random songs

\ZINE - dezembro de 2007\

Pelvs ao vivo no Goiânia Noise

Alguns trechos do show no YouTube:
She’s never had a drink:
Imagem de Amostra do You Tube

Backdoor versão hardcore ao vivo:
Imagem de Amostra do You Tube
ou, se você quiser ver clipes e vários trechos de shows, a Pelvs tem um playlist com 28 vídeos no YouTube: http://www.youtube.com/view_play_list?p=7F7C853CF05E2EFF

Postado 20/12/2007 às 18:27

Private Dancers na R.Stone

na-rolling-stone-dez-2007.jpg

A edição de dezembro de 2007 traz 1/2 página sobre o Private Dancers na seção “Acontece “. O texto também pode ser lido aqui neste link.

Além disso, a banda pede seu voto em 2 ocasiões especiais:
http://www.rockfeminino.org/2008/ – eles querem muito tocar na edição de 2008 do festival Rock Feminino. O processo de votação é meio complexo mas garante a lisura: você se cadastra, recebe email, entra na página, coloca email + senha. O Private Dancers está na categoria “Indie / Pop – demais estados” . Dai você vota no Private Dancers e depois confirma o voto na página principal… ufa! Mas se o Private Dancers ganhar, você estará livre de ter que aturar as outras bandas.
e estão concorrendo como banda Revelação (vote aqui) e música do ano – “Onnagata Otosan” (vote aqui) no Prêmio London Burning.

Postado 18/12/2007 às 18:14

Ocasiões especiais

private-dancers-2007_05.jpg

Private Dancers está em 1/2 página da Rolling Stone que está nas bancas, edição de dezembro 2007, com Rita Lee na capa. Apareceram na seção “Acontece”. Além disso, a banda participa de 2 votações: 1 para tocar na edição de 2008 do festival Rock Feminino; outra em 2 categorias do prêmio London Burning. Leia, vote na seção ZINE deste site.

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DJ6

foto por Rafael Lopes

foto por Rafael Lopes

Formada no Rio de Janeiro, a DJ6 é uma banda um pouquinho diferente da maioria das bandas cariocas. Como assim?

Com a palavra, DJ6:“A cena rock carioca é minúscula, todos sabem. Não que quiséssemos nos diferenciar, a diferença surgiu assim que pusemos os pés no estúdio e tocamos as primeiras três músicas. Não consigo associar o som da DJ6 ao de nenhuma outra banda nacional, o que dizer carioca…”, explica Bruno C., baixista. É, pode ser, está lá, é audível: com um som soturno, a banda tem um pé no trip hop do Portishead, Massive Attack e Sneaker Pimps, e outro na experimentação do Radiohead, Broken Social Scene e Sonic Youth. Estas influências, comuns aos integrantes, logo apareceram neste primeiro ensaio, programado por Bruno, que disse que sentiu uma necessidade “quase fisiológica” de formar uma banda que levasse a sério seu mote de que “rock tem que doer”. Mas que ainda assim fosse pop.

dj6_4.jpgEm fins de 2005, ele chamou Julia Vaz (a quem ainda não havia visto cantar) e Felipe Fortes (o Fel, ex-guitarrista e vocalista da Lírio Branco). Bruno conhecia Fel e Julia de uma festa que ele próprio promovia no Rio de Janeiro, chamada Hang the DJ. Outros amigos já haviam comentado sobre a voz de Julia, que cantava numa banda chamada Constantine; e o Fel, o Bruno já o tinha visto em ação, com uma banda chamada KMPH e conhecia as músicas da finada Lírio Branco. O primeiro baterista que completou a formação inicial da DJ6 foi Bruno Fiuza, que já tocara com Bruno em um projeto natimorto de disco-punk.

