random songs

\ZINE - junho de 2007\

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Postado 29/06/2007 às 16:29

Porque este océano es el tuyo, es el mío

Porque este oceáno es el tuyo, es el mío é o primeiro lançamento do selo Si No Puedo Bailar, No es mi revolución, sediado em SP e RJ, coordenado por Fernando Paiva (guitarrista da banda Luisa Mandou um Beijo) e Rodrigo Maceira. Focado em cultura alternativa latino-americana, o selo Si No Puedo… tem esta coletânea em CD com 17 bandas da América Latina como primeiro lançamento. O midsummer madness funciona como parceiro orgulhoso neste lançamento.

A coletânea traz as seguintes músicas / bandas:
Porque este océano es el tuyo, es el mío – VA
Faramalla – El sueño de la casa propia (Chile)
Casan – Javiera Mena (Chile)
Anselmo – Luisa mandou um beijo (Brasil)
Adiós – Amelia (Uruguai)
Mi amigo reno – Lissa (México)
Modelh – RadioGrad (Colômbia)
Namás – Gepe (Chile)
Navidad en los santos – El mato a un policia motorizado (Argentina)
Personal – Ondo (Argentina)
Encapsulados – Modular (Argentina)
Naufrágio – Filme (Brasil)
Qué mala suerte! – Coiffeur (Argentina)
Despertar – Hacia dos veranos (Argentina)
Oeste – Resplandor (Peru)
Pouco importa – Apanhador só (Brasil)
Deja de hablar – Telegrama (Venezuela)
O rei não sabe brincar – Bazar Pamplona (Brasil)

Algumas músicas desta coletânea você pode ouvir e baixar ao lado. Compre o CD (com capinha digipack) na LOJA.
PT:
Si no puedo bailar, no es mi revolución é um selo/coletivo plural centrado em experiências da cultura independente latino-americana. Fundamentalmente dedicado à música, o projeto, sediado no Rio e em São Paulo, tem planos de avançar sobre o território da literatura, das artes plásticas, do cinema e do desenho gráfico produzidos no continente. Apesar de se tratar de uma iniciativa de integração da arte marginal da América Latina, contamos com valiosas colaborações de pessoas na Espanha e na Alemanha. Nossa revolução não terá fronteiras.


 

ESP:

resplandor nova

Si no puedo bailar, no es mi revolución es un sello/colectivo plural centrado en experiencias de la cultura independiente latinoamericana. Fundamentalmente dedicado a la música, el proyecto, ubicado en las ciudades de Río y São Paulo, tiene planes de extenderse a los territorios de la literatura, de las bellas artes, del cine y del diseño gráfico producidos en el continente. El hecho de que sea una propuesta de integración del arte marginal de Latinoamérica no nos impide de tener preciosas colaboraciones de gente en España o Alemania, por ejemplo. Nuestra revolución no tendrá fronteras.

Pronto sacaremos nuestro primer disco, intitulado Porque este océano es el tuyo, es el mío, verso de uno de los más bonitos poemas de Pablo Neruda. El compilado reúne artistas de Argentina, Brasil, Chile, Colombia, México, Perú, Uruguay y Venezuela, y contiene temas que viajan del indie-rock al folktronic. Están con nosotros El sueño de la casa propia, Javiera Mena, Amelia, Luisa mandou um beijo, Lissa, RadioGrad, Gepe, Resplandor (foto), El mato a un policia motorizado, Ondo, Modular, Coiffeur, Filme, Hacia dos veranos, Apanhador só, Bazar Pamplona y Telegrama. Gracias por tu tiempo!

 


EN:

Modular_(grupo)_-_pop_psicodélico
Si no puedo bailar, no es mi revolución
is a Brazilian plural collective/label focused on latin independent cultural experiences. Essentially dedicated to music, the project, based in Rio and São Paulo, aims to spread its presence over the literature, the fine arts, the cinema and the graphic design made in the continent. In spite of being an initiative for Latin America marginal art integration, we have precious collaboration from people in Spain and Germany, for example. Our revolution won’t have frontiers.

We’ll soon put out a compilation – Porque este océano es el tuyo, es el mío – with independent artists from Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Mexico, Peru, Uruguay and Venezuela – a trip that ranges from indie-rock to folktronic tunes. Our friends are El sueño de la casa propia, Javiera Mena, Amelia, Luisa mandou um beijo, Lissa, RadioGrad, Gepe, Resplandor, El mato a un policia motorizado, Ondo, Modular (foto), Coiffeur, Filme, Hacia dos veranos, Apanhador só, Bazar Pamplona and Telegrama. Thanks for your attention!


