random songs

\ZINE - maio de 2009\

Show de lançamento do Luisa mandou um beijo

flyer_luisa_28maio09.jpgNesta quinta feira, dia 28 de maio.
na Nova Drinkeria Maldita – rua aires saldanha, 98 – copacabana (paralela a praia de Copacabana, atrás da Boate Help, entre rua miguel lemos e djalma ulrich).

Ingressos: R$25 – ingresso + CD do Luisa mandou um beijo novo
R$15 – ingresso normal
R$10 – lista amiga (deixe nome e sobrenome na comunidade do Orkut ou mande email até 16h de quinta)
a lista só vale para quem chegar até 21h.

A casa abrirá às 20h e o show começará pontualmente às 21h.

Veja o Luisa mandou um beijo tocando “Borboleta Imperial” no festival Humaitá pra Peixe (janeiro/09):
Imagem de Amostra do You Tube

E agora, “Mar sem sal” ao vivo no mesmo festival:
Imagem de Amostra do You Tube

“Boa tarde Sr. Smith”:
Imagem de Amostra do You Tube

E a antiga “Júlia” :

Imagem de Amostra do You Tube
Postado 27/05/2009 às 13:01

Luisa mandou um beijo lança CD no Rio

Luisa mandou um beijo faz show de lançamento de seu 2º CD nesta quinta-feira, dia 28 de maio, na Nova Drinkeria Maldita em Copacabana. Saiba mais detalhes no ZINE.

Postado

Zine mm 05 no ar

Lançado em 1992, a 5ª edição do fanzine midsummer madness traz Second Come, Low Dream, Manoel de Barros, Watchmen e outras matérias à moda do século passado. Com 20 páginas, em xerox, você pode reler o mm05 em PDF baixando-o no ZINE

Postado 25/05/2009 às 9:48

Fanzine midsummer madness nº 5

fanzine_mm_05_capa.jpgEm algum momento do ano de 1991, perto do início de 1992, lançamos a edição nº 5 do fanzine midsummer madness. Com 20 páginas, ainda reproduzido em xerox, esta edição do midsummer madness foi assinada por Rodrigo Lariú e 2 novos editores: Michel Alecrim e Gabriela Dias, todos colegas de UFRJ.

Na capa, Beatriz Lamego, à época, guitarrista das Drivellers, em foto revelada por Cadu Pilotto. Dentro, matérias sobre as bandas brasileiras Drivellers, Garage Fuzz, Adventure, Make Believe, Low Dream e uma matéria de 2 páginas com Second Come, que acabava de lançar sua 3ª fita demo. Além da entrevista exclusiva com um Second Come ansioso por gravar seu primeiro vinil, a edição 5 do midsummer madness trazia uma história em quadrinhos surreal desenhada por Fábio Leopoldino, guitarrista e vocalista do Second Come.

Outros destaques eram uma matéria sobre o escritor Manoel de Barros, uma análise da MTV recém chegada ao Brasil e divagações a respeito de Watchmen. Esta edição do fanzine tinha alguns anunciantes, principalmente as lojas de CDs importados Spider e Rock It! do Rio de Janeiro, e apoio do Cetex da ECO – UFRJ que forneceu cópias xerox.

Para homenagear mais uma vez Fábio Leopoldino, resolvemos começar a disponibilizar as edições do fanzine midsummer madness por este número 5, que teve ajuda fundamental do amigo.  Clique aqui para baixar o PDF completo do midsummer madness nº 5 (atenção: arquivo com 10Mb)

Postado

Podcast do Cassim

Cassiano, do Cassim & Barbária, gravou um podcast contando um pouco mais sobre como a foi a turnê da banda pela América do Norte. Escute aqui:

Postado 23/05/2009 às 21:29

Nervoso lança CD nesta quarta no RJ

Quarta dia 20 de maio tem show de lançamento do 2º disco do Nervoso e os Calmantes no Cinematheque no Rio de Janeiro. A festança começa às 20h com happy hour comandado por Banda Leme Redux. Por $25 você entra na festa e ainda leva o CD novo. Mais detalhes no ZINE.

