
Dia 13 de junho de 2008, sexta-feira 13! Lançamento mundial do EP virtual “Rua Aurora”, com cinco músicas inéditas do Motormama. Ver ao lado.
São cinco faixas do mais puro rock psicodélico caipira.
Folha de S. Paulo – 20/6/2008 – Por Thiago Ney
De Ribeirão Preto, o Motormama é responsável por “Rua Aurora”, um sólido EP virtual com cinco faixas. “Esperando o Furacão” é rock sessentista, com uma bateria sossegada dando o tom; “Rua Aurora” tem clima meio Mutantes; a guitarra toma conta de “Não Será um Bom Dia”; e um teclado psicodélico inicia “Preciso me Vingar Oh Babe”, que depois ganha uma melodia britpop – mas, acredite, soa bem atual.
Site Mundo Oi – por Adilson Pereira
“Rock psicodélico caipira”, será que este rótulo soa bem aos ouvidos computadorizados da banda? Régis diz que sim. E completa: “Cara, na verdade, nós criamos isso até para facilitar a vida dos jornalistas (risos). Não quer dizer muita coisa, mas, ao mesmo tempo, traduz certas características do som. Tem a ver com a origem interiorana da banda, apesar de eu ser de São Paulo, capital.”
Mais em http://mundooi2.oi.com.br/materia_musica_25/materia_17122.php
Entrevista para Tramavirtual
Situação imaginária: uma festa do milho, da laranja, ou de qualquer outra cultura agícola – mas cheia de gente de xadrez colorido em psicodelia dançando e se fartando. Que banda chamar para animar esse devaneio?
Mais em http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7554
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O Motormama nasceu das cinzas do Motorcycle Mama, banda das primeiras gerações do independente brasileiro pós Juntatribo, contemporânea de Raimundos, Paulo Francis Vai Pro Céu, Maskavo Roots e tantas outras que pipocaram no cenário brasileiro no início dos anos 90, mantendo os radicalismos intrumentais e acrescentando português às letras. O MM adicionava country ao garage rock descendente de Man or Astroman?! que faziam, inserindo violas em letras sobre trekkers. O grupo chegou a participar em 1996 da coletânea Brasil Compacto (Rock It!). Deu em nada…
Do power trio original ficaram Régis Martins e Joca, que depois de uma parada estratégica, resolveram retomar os trabalhos no final de 1999. O som da nova empreitada, o Motormama, pode ser considerado um cruzamento entre Mutantes, Neil Young e altas doses de caipiragem e psicodelia. Um CD demo lançado em 2000 Mestiço Rock ‘n’Roll (mm55 midsummer madness) ganhou destaque na mídia especializada e foi relançado em 2001 pelo mm. Em 2002 a banda fez vários shows pelo país, como Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, com destaque no festival Bananada de Goiânia.
Em 2003 a banda lançou o CD Carne de Pescoço com treze músicas. O disco, gravado entre 2001 e 2002 em Ribeirão Preto, foi lançado pelo selo da banda Kaskavel Musik e distribuído pelo midsummer madness.
Na ocasião do lançamento, a revista Zero escreveu: “Banda sensacional de Ribeirão Preto (SP), o Motormama não tem medo dos agrobóis e destila o fino do rock, com instrumental contundente e letras certeiras. (…) Logo na abertura “Adeus Maluco”, o vocal hipnotizante de Gisele Z. é matador, assim como o solo cortante de guitarra que pega de surpresa. As programações eletrônicas colocadassob medida deixam a faixa ainda mais irresistível. Um teclado de churrascaria dita o ritmo em “Rota Caipira (Anhanguera Folk Song)” e uma guitarra contida e imersa em distorção aparece em “Cosmorama”. Destacam-se ainda a folk “Sujeito Honesto”, o bluegrass “Mercado de Pulgas”, o power pop de “Me enterrem em Assunción” e o rockabilly “Saliva Quente”. Dos infernos.”
Em 2006 o Motormama lança seu 2º disco, A Legítima Cia Fantasma, um lançamento conjunto da banda, do selo midsummer madness e do selo Pisces Records, de Bauru. Régis Martins (guitarra, violão e voz), Joca (baixo, programação e voz), Gustavo Acrani (teclados), Gisele Z. (vocais) e Ricardo Noryo (bateria) trazem mais 14 músicas unindo o country à la Stills, Nash & Young com a barulheira de um Pixies.