As primeiras músicas gravadas pela banda apresentam sutis texturas nas guitarras, melodias fortes e dinâmicas pouco usuais, costuradas com letras em português, francês e inglês. Em mais de 2 anos de DJ6, apenas 15 músicas compostas. Pouco? A banda acha que não. Há uma regra de que as composições que os integrantes trazem para os ensaios só são incorporadas pela banda se há unanimidade entre os 4 integrantes. Não há concessões, não há espaço para o tal do ecletismo. O resultado é um acabamento fino, um padrão de qualidade, como explica Bruno:“Lapidamos ao máximo as músicas, aperfeiçoando o arranjo. Isso se traduz nos ensaios, nos shows e nas gravações, pois as músicas são tocadas com tesão por todos nós.”

Um pouco antes da banda gravar seu primeiro EP, em agosto de 2006, o baterista Fiuza deixou amigavelmente a banda. Para gravar as 5 músicas, o trio optou por uma bateria eletrônica, que acabou trazendo o clima frio e mecânico que eles procuravam para as gravações. A produção e gravação ficou por conta do amigo Bruno Salgado, vocalista e guitarrista da banda Phone Trio.

A maioria das músicas é de autoria de Fel (no EP, a 2ª, 3ª e 4ª), algumas de Bruno (“pequena morte”, com letra da Júlia) e da Júlia (“mágoa que segui”).
As gravações terminaram em dezembro de 2006 e a mixagem demorou 2 meses. Foi neste tempo que o DJ6 achou seu baterista substituto, Fred Mendes, da banda Columbia. O primeiro EP, disponível nesta página, foi lançado pela própria banda em 2007, e relançado em 2008 pelo mmrecords.

Rock tem que doer.
Para o DJ6, as rádios, a internet estão cheias de músicas burocráticas, daquelas que quem as toca, o faz por obrigação. Nunca por paixão. Mesmo tocando pouco, o DJ6 prefere tocar por paixão, aproveitar cada minuto do show para extravasar o tesão contido. Pode doer: no bolso, nos hematomas, no fim. Mas tem que valer a pena.

E ainda pode ser pop. Calma, não é sadomasoquismo à la Madonna. É que para o DJ6, ser pop significa manter os pés no chão. Como exemplo, citam “Daydream Nation”, do Sonic Youth, disco de 1988 que chega às raias do experimentalismo mas não deixa de soar pop. Para o DJ6, Sonic Youth é uma grande referência, antes que começem a rotulá-los de “post rock”.

Show de lançamento do EP:
Imagem de Amostra do You Tube

 

Postado 15/12/2007 às 20:02

Vulkano e Pelvs em shows no Rio

pelvs-vulkano-2.jpg

segunda, 17 de dezembro de 2007
show com Vulkano nova contratada do mmrecords
na pista 2 da Maldita (casa da matriz, r. henrique de novais, 107 – botafogo / RJ)
depois do show, BROQUE na pista 2 com DJ Lariu
na pista 1, sempre, DJs Zé e Gordinho
no dia 17, aqui no site – lançamento do EP do Vulkano.

terça 18 de dezembro de 2007
último show do ano da Pelvs
no Cinemathéque (r. voluntários da pátria, 53 – botafogo – RJ)
abertura da casa: 19h – show: 22h
ingresso: $15
lista amiga: $10 na comunidade Chegados do mmrecords – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37873

Postado 11/12/2007 às 15:30

Vulkano e Pelvs ao vivo

Final de ano com shows e festas no Rio de Janeiro também. Dia 17 de dezembro, dentro da festa Maldita/ Broque tem show de lançamento do EP do Vulkano pelo mmrecords. E no dia seguinte, 18/dez, a Pelvs faz seu último show do ano no Cinemathèque. Mais detalhes no ZINE.

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Nuestro oceáno

coiffeur-web.jpg

Recentemente incluídos na coletânea Porque este océano es el tuyo, es el mío (ver BANDAS), Coiffeur (foto) e Modular estarão no ciclo “Além Tango”, promovido pelo SESC Vila Mariana entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2007.

Guillermo Alonso, o Coiffeur, mostrará o folk-punk de No es (Estamos Felices, 2006), um dos melhores discos da nova geração da canción argentina, segundo a Rolling Stone local. Heranças de personagens como os irmãos Parra e Caetano acomodam-se, num castelhano marcado, ao lado da escola folk contemporânea de Elliott Smith e José González. Em São Paulo, estará acompanhado de Juan Stewart e Mariano Esain.