 

O que saiu na imprensa a respeito / Prensa / Press:
Indie MP3 (website)
http://www.indie-mp3.co.uk/2007/10/latin-indie-pop-porque-este-oceano-es.html

O Globo
Leornardo Lichote deu 4 (num total de 5) estrelas para a coletânea: “a coletânea (…) traça um bom painel do rock latino marginal, Brasil incluído. (…) o CD pode ser classificado como indie rock, mas o termo vago não esgota seus diversos e curiosos sotaques”. Em 21/08/07

El Comercio – Peru:
Latinoamérica indie
Trazar una suerte de mapa del momento actual del ‘indie’ latinoamericano parece ser el objetivo de este recopilatorio, y hay que decir que el resultado es inobjetable, especialmente por el olfato de sus productores para seleccionar a los artistas: desde Javiera Mena y Gepe, lo mejor que le ha entregado Chile al mundo (musical) en lustros, hasta los peruanos de Resplandor, los brasileños de Luisa Mandou um Beijo y los argentinos de Él Mató a un Policía Motorizado (la banda es tan buena como su nombre), este disco está repleto de buenas ideas, cálidas armonías y una recalcitrante independencia. Indie pop, electrónica de dormitorio, ‘shoegazing’, hay un poco de todo aquí. Anímense a descubrirlo. Em 03/setembro/2007

INDIE PAGES:
América do Sul tem uma antiga e decente cena indiepop, mesmo que algumas bandas (como Postal Blue e Pale Sunday) nunca tenham recebido muita atenção por aqui. Bem, para qualquer um interessado em ouvir o que anda acontecendo lá embaixo, esta coletânea de 1 hora de músicas de todo continente (além de uma do México) é um ótimo começo. A maioria das bandas é nova para mim, exceto por algumas canções que eu acho que já ouvi em algum lugar, incluindo a melhor música do ep de 2004 do Hacia Dos Veranos e ainda outra música do álbum da excelente Luisa Mandou Um Beijo, (de quem eu adoraria ouvir novidades). Outros favoritos são a deliciosa
jangly Amelia e Apanhador Só, a etérea Lissa e a crooning Coiffeur. Não somente indiepop, este disco também tem algumas faixas eletrônicas, a maioria delas eu não gostei muito, a não ser pela poppy song do Ondo e parte da faixa jazzística do Filme. Claro, todas estas músicas são cantadas em espanhol e português, mas a barreira da língua não deve importar para os verdadeiros fãs do pop!
por Chris Mac – Indie Pages.

Postado

Ampslina

AMPSLINA-2009

AMPSLINA TOCA “LITHIUM” EM TRIBUTO AO NIRVANA
Em 2011 o canal PlayTV convidou várias bandas brasileiras para refazer o álbum “Nevermind” do Nirvana, que estava completando 20 anos. O Ampslina regravou o hit “Lithium” e produziu este vídeo, dirigido por Camila Nascimento:
Imagem de Amostra do You Tube

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AMPSLINA PARTICIPA DE COLETÂNEA EM HOMENAGEM A YOKO ONO
Uma homenagem a John Lennon no disco “Mr Lennon” e outra a sua esposa, Yoko Ono, no disco “Mrs. Lennon”. As duas coletâneas com versões de clássicos do casal foram lançados em 2010, ano em que se celebraria 70 anos de John Lennon, além dos 30 anos de sua morte. O Amsplina participou da versão feminina regravando “Listen, The Snow is Falling”, do “Wedding Album”. Esta mesma música foi a escolhida pelo Galaxie 500 para compor o disco “This is Our Music”, de 1990. “Mr Lennon” e “Mrs Lennon” são coletâneas do selo Discobertas.

Ouça a versão do Ampslina para “Listen the Snow is Falling” ao lado.

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Amps & Lina formou-se em junho de 1995 com um grupo de amigos. Luciana (vocal) e Alcides (guitarra) se conheciam do curso de Arquitetura da UFPE (em Recife), o baixista Henrique é irmão do Alcides e os outros dois eram amigos e vizinhos que foram recrutados para a aventura. Na época, Luciana tinha 17 anos, Alcides, 20, e Henrique, 18 anos. Fizeram suas primeiras apresentações, sem muita pretensão, com repertório autoral em alguns festivais independentes e no circuito alternativo da grande Recife, em plena ebulição do movimento Mangue Beat.

