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\ZINE - setembro de 2014\

Rare live performance: ELS na festa Juvenilia, sexta no RJ

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Sexta que vem, dia 03 de outubro, para confundir ainda mais seu voto no 1º turno da eleição, tem edição da festa Juvenilia com show do Electric Lo Fi Seresta. Guilherme lançará o EP “Lunare”, o primeiro da banda pelo midsummer madness. Ao vivo, em uma de suas raríssimas aparições, o ELS será Guilherme Almeida e Joab Régis.

A festa Juvenilia conta com os DJs residentes Vinicius Leal, Guilherme Almeida e Gordinho (Pelvs). Esta edição terá como DJ convidado Rodrigo Lariú (midsummer madness).

Os clássicos e as novidades extemporâneas do indie rock e do indiepop em uma edição especial no Espaço Multifoco: de Pavement a Wild Nothing, de Teenage Fanclub a Radio Dept, de The Sundays a Craft Spells.

Sexta 03/10 – 23h30
Multifoco – Av. Mem de Sá, 126 Lapa – Rio de Janeiro.
Ingressos: R$15 (até 00h) ou R$ 20 (após 00h)
Confirme presença no facebook torne-se uma pessoa mais sociável, clicando aqui

Postado 27/09/2014 às 13:47

Uma noite barulhenta em São Paulo

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foto por Jakelina Soarez


Quarta, 23 de setembro. O Loomer participou do projeto Prata da Casa, organizado há 15 anos pelo SESC Pompéia. Várias bandas e artistas interessantes já passaram por lá como Silva, Apanhador Só, Romulo Fróes, Vanguart, Cícero. Na vez do Loomer, a casa teve mais uma vez boa presença de público. Esta edição mais recente do projeto, com os artistas selecionados por Marcelo Costa (Scream & Yell) tem tido bom público, o que mostra sintonia entre curadoria e o que o público quer ver.

Nos dias seguintes ao show rolaram várias fotos, um bom texto do Floga-se e alguns vídeos…

Obrigado especial à Marcelo Costa, Bruno Montalvão, Inker (Fabiana, Nathália e Letícia).

Resenha do blog Floga-se:
“Mas canções como “Slow Dream”, “Dark Star”, “Not So Wrong”, “Enough” e “Road To Japan” se tornam tão pesadas e doces e potentes ao vivo, que fica aquela impressão de que é preciso ver a Loomer ao vivo mais do que ouvir em casa.”
Leia na íntegra clicando aqui.

Mammoth Butterfly por Maurício Machado:
Imagem de Amostra do You Tube

Slow Dream por Fernando Lopes:
Imagem de Amostra do You Tube

Postado 25/09/2014 às 21:46

Luisão Pereira, do Dois em Um, compoe trilha de curta

O curta metragem “Menino da Gamboa”, dirigido por Rodrigo Luna e Pedro Perazzo, tem música de Luisão Pereira, do Dois em Um. O filme será exibido no Festival do Rio de 2014. Veja as sessões clicando aqui.

Postado 23/09/2014 às 7:34

Jangle bossa twee pop! Electric Lo-Fi Seresta

foto els ao vivo

In Brazil, seresta is a late night viola party, usually played in the countryside, under the moonlight, with people lazying and drinking some cachaça. It’s never electric, sometimes very lo-fi. But Electric Lo-Fi Seresta is a solo project by Guilherme Almeida, guitarist in The John Candy. Midsummer Madness is putting out his second compilation of songs, entitled Lunare EP.

Lunare EP features 8 songs, four from two recent singles (one of them also released in cassete & CD by Custom Made Music, from Virgina, US), one live version of “Noites Brancas” and three exclusive and new songs for this EP.

Crazy about 80′s janglepop, chorus & reverb drenched songs, minor chords from bossa nova, intuitive K Records lo-fi and Durutti Column, Guilherme keeps on recording bedroom twee and we decided to put this compilation out. Initially, a song called “Your Favourite Sarah Song” was the hook… but after a first listen, you can see that there’s much more on ELS’s tracks. A certain space, a kind of imperfection that makes the melodies even more fascinating.

Lunare is available through midsummer madness only in digital. You can listen and download lo-res version in the band’s portuguese page here, or, you can buy hi-res version of the EP in our bandcamp.

Almost all the songs have videos, try watching the playlist below:

Postado 21/09/2014 às 15:26

Electric Lo-Fi Seresta: Jangle pop 80′s em mais uma safra de bedroom-indie-rock

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Depois d’ A Última Peça, mais uma excelente garimpagem de registros que não poderiam ficar escondidos: Electric Lo-Fi Seresta é o projeto paralelo de Guilherme Almeida, guitarrista da banda carioca The John Candy. Gravações do final dos anos 90, luar da roça com acordes de bossa nova, janglepop oitentista, chorus e reverb saturados, K Records e  Durutti Column trouxeram à tona a 2ª compilação da ELS, com 8 músicas, sendo 4 já lançadas em singles, uma ao vivo e 3 temas inéditos.