Mariana Badaracco e Pablo Dahy formaram o Modular em meados de 2000, no boêmio bairro de San Telmo, em Buenos Aires. A dupla, que tem três álbuns lançados, La fecundidad del cosmos (2003), Viaje por el planeta del pasto (2004) e El Triángulo de las Bermudas (2005), retoma elementos da chanson-française, da bossa nova e da eletrônica vintage em temas para fãs de Stereolab, Club 8 e Mutantes.

Discos de novos artistas latino-americanos estarão à venda nos dias das apresentações.

SERVIÇO:
Coiffeurhttp://www.myspace.com/noescoiffeur
http://www.coiffeurclub.com.ar/
13 de dezembro de 2007, às 20h30.
Auditório do SESC Vila Mariana (Rua Pelotas, 141)
R$ 12, R$ 6 e R$ 3.

MODULAR
http://www.myspace.com/modulantes
http://www.modular.com.ar/
14 de dezembro de 2007, às 20h30.
Auditório do SESC Vila Mariana (Rua Pelotas, 141)
R$ 12, R$ 6 e R$ 3.

Postado 07/12/2007 às 19:46

Argentinos em Sp

modular2.jpg

Dias 13 e 14 de dezembro, as bandas Modular e Coiffeur tocam no SESC em SP. As 2 bandas argentinas fazem parte da coletânea “Porque este oceáno es el tuyo, es el mio” lançado pelo midsummer madness em parceria com a gravadora Si No Puedo Bailar. Saiba mais no ZINE.

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Who’s the boss??

Quer saber qual EP os chegados do Orkut acham o melhor lançado pelo mmrecords em todos os tempos??? Pois 229 votantes deram seu veredicto, confira na seção ZINE.

Postado 04/12/2007 às 20:55

Supercordas, o melhor Ep

supercordas03.jpgCriaram enquetes no Orkut… a gente resolveu brincar com a ferramenta (no bom sentido) e inventamos umas votações na comunidade Chegados do mmrecords para escolher o melhor CD e o melhor EP do catálogo do midsummer madness.

A votação de melhor CD foi em turno único, com os 18 CDs lançados até a época da votação, e deu Valv – “the sense of movement” com 17 (24%) dos 70 votos. O resultado está aqui.

Já a votação para escolher o melhor EP teve que ser dividida em 3 fases porque o mmrecords considera EPs desde as fitas cassetes lançadas entre 1991 e 2001, passando pelos CDRs (2001 a 2004) até chegar aos atuais EPs lançados aqui no site.

Ao todo foram 74 títulos em EP, divididos em 3 fases, com 11 finalistas. Estes 11 finalistas concorreram entre si na fase final. A votação foi bastante concorrida com 229 votos em 3 semanas, e o resultado foi este:
1º – mm64 – Supercordas – a pior das alergias (2003) com 100 votos (43%)
2º – mm73 – Private Dancers – music for special occasions (2007) com 87 votos (37%)
3º – mm56 – Valv - ammonite (2001) com 12 votos (5%)
4º – mm21 – Pelvs – bric a brac between aspirins (1996) com 9 votos (3%)
5º – mm04 – The Cigarettes – felicia (1994) com 8 votos (3%)
6º – mm05 – brincando de deus – de profundis (1994) com 4 votos (1%)
7º – mm46 – The Tamborines - dressed up to better feel the sun (2000) com 4 votos (1%)
8º – mm71 – Luisa mandou um beijo – extras/remixes (2007) com 2 votos
9º – mm45 – Stellar - 4 (2000) com 2 votos
10º – mm48 – Grape storms – grape storms (2000) com 1 voto
11º – mm14 – Old magic pallas – pull my daisy (1995) com 0 voto

A intenção agora é relançar alguns destes títulos em SMD para que eles estejam disponíveis em formato físico para o público. Dê sua opinião de qual formato físico é o mais interessante na comunidade Chegados da mmrecords .

Na foto, Supercordas em 2004, ainda com Régis no baixo, época do lançamento do “A Pior das Alergias”, escolhido melhor Ep do midsummer madness.

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