minha música, ou se algum dia irão dizer algo sobre ela.” A declaração de Fabio de alguma forma completa o que diz Francisco: “No segundo disco, o clima pessoal era tão ruim que eu chegava, gravava os baixos e ia embora. E depois participei de alguns shows de divulgação do trabalho”.

De show em show, a convivência foi ficando cada vez mais difícil, e aí já se sabe qual o caminho natural das coisas. “O motivo do fim da banda eu nunca expliquei a ninguém, porque eu não queria. Mas eu saí da banda porque fechei o ciclo e precisava de novos rumos”, explica Fabio que, em seguida, formaria o Stellar com remanescentes dos Squonks e Drivellers. “Eu não falo com nenhum integrante da banda, da mesma maneira que eu não falo com antigos amigos”, continua ele. Para Francisco, a coisa é muito mais visceral: “A única coisa que move esse tipo de banda é a amizade entre as pessoas. Você não ganha dinheiro, você não tem estrutura, local para tocar… nada”.

Hoje, Fabio, 36 anos, voltou para o Stellar. Em 99, lançou pela Midsummer Madness o CD de seu projeto Polystyrene, Underwater. Dá aulas de pintura e desenho: “Mas o que eu gosto mesmo de fazer, mais até do que musica (eu não comparo), é escrever. Contar estórias. Acho que tenho melhorado”. Apesar disso, um de seus projetos engavetados, o True Black Tones, deverá se transformar no próximo lançamento do Stellar.

Francisco, 38 anos, já formou duas bandas: o sessentista Terrible Head Cream, que durou até meados do ano 2000 para agora se transformar no Jess Saes, que começa a ensaiar a psicodelia da década de 70 com canções em português.
Estranho. Tudo muito estranho.

Postado 11/02/2015 às 14:48

Lava Divers cheio de elogios

Com show agendado para dia 28 de fevereiro em São Paulo (info abaixo), gravações ao vivo para o site Showlivre, a Lava Divers tem recebido elogios de todos os cantos.

tbci_lava_divers

Colecionamos alguns abaixo:
Curto, bruto e dotado de uma simplicidade admirável. Leia na íntegra:
http://roadtocydonia.com.br/5-discos-brazucas-8/

O som é sujo, com carga excessiva de riffs, distorções e um Q de pop. Leia na íntegra:
http://musicombo.net/2015/02/02/o-som-mono-do-lava-divers/

Os Lava Divers fizeram uma ótima estreia. Leia na íntegra:
https://seletoresdebeat.wordpress.com/2015/01/23/lava-divers-lava-divers-ep/

Banda mineira com pegada 90tona, big muff ligado e vambora. Leia na íntegra:
http://www.rockexmachina.com.br/os-100-albuns-alternativos-de-2014-que-voce-precisa-conhecer/

Se isso já não bastasse para você querer ir ao show, aqui vai um ao vivo gravado na Casa do Mancha na última vez que eles estiveram em São Paulo.

Imagem de Amostra do You Tube
Postado

Frabin, Mickey Junkies e The Cigarettes acústico – mais shows

Quinta dia 11 de fevereiro em Floripa, Frabin:

frabin

 

sábado, dia 21 de fevereiro, The Cigarettes acústico: Colares e Gordinho (Pelvs) fazem em SP o show que rolou no Rio, confira aqui:

Imagem de Amostra do You Tube

E vá no show em SP:
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Por fim, também em São Paulo, dia 06 de março, Mickey Junkies!

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Postado 09/02/2015 às 18:13