A primeira demo foi gravada em 1997, em fita cassete, tinha o infâme mas tropicalista título de “Demo Roll + chegou” … captou? As músicas eram “Como o vento”, “Tô peixe”, “A menor porção do tempo”, “Stress”, “Swing do meu sangue” e “Homem gabiru”. Em 1998, produziram um CD promocional chamado “Só pra dançar” com as músicas da 1ª demo mais a música “Amanhã é sábado”.

Mas já em março de 1999 a Amps & Lina fez seu “último show”, após participar da coletânea “Recife Rock Mangue”, realizado pelo produtor Elcy Oliveira. O motivo? Da mesma forma que se juntaram para se divertir, por amizade, resolveram dar um tempo, já que para alguns integrantes da banda, as prioridades haviam mudado. Você já deve ter vivido isso quando tinha 20 e poucos anos.

amps_03.jpgMais tarde, no final de 2004, parte dos integrantes se reencontraram para tocar – veja só! – covers em festa de amigos da Arquitetura da UFPE e decidiram retomar o projeto. Renasce a Amps & Lina com nova proposta e formação.

Aos 3 integrantes da primeira formação, juntaram-se dois novos: Diego Araújo (hoje ex-integrante do A&L e atual baixista da Sweet Fanny Addams) entrou em 2005 assumindo a bateria; em 2006 entrou a Lorena (violino). A formação atual ficou completa com a saída de Diego (final de 2006) e a entrada de Ricardo, além da recente inclusão de Rogério (já após a gravação do EP “Curva e Linha”), que veio acrescentar elementos da música eletrônica e reforçar os pesos, também tocando guitarra.

As características sonoras da banda na 2ª fase são de melodias mais densas, com o diálogo harmônico entre violino e guitarra, vocais de timbres suaves, ritmos fortes e efeitos eletrônicos. O retorno trouxe amadurecimento e uma sensibilidade musical maior aos integrantes, o que pode ser percebido através das letras e melodias das novas composições. Além da amizade entre os integrantes, que por si só já é motivo suficiente para dar a liga, as facilidades tecnológicas, de gravação e divulgação, além da entrada dos novos integrantes, com novas influências e linguagens, estimularam o Amps & Lina a voltar a tocar e compor.

“Curva e linha” começou a ser gravado em março de 2007 no estúdio de Pierre com a ajuda do amigo Guilherme Gadelha nos teclados, samplers e outros efeitos. Depois foi finalizado em junho do mesmo ano no Estúdio de Proclo, com a participação fundamental de outro amigo, o Enio Damasceno (Mellotrons) nos sintetizadores e efeitos eletrônicos. E coube ao amigo Diego (atual Sweet Fanny Adams) ajudar a mixar e finalizar num home studio. Com o EP pronto, a banda chegou ao midsummer madness. “Curva e Linha” foi lançado em novembro de 2007 aqui no site. Fechando o ano, Amps&Lina tornou-se a única banda Sul-Americana entre “Os Melhores Downloads de 2007” no site inglês British INDIE mp3.

Em 2008, a Amps&Lina gravou uma versão de “Good Night”, dos Beatles, para o projeto do jornalista carioca Marcelo Fróes – um tributo comemorativo aos 40 anos do Álbum Branco (veja a listagem completa clicando aqui).

Ainda no começo de 2008, a banda concentrou- se em apresentações ao vivo. Tocaram em Universidades, pequenos bares, auditórios de livrarias, casas de shows e festivais públicos e independentes, como o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o MADA em Natal e a Feira da Música de Fortaleza.

 

Em setembro de 2008, Luciana deixou a banda. Em dezembro de 2008, Ju Orange assume os vocais. No mesmo ano, a banda resolve mudar a grafia de seu nome para AMPSLINA e também constroe seu próprio estúdio de ensaio e gravação. Em 2009, a Ampslina concentrou-se na composição, arranjo e gravação das novas músicas que foram lançadas virtualmente: 6 canções inéditas sob o título de “Insone”.

INTEGRANTES:
Lorena Arouche – Violino, Vocal, Guitarra
Alcides Vespasiano – Guitarra
Henrique Vespasiano – Baixo
Rogério Lins – Guitarra, Sintetizador, Programação eletrônica
Ricardo Couto – Bateria
Ju orange – voz

Matéria no site Galeria Musical (abril 2011)
Leia na íntegra clicando aqui.


Nota na revista Rolling Stone:
(maio 2008)
A banda de Recife mistura indie rock com violinos e relançou o EP Curva e Linha pela Midsummer Madness. A história do grupo já tem algum tempo, mas tiveram uma longa pausa de cinco anos e agora estão de volta com melodias densas, alguns efeitos eletrônicos e a voz melancólica de Luciana Medeiros. “De que canto partiu” tem um pouco de cada ingrediente da receita da banda e influência forte de Sonic Youth.
por Adriana Alves

Matéria no Jornal do Comércio Online (abril/2008):
O destaque, porém, fica por conta da voz melancólica da vocalista Luciana Medeiros, que também se encaixaria num emocore chorão, talvez numa MPB mais cool a la Marina Lima, e quem sabe com um pouco mais de fertilidade, uísque e os mesmos três/quatro acordes de sempre, até num folk moderninho.
leia na íntegra aqui

Entrevista em novembro 2007 ao site Recife Rock:
ampselina_02.jpg http://www.reciferock.com.br/site/2007/11/23/entrevista-amps-lina/

Entrevista para o blog BemVindo BoaViagem: http://www.bemvindoboaviagem.blogspot.com/

Postado

Nervoso no Tramavirtual

nervoso-e-os-calmantes-web.jpgDomingo, dia 1º/julho, 18h, tem Nervoso e os Calmantes tocando 2 músicas novas e sendo entrevistado no programa Tramavirtual, exibido pelo Multishow. A partir de 2 de julho, também em vídeo na página do Nervoso, aqui no site.

Postado 26/06/2007 às 17:52

Shows e The Gilbertos a caminho

Uma agenda atualizada de shows e novidades sobre um próximo disco do The Gilbertos. Saiba mais acessando o ZINE no menu ao lado, acima.

Postado

The Gilbertos vai gravar 3º álbum

thomas_gil2.jpgExcelente notícia vem do lado de cima do Equador. Thomas Pappon, o homem por trás do The Gilbertos, pretende iniciar em agosto deste ano as gravações do 3º disco do seu projeto solo.

Thomas anuncia que irá gravar na garagem de sua casa em Londres, que este será o primeiro disco do Gilbertos com bateria acústica, que sua esposa Karla vai voltar a cantar, além da entrada de um novo integrante, Sam, no baixo. Thomas diz que este disco será “psicodélico e progressivo. Cansei de MPB! Quer dizer, exagerei um pouco na descrição do som. Acho que não vai chegar a ser progressivo. Vai ser folky“.

O midsummer madness lançou os 2 primeiros discos do The Gilbertos: “Eurosambas 1992 – 1998″ em 1999 e “Deite-se ao meu lado” em 2004. Mais clássicos a caminho!

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Próximos shows!

Motormama – Live at Pompeii
Abrindo espaço para a música alternativa, o SESC Pompéia organiza a 3ª edição do festival Ampli_Volume 3. Em três noites, o projeto apresenta jovens bandas e artistas que vêm se destacando na cena alternativa da música pelo Brasil. Na noite de 13 de julho, dia do Rock, o Motormama se apresenta com as bandas Canastra, do Rio de Janeiro e Reino Fungi, de Joinville, a partir das 21h na Choperia do Sesc Pompéia. O Sesc fica na Rua Clélia, 93 no bairro Pompéia, São Paulo.
Mais informações no site www.sescsp.org.br

Private Dancers no Rio de Janeiro
20/07 – estúdio Audio Rebel, com River Raid (PE)
25/07 – Festa Benflogin – Bar Clandestino (copacabana)

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Autoramas novo!

Se chama “Teletransporte”, tem produção do Berna e do Kassin e é um puro disco do Autoramas: surf rock com pitadas new wave e guitarras caprichadas.

Postado 22/06/2007 às 16:42

Podcast oooonze!

Sabe porque eu dou ênfase no ooooonze do podcast? Porque é o número do Romário, oras bolas! Entrevista com Bonifrate (Supercordas), Von Sudënfed, Number 4 e mais um monte de lançamentos. Clique no ícone acima para ouvir em streaming ou fazer download, e leia mais no ZINE.

Postado 19/06/2007 às 11:56

pgm 11

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