O EP Lunare está sendo lançado este final de semana em versão digital pelo midsummer madness e o raro show de lançamento será dia 03 de outubro, no Espaço Multifoco, dentro da festa Juvenília, no Rio de Janeiro (evento no facebook)

Quase todas as músicas do ELS vêm acompanhadas de um vídeo (veja playlist na página da banda). “Geralmente sou eu mesmo quem faço os vídeos, sem a preocupação de levar isso muito a sério, apenas para que as músicas tenham um canal a mais para serem escutadas. Mas acho que, talvez por força do hábito e da repetição, algumas músicas ficaram muito associadas às imagens que as acompanham nos vídeos, todos editados na mais inconsequente molecagem“, defende-se Guilherme.

O Electric Lo-Fi Seresta não se preocupa muito com shows. A ideia é tocar pouco porque Guilherme não vê a banda como protagonista de eventos rock-badalação que acontecem no Rio. “Não seria bom para o público, nem para mim“. Nas serestas, Guilherme é acompanhado pelo baterista Joab Regis, que toca também no The John Candy.

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Electric Lo-Fi Seresta

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Electric Lo-Fi Seresta é o projeto solo de Guilherme Almeida, guitarrista da banda carioca The John Candy. Para dar vazão às “taras idiossincráticas de enésima potência como o janglepop oitentista, os pedais de chorus e reverb em regime saturado, os acordes menores da bossa nova, as gravações ultraintuitvas das primeiras bandas da K Records e o Durutti Column“, Guilherme foi redescobrindo músicas próprias que ficaram guardadas em caixas de fitinhas K7 no armário.

Algumas composições remontavam os anos de 1996 e 1997, quando ele morava em Paquetá e passava a maior parte tempo compondo e tocando pra ninguém. “Noites brancas”, por exemplo, é desta época. Para evitar o risco de perder estas músicas, ao longo de 2012, Guilherme montou a primeira compilação que se chamou “Ao Vivo Sem Vocês (It Was Nothing Personal)” gravando temas novos e regravando as músicas da caixa de fitas cassete. “Como disse, de início foi apenas uma forma rápida – com o John Candy todo o processo é mais lento, rebuscado e coletivo, o que também me agrada bastante – de não deixar escapar algumas ideias que me pareciam ser dignas de algum registro, por mais modesto que fosse“, explica Guilherme.

O primeiro nome Electric Lo-Fi Orchestra veio meio sem pensar: com um show marcado na antiga Drinkeria Maldita de Copacabana, teve que decidir em cima da hora para começar a divulgação. Algum tempo depois, quando começou a gravar, renomeou para Electric Lo-Fi Seresta. O motivo são as raízes em Campos dos Goytacazes, interior do Rio. “Minha família não é nem do centro da cidade, é da roça mesmo. Nasci lá e vim adolescente para o Rio. Sempre que vou visitá-los, me entretém o movimento em direção às serestas locais, algumas regadas a alambique!“, relembra Guilherme, “vou te contar que normalmente a lua e o céu de Poço Gordo, a roça onde meu pai mora, faz qualquer seresta pautada em Altemar Dutra, de quem minha mãe é fã,  ganhar contornos de um videoclipe do Cocteau Twins!

Lunare EP é a 2ª compilação com músicas lançadas desde 2013. São 8 músicas, as quatro primeiras de dois singles que já tinham sido disponibilizados no Bandcamp e distribuídos por um selo americano, o Custom Made Music (da Virgínia, EUA, que tem o Ceremony e o Peter Hook & The Light), e que deve estar finalizando uma prensagem em CD e K7  de “Juvenilia/Dont Tell Him” em outubro de 2014.

Entrou também no Lunare EP uma versão ao vivo de “Noites Brancas” e outras três que eram inéditas até então. Quase todas as músicas do ELS vêm acompanhadas de um vídeo (veja playlist abaixo). “Geralmente sou eu mesmo quem faço os vídeos, sem a preocupação de levar isso muito a sério, apenas para que as músicas tenham um canal a mais para serem escutadas. Mas acho que, talvez por força do hábito e da repetição, algumas músicas ficaram muito associadas às imagens que as acompanham nos vídeos, todos editados na mais inconsequente molecagem“.

