Midsummer Madness


Private Dancers

Private Dancers

capa_the_form.jpg Lançado no final de junho de 2008, o ep The Form traz duas novas músicas do Private Dancers. As duas músicas foram gravadas entre abril e maio de 2008 nos estúdios Alameda e Boombox no Rio de Janeiro; mixadas e masterizadas por Pedro Garcia (da banda Rockz).

É a música que abre os shows da banda atualmente. Escute e baixe de graça ao lado.

Enquanto isso, “Well Well Girl”, uma das primeiras músicas do Private Dancers tem um remix na coletânea da revista O Grito - clique aqui . O responsável por deixar a canção ainda mais dançante foi Jenner (dj, agitador cultural, lenda do live PA e nosso amigo de longa data). Ele usou as gravações da primeira demo que fizemos em seu estúdio em 2006. Para quem quiser se aventurar, Jenner ainda deixou o kit de arquivos .wav disponíveis para quem quiser arriscar um remix também: http://www.misturinha.com/privatedancersremix/

E o primeiro remix que recebemos foi de ninguém menos que o DJ paulista Alexandre Bezzi. Não deixem de dar sacada na versão Bezzistica da nossa Girl:
http://fiberonline.uol.com.br/bezzi
http://www.myspace.com/djbezzi

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O Private Dancers começou em meados de 2005 quando a cantora Tatiana Rojas (em destaque na foto acima) e a tecladista Gabriela Capello (primeira à esquerda) se juntaram ao guitarrista João Felipe (de camisa listrada), ao baterista Gabriel Franco (de óculos) e à baixista Carol Vaz (primeira à direita). Todos figuras boêmias, românticas que, perambulando pela noite do Rio de Janeiro, se encontraram e descobriram em meio à escuridão, à fumaça, ao barulho ensurdecedor e ao brilho dos estrobos. Um oásis feito de afinidades e diferenças instigantes.A proposta do quinteto é simples: tocar aquilo que gostam, da forma que bem entendem. Ainda assim, como mágica, a música nasce vibrante e acessível, feita por gente que se criou ao som de Duran Duran, Pretenders, Blondie, Suede, Pulp…

Ao vivo, o Private Dancers é um caso raro de banda que consegue ganhar o público apresentando repertório próprio, ainda pouco conhecido e em inglês. O segredo, segundo os integrantes, é gostar verdadeiramente do que tocam, fugindo de fórmulas de sucesso fácil. Prova disso que no começo de 2007 o Private Dancers ficou em segundo lugar no Festival London Burning, um voto apenas atrás da primeira colocada.
private-dancers-2007_08.jpgTambém no início de 2007, o Private Dancers chegou ao midsummer madness através do MySpace. Ou vice-versa. Pouco importa. Após ter visto um show, os ‘capos’ do mmrecords decidiram relançar o EP “Music for Special Occasions” que aos poucos tomava forma na página da banda no MySpace. Para este lançamento no mmrecords, as 4 músicas foram refeitas, algumas totalmente regravadas. Além disso, Carol, a baixista, fez esta capa ao lado, que você pode baixar para guardar junto com as músicas.

Fazer aquilo que gostam, mais uma vez, é a única regra. E tudo o que eles gostam está presente de alguma forma em suas canções: rock, eletrônica, música pop, arte, literatura, cinema, cores, imagens, liberdade, futuro, vida noturna, paixões, álcool, lugares, não-lugares, pessoas, cidades, ambigüidades.

Bem-vindo ao mundo dos Private Dancers. Aqui servimos a nós mesmos para melhor servir a você.

“Empty Room” ao vivo no Teatro Odisséia / RJ (maio 2007):

Fotolog da banda: www.fotolog.net/privatedancers
Comunidade Private Dancers no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=13368044

O que andam dizendo sobre a banda:
“O som da banda carioca – cantado em inglês – não soa exatamente como trilha sonora para dias ensolarados. Seus integrantes, inclusive, não são muito chegados à moda praia. “Não combina muito com o nosso figurino”, diz a tecladista Gabriella Campello, (…) Na parte musical, o Private Dancers – que também é formado pelo guitarrista João Felipe, o baterista Gabriel Franco e a baixista Carol Vaz, apresenta a melhor das contrações rítmicas entre linhas de guitarra melodiosas e teclados bem alinhados.”
online, clique aqui
Rolling Stone - dezembro de 2007

“O Private Dancers me fez lembrar de Pretenders, com “Empty room”. O que não é mau. Também faz a gente viajar até Suzanne Vega e a Siouxsie. Achei oitentista de um modo geral e, em alguns solos, quase setentista. “Onnagata Otosan” é kitsch. “Ragtime for easy guitar” traz Pretenders de volta. Soa mais ingênua. “After party” é a que parece mais “guitar”, sem ser “guitar” naquele sentido clássico.
Adilson Pereira, editor da Revista OutraCoisa em seu blog.


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Discografia

Music for Special Occasions [2007]

Faixas

The Form [2008]


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