Postado 19/05/2009 às 17:41

Sweet Fanny Adams na Billboard

foto3.jpgcalma,
não é o top100, ainda…

news:
A música “hate song #3″ da banda pernambucana SWEET FANNY ADAMS foi selecionada para entrar numa compilação da “Billboard & ADWEEK – Music & Advertising Conference”:
http://www.billboardevents.com/billboardevents/ma/schedule/index.jsp

“hate song #3″ vai representar o Brasil, o mmrecords e o Sweet Fanny Adams numa coletânea em CD que chegará às mãos de 250 a 300 executivos de agências de publicidade, sincronização e music supervisors de empresas no evento BILLBOARD & ADWEEK – Connecting Brands and Bands, em Nova Iorque dias 4 e 5 de junho 2009.

A banda já entrara na trilha sonora do seriado “Alice” veiculado na HBO – veja: http://www.youtube.com/watch?v=labuNTXENOE&feature=channel_page .Em junho, uma música nova do Sweet Fanny Adams também entrará num novo seriado da MTV Brasil.

Postado 17/05/2009 às 15:50

Polystyrene

polystyrene_fotomontagem.jpgProjeto paralelo da Fábio Leopoldino (Second Come, Stellar), Johann Heyss, Régis (ex 4track Valsa, com passagens por Cigarettes, Stellar e depois Supercordas) e Sol Moras (Stellar, Swallow 5, atual Enseada Espacial).

Gravado em 1999 no Estúdio Freezer (antigo estúdio da Pelvs, em Botafogo, RJ) e lançado no mesmo ano em fita cassete e CDR. A produção das 7 músicas é de Sol Moras e Fábio Leopoldino. (Na foto montagem tosca ao lado, Régis a esquerda, Sol no meio e Fábio à direita).

Polystyrene nunca fez shows. Era um projeto de estúdio com influências de eletrônicos ambient e pós-rock da gravadora Kranky, como Bowery Eletric, Amp, Godspeed You Black Emperor, Low, Jessamine e pioneiros do shoegazer mais instrumental como Flying Saucer Attack. A banda gravou 2 CDs, o primeiro é “Underwater”, lançado pelo midsummer madness como mm41.

Sol escreveu o seguinte texto a respeito da banda:
Tinha fases em que o Fábio ficava insatisfeito com isso ou aquilo no Stellar – imagine só juntar 5 cidadãos num empreendimento sem fins lucrativos – e uma vez decidiu fazer tipo um projeto solo. Ligou me chamando e anunciando que se chamaria Polystyrene. A coisa já devia estar toda pronta na cabeça dele, porque antes de gravar já existia até a capa do peixinho branco no fundo preto.

Enquanto tento abstrair os ruídos intermináveis dos meus vizinhos, lembro que o Johann Heyss tinha feito uns loops de bateria muito bons e o Fábio queria gravar uma guitarra e uma voz em cima. Beleza. Ele veio, consagrou um verde e gravou as suas coisas. Sempre de primeira, porque não gostava de repetir. Quando eu dava a entender que podia ter ficado melhor – audácia! – ele repetia, mas contrariado.

Chamei então o professor Régis Argüelles pra botar o baixo, o que ele fez sem problemas porque o Régis é foda. Aí eu fiz a minha presepada, mixei, mostrei pro homem e ele gostou. Eu não achava que existia a necessidade de ter um outro nome que não fosse Stellar. Por mim, Stellar seria qualquer coisa que a gente gravasse, mas ele queria Polystyrene e assim foi.

Um dia, uma menina meio argentina e meio paulista veio aqui em casa fazer comigo e Beatriz uma “entrevista com o Stellar” e – papo vai, papo vem – lá se foi o meu CD do Polystyrene. Ela não roubou, eu dei pra ela. Fiquei uns 6 anos sem escutar e tô achando muito maneiro. A percepção realmente muda ao longo do tempo. O Fábio mesmo, quando acabou de gravar o Ultramar, me disse que não tinha gostado do disco. Isso partiu o coração. Mas, 5 anos depois, me liga e diz que tinha acabado de escutá-lo e achado maravilhoso. Esses disquinhos, by the way, agradecem a sua existência ao Dodô e ao Gustavo Seabra da PELVs, donos do estúdio Freezer e que são, de alguma maneira, seus co-produtores [mesmo que o Gustavo considere os discos, o que é muito provável, "mal-gravados" (haha!)].

Postado 16/05/2009 às 19:10