Com o John Candy como atenção maior, Guilherme não se preocupa muito com shows do ELS. A ideia é tocar pouco porque ele não vê a banda como protagonista de eventos rock-badalação que acontecem no Rio. “Não seria bom para o público, nem para mim“. Nas serestas, Guilherme é acompanhado pelo baterista Joab Regis, que toca também no The John Candy.

O show de lançamento do EP será dia 03 de outubro no Espaço Multifoco, na festa Juvenilia, no Rio de Janeiro.

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A Última Peça, new project from Luisa mandou um beijo’s guitarist

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A Última Peça (The Last Play) was to be just an archive of songs written by Fernando Paiva, guitarist at Luisa mandou um beijo. After becoming father of 2 wonderful children, and with no time left to record his songs, Fernando decided to register a few in homemade recordings.

But this simple register became bigger and bigger…. 2nd guitar, bandolim, programmed drums, bass and a simple personal archive became a band. Next Act? He called friend Dimitri (from Diahum) to put vocals and Dimitri brought together his partner Alexandre Hofty. Alexandre mastered and programmed drums. As a result, “Ato I” A Última Peça first EP is out. Delicious and unpretensious pop, with brazilian feel and lofi twee internationalism.

“Ato I” is out now, with 6 songs. Go to the band’s page to listen and download lo-res version or buy (pay whatever you want) hi-res EP here.

Postado 13/09/2014 às 12:21

A Última Peça: novo projeto do guitarrista do Luisa mandou um beijo

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A Última Peça era para ser apenas um registro das músicas escritas mas nunca lançadas por Fernando Paiva, guitarrista da Luisa mandou um beijo. Pai de duas crianças lindas e sem tempo para o violão, ele decidiu registrar no laptop, sem muitos recursos, as letras e os arranjos. Só que foi se empolgando… 2ª guitarra, bandolim, bateria programada, baixo… e o que era para ser apenas um registro particular virou uma banda.

Próximo Ato? Chamou o amigo Dimitri (do projeto Diahum) para colocar voz nas composições. E o Dimitri também se empolgou, trouxe uma música que era para ser do Luisa mandou um beijo e ainda incluiu o Alexandre Hofty na masterização da brincadeira toda. Resultado, “Ato I”, primeiro lançamento d’ A Última Peça é um EP deliciosamente pop e despretensioso, para matar a saudade dos fãs do Luisa mandou um beijo e ir além.

A Última Peça já tem os próximos atos gravados, aguardando finalização. Sobre a Luisa mandou um beijo, Fernando adianta: “Demos um tempo depois do lançamento do terceiro álbum porque cada um de nós queria se dedicar a projetos paralelos. Eu tinha acabado de ser pai e estava sem tempo para ensaiar toda semana. Além disso, queria me dedicar mais à literatura (Fernando lançou em 2013 seu 3º livro “Somente a verdade”). A Flávia estava precisando de mais tempo para a sua carreira solo. O Daniel Paiva, nosso trompetista, estava superatarefado com a Orquestra Voadora. E um pouco depois nasceu o filho do Pedro Paulo, nosso outro guitarrista. A Luisa está em stand-by, eu diria. De repente no futuro a gente volta, para matar a saudade“.

Aproveitando a nota, Flávia Muniz está promovendo um crowdfunding para gravar seu 2º disco solo. O primeiro álbum “Descalços Sobre a Terra” saiu em 2012 pela prestigiada gravadora indie espanhola Elefant e no Japão pela Production Desinee. Participe do crowdfunding clicando aqui.

 

 

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A Última Peça

A Última Peça nasceu logo após o último show da Luisa mandou um beijo, em junho de 2012. Originalmente era pra ser um projeto particular do Fernando Paiva (guitarrista do Luisa mandou um beijo), mas acabou se transformando num “triálogo” com Dimitri e Alexandre Hofty. Em setembro de 2014, o “Ato I” é encenado.

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Fernando sempre memorizou suas composições por meio de repetidas execuções ao longo dos anos. Porém, com o nascimento do primeiro filho, ele parou de tocar com a Luisa e diminuiu muito o tempo que passava com o violão em casa. Com medo de esquecer as músicas, decidiu gravá-las no laptop mesmo. Ele explica: “A ideia era gravar apenas base e voz. Mas claro que não resisti e fui acrescentando outras guitarras, depois baixo, bateria programada… E aí, o que era apenas um projeto de memória foi se tornando um novo projeto musical para valer. Chamei de “A Última Peça” e convidei o Dimitri para cantar. Foi tudo gravado em casa, direto no laptop, inclusive as vozes, o violão e o bandolim“.