Em março de 2007 o tecladista Gustavo Acrani lançou um livro de bang-bang intitulado Bandida! (veja mais na LOJA) para provar que o faoreste corre nas veias do Motormama.
O que se tem escrito a respeito da banda:
blog Sambapunk
“Sim, mas se transformou em outra coisa. Adoro Luis Gonzaga. Acho o baião de Gonzaga e a viola de Tião Carreiro quase blueseiros. É o blues nacional.” Ele parece estar se referindo aos momentos de “tristeza” que há em interpretações feitas por – os dois merecem o aumentativo – Gonzagão e Carreirão.
por Adilson Pereira (jun/ 2008)
mais em: http://www.sambapunk.com.br/musica/o-rock-psicodelico-e-caipira-do-motormama
Matéria no programa Passe Livre / site Showlivre
Clique aqui e veja matéria em vídeo com Canastra, Reino Funghi e Motormama, todos tocando no festival Ampli, no SESC Pompéia em SP, 2007.Site UnderFloripa/SC
“‘Mulher Sincera’, uma faixa bacana, rock com um puta baixo, letra bem sacada,“Coração HardCore” é a antítese de tudo isso, uma letra meiga, uma faixa mais doce e mais lenta, querem saber? Motormama é uma banda para aqueles que não têm medo do novo e do inovador, na realidade é a opção sadia a mesmice dos dias atuais, mas que causa certa estranheza a primeira audição, causa.
por Luciano Carioca
A Notícia / SC
Mas é inegável que peças usadas pelos gaúchos (sic)estão no bem armado tabuleiro do Motormama – cujo segundo álbum traz um notável upgrade em termos de produção e composição. A saudável ironia permeia músicas bacanas como “Meu Problema com a Bebida”, cheia daqueles corinhos felizes, “São José Bangue-Bangue” e “Hey Vaqueiro”, coloridas por teclados sessentistas, e “Meus Amigos (Eu Não Tive Escolha)”, que combina as vozes de Régis Martins e Gisele Z e chama para a pista de dança. Mesmo demonstrando predileção pelo rock mais cru, a banda flerta com o blues (”Faixa Preta”), o funk (”Tudo o que Penso”) o baião (”Blues do Sapo Caolho”) e a música caipira (”Inseto”), tudo amarradinho por uma personalidade que vai se revelando bastante criativa.
Rubens Herbst – A Notícia (SC)
Melhores de 2006 – site Urbanaque:
“…mostra a banda com ótimas canções e atingindo uma maturidade de fazer inveja.” Mais aqui
por Bruno Montalvão
Resenha no site Punknet:
“Inseto” tem uma introdução que remete ao finado Doto Jéka e letra a la Replicantes e, ao lado de “Faixa preta” e “Coração hardcore”, é o destaque desse imperdível lançamento.
Mais aqui.
por Alessandro Ferrony
Revista Bizz / fev. 2007
“… a mistura de música caipira e rock vem mais bem resolvida e com sabor pop.”
Revista OutraCoisa / março 2007
“Em seu terceiro disco, (sic) Motormama mistura música de velho e de moderno. Este é um dos grandes méritos da banda, que, dizem por ai, deve ficar na estante do indie brejeiro.”
por Adilson Perreira
site Senhor F / março 2007:
“Além do ótimo trabalho de guitarras e violas de Régis Martins, o tecladista Gustavo Acrani também empresta um toque especial ao som do Motormama. Um dos timbres mais legais do rock brasileiro, o órgão de Acrani mistura tons de Lafayatte com James Taylor (o tecladista, claro).” Mais aqui
por Fernando Rosa
Site Palco Vale
O Motormama é de Ribeirão Preto (interior paulista) e A legítima cia fantasma o segundo álbum desta banda cujo charme é executar rock indie mesclado à elementos do country e cultura caipira, diga-se de passagem, com muita precisão e personalidade ao longo das 14 canções presentes neste registro que saiu via Midsummer Records (Rio de Janeiro) em parceria com a Pisces Records (Bauru – SP, que entre outras bandas, já lançou Killing Chainsaw e Biônica).
por Erick Tedesco – mais aqui
site oficial: www.motormama.com.br
comunidade da banda no Orkut : http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10944986
clipe Coração Hardcore, do 2º álbum
clipe de Cosmorama, do 1º álbum
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