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\ZINE - outubro de 2012\

Pré-pré

Imagem de Amostra do You Tube
Postado 18/10/2012 às 20:58

A Mágica Deriva dos Elefantes

Segundo CD do Supercordas, com 12 músicas inéditas, incluindo “Índico de Estrelas”, “Mumbai”, “Um Grande Trem Positivista”. Capa em digipack, encarte com letras.
Com um propósito distinto e até difícil quando observado em comparação ao primeiro disco da banda, A Mágica… lentamente edifica um paredão sonoro e lírico que praticamente alimenta um cenário hermético para o surgimento da agora renovada banda.” (nota 9 no Miojo Indie).

“A Mágica Deriva… é daquele melhor tipo de álbum que existe: a cada audição há uma nova experiência“. (Move That Jukebox)

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Postado 16/10/2012 às 21:49

nana

nana fez 22 anos no começo de outubro de 2012. Isso significa que quando ela nasceu, o midsummer madness já tinha 1 para 2 anos de vida. Ela começou a registrar suas músicas sob este pseudônimo quando ainda tinha 20 anos, em 2011. Mas suas músicas começaram um pouquinho antes, aos 14, aprendendo piano com um vizinho em Salvador, onde mora. Só depois de voltar de um intercâmbio na Rússia, trocar a faculdade de Jornalismo pela cadeira de Composição e Regência na UFBA e conhecer o compositor e guitarrista João Vinícius, que Ananda Lima virou nana. E foram algumas demos até a 1ª oficial, “As nuvens”, em setembro daquele ano, com 3 músicas. Embalada por referências da chanson francesa, sabores de morango e encanada com acordar cedo para ter que produzir sua discografia, nana foi lançando umas músicas soltas aqui, outras ali, até chegar a “Expressionismo Alemão”.

Lançada originalmente em seu site em dezembro de 2011, foi como a conhecemos. “Expressionismo Alemão” tem 4 músicas, todas embaladas por um jeitinho anos 60, bossa nova, de voz suave e tecladinhos lounge. Quando estava terminando de produzir a demo, ela relatou: “Essa já deve ser a quarta ou quinta versão nos três anos que se passaram desde que a escrevi. A primeira era só voz e piano simulando uma caixinha de música, mas a que ficou mais conhecida, por assim dizer, foi a gravada na Rússia. Lembro que foi Roman, o baterista russo, que sugeriu uma levada mais latina, mais pra bossa nova.”

nana se diverte tocando músicas dos outros e postando no seu site. Lá ainda tem “Baby” do Caetano Veloso, “Wake Up Alone” da Amy Winehouse, “L’Appareil À Sous” de Serge Gainsbourg, “Chansons D’Angela” de Michel Legrand; ela também participou da coletânea Retratos, um tributo ao Los Hermanos, cantando “Retrato Para Iaiá”, fez um vídeo para “Odara” do Caetano Veloso misturada a “Punhal de Prata” do Alceu Valença para o programa de TV Evidente, além de uma versão para “Garota de Ipanema”. Tem ainda músicas que ela fez como trilha sonora para o curta “Lemon Lips” e videozinhos feitos em casa com mais versões como “You Don’t Know Me” (Caetano de novo).

Resolvemos relançar a demo “Expressionismo Alemão” aqui no midsummer madness para oficializar a parceria e a nana gentilmente liberou não só toda a demo como as belas versões que fez para nossa banda favorita: “When You Sleep” e “Can i Touch You” do my bloody Valentine. Em 2013, nana lançou seu primeiro álbum em versão digital: “Pequenas Margaridas”. Como escreveu em seu site, “através dos sons delicados e por vezes introspectivos de sua música que podemos entrar de verdade em seu universo e reaprender o significado das (…) coisas muitas vezes banais, mas que, aos olhos de nana, parecem adquirir um outro tipo de vida. O nome pequenas margaridas foi escolhido (..) do filme homônimo de 1966, de Vera Chytilová”.

Para chegar num resultado orgânico mas produzindo num esquema do-it-yourself, nana gravou todos os arranjos em casa, criou bases eletrônicas sem utilizar efeitos de quantização e nas vozes dispensou os plug-ins de afinação. “Pequenas Margaridas” foi produzido e arranjado por nana e finalizado por Luis Calil e pode ser comprado no site oficial da nana.

Postado 07/10/2012 às 14:50