Das seis músicas do “Ato I”, apenas “O passo da Luisa” é do Dimitri, inspirada nas composições da Luisa mandou um beijo. “Fiz uma música sua, Fernando“, ele disse. E é a música mais pop. Segundo Fernando, o convite para Dimitri cantar tem dois motivos básicos: ele é um grande amigo e parceiro artístico e, se a Flávia Muniz cantasse ia ficar muito com cara de Luisa mandou um beijo. O Alexandre Hofty entrou no projeto para dar uma melhorada na mixagem e fazer a masterização. “Ato I” foi gravado em casa entre junho de 2012 e dezembro de 2013, tudo no laptop, inclusive usando o microfone embutido! Era para ser bem lo-fi, mas o Alexandre deu uma melhorada e acabou ajudando também na programação e timbragem das baterias.

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As músicas curtas (somente “Noite Azul” ultrapassa os 3 minutos) vêm acompanhadas por fotos tiradas com o celular. Nenhuma delas foi feita especificamente para as músicas – à exceção de “Amor de bandolim”. Fernando explica: “Adotamos na Última Peça o seguinte conceito de produção: use o que você tem. É uma variação do “faça você mesmo” punk. O que tenho que possa usar como ilustração? Fotos do Instagram? Então vamos lá. O que tenho para gravar as músicas? Um laptop com Garage Band? Beleza. E por aí vai. A Última Peça é um projeto para nos dar prazer, não para nos estressar. Depois dos 35 anos, com dois filhos, mais do que nunca, quero arte para o meu prazer“, conclui.

“Ato I” conta com o trumpete de Daniel Paiva (Luisa mandou um beijo, Orquestra Voadora, Fanfarra Paradiso) na música “Amor de Bandolim”.

Outras conexões d’ A Última Peça:
Fernando Paiva – Luisa mandou um beijo, (livro) Somente a Verdade, (livro) Salvem os Monstros
Dimitri BR – Diahum, VDP
Alexandre – Diahum

 

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Yuri, do Beally, e uma campanha importante para doação de orgãos e sangue

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Yuri Pinta, o cara por trás do Beally, guitarrista no Oort CLouds, é portador de IRC, Insuficiência Renal Crônica. Por conta de horas na hemodiálise, Yuri resolveu colocar seu rosto nessa campanha depois de ver um post em uma das comunidades de doentes renais. “A pessoa colocou o nome na foto e pronto. Pensei: com um rosto conhecido as pessoas se tocam mais, se solidarizam e bingo! Já são quase 200 compartilhamentos somados. O alcance disso é enorme! Vi os amigos escrevendo textos e explicando o porquê de informar a família que é doador, muitas e muitas pessoas desconhecidas fazendo o mesmo“.

Yuri resolveu se mexer porquê na clínica dele existem quase 130 pacientes esperando há um ano e até agora nenhum deles foi transplantado pela fila. “As pessoas têm medo de doar, existem muitos mitos que são perdurados pela falta de informação. Maneirem no sal e açúcar! Hipertensão e Diabetes são dois dos principais causas para a IRC, só pra constar” explica Yuri.

Yuri só descobriu o problema quando parou no CTI. Os sinais: espuma na urina, dores de cabeça absurdas (“que foram previamente diagnosticadas como enxaqueca por 3 médicos”) pequenas alucinações causadas pela uréia alta. “Falo sempre sobre a questão da creatinina e ureia. Sempre que for fazer exame de sangue, solicite ao médico esses dois testes. Outra questão que preocupa é a diabetes, a maior parte dos companheiros de hemodiálise estão lá porque tiveram seus rins destruídos pela diabetes“, acrescenta.

Hoje Yuri faz hemodiálise e está na fila do transplante. Desde o dia que ele descobriu que precisava de um rim novo, irmãos e familiares se dispuseram a doar. A doadora será uma das irmãs. Estamos torcendo para que tudo de certo. O transplante não é a solução total e a disposição dos familiares não é regra para todos. Por isso a campanha.

Enquanto esperamos, Yuri tem tocado pouco: “O braço ora tá bom, ora tá todo detonado, cheio de hematomas causados pelas punções.“. E o Beally? “Fizemos aquela apresentação em 2008 nos 20 anos da MM e acabou ali mesmo a formação. Uns meses depois comecei a tocar com o Kraus, Renato, Fernando Newlands do Eterno Grito e Marcelos Pires do Jess Saes respectivamente. Continuo compondo, gravando em casa no esquema one-man-band. Em breve terei uns dois ou três discos cheios pra mostrar, haha! E fiquei feliz de ver a música “Time” no Radical. Ainda não assisti ao doc completo, mas tô lá nos trailers.

Sites para consulta:
http://www.transplanterenal.com.br/duvidas.html
http://www.sbn.org.br/

Postado 12/09/2014 às 13:28