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\ZINE - março de 2007\

Invasão 1 – FM

logo-venenosa.jpgNão dá pra contar tudo agora, mas preparem-se para uma invasão do midsummer madness em todos os meios. A gente só não vai entrar em telepatia porque ainda não inventaram.

A fase 1 começa hoje com a estréia do programa Rock & Progresso na Venenosa FM. Nosso chefinho, Rodrigo Lariú, foi convidado pela rede de rádio para comandar este programa dedicado a roque brasileiro.

A estréia é dia 28 de março às 22h com entrevista com Canastra e músicas de Supercordas, Violins, Porcas Borboletas, novo do Graforréia Xilarmônica, Superguidis, Estrumen’tal, Garotos Podres e outros.

O RP (nome criado pela própria rádio) será semanal, às quartas feiras, de 22h às 23h , com direito a reprises em horários ainda não divulgados e também ficará disponível no site da rádio.

A Venenosa FM transmite em rede para 6 rádios em todo país, em Goiânia (GO), Rio Bonito (RJ), Bom Jesus (RJ), Parati (RJ) e Uberlândia (MG), além de ser ouvida via internet em www.venenosafm.com.br

Postado 28/03/2007 às 18:53

Casino

casfotoverde.jpg

Em algum dia modorrento de 1996, Ciça, Chris e Fafá resolveram gravar umas músicas sob o nome de 4Track Valsa.

No ano seguinte, quando o midsummer madness colocava seu site no ar e lançava seus primeiros CDs, chegou a fita cassete “Festa” para gente. Eram 3 músicas que foram imediatamente incluídas na coletânea “Where d’ you get your information from”.

“Festa”, a primeira demo, fora gravada a muito custo em um estúdio em Santa Tereza no Rio de Janeiro. A banda ocupava os horários vagos, fossem eles muito cedo ou madrugada adentro. Nesta primeira formação, o 4TV era Cecília Gianetti (a Ciça), Maria de Fátima (a Fafá), Christiano Menezes (o Chris), Régis Arguelles (baixista polivalente com passagens pelo Stellar e Cigarettes, mais tarde Supercordas) e Eduardo Pletsch. Com estas 3 músicas na coletânea, o 4Track Valsa participou da 1ª e da 2ª edição do festival Algumas Pessoas Tentam te Fuder.

Em 1999, durante o carnaval, o guitarrista do Superbug, Diógenes Fischer, veio para o Rio de Janeiro gravar a fita cassete “Altas Horas” que seria lançada pelo midsummer madness como mm38 e pelo selo catarinense Low Tech. Com 6 músicas (na versão lançada pelo mm, as 3 músicas da 1ª demo também foram incluídas), foi esta fita que levou o 4Track Valsa a shows em São Paulo e Curitiba. Aqui a formação já havia mudado, com a entrada de Júlio no lugar de Régis (baixo) e Junior no lugar de Eduardo (bateria), além da entrada de Ricardo na percurssão.

Em 2000, o 4Track Valsa teve um vinil 7″ lançado no Japão pela gravadora 4trackjapa.jpgMotorway, com as músicas “Casa de Praia” e “Paulo e os Livros” em apenas 1000 cópias.

Elogios começaram a aparecer: Arthur Dapieve, colunista de O Globo, escreveu sobre a banda 2 vezes e recomendou-os num programa do Multishow. O crítico Carlos Albuquerque, do mesmo jornal, disse que o 4Track Valsa era a cruza da geração bossa com rock.

Na época isso era muita exposição e o 4Track Valsa ainda esbarrava num problema: o nome. Poderia parecer desnecessário para um grupo conhecido no underground mudar seu nome de repente. Mas os integrantes não pensaram duas vezes: em 2001, gravando um EP no estúdio Mills, decidiram acabar de vez com a confusão que o nome gringo-português trazia, optando por algo mais simples.

A escolha foi Casino. Claro que a grafia correta seria com “ss” mas o que interessa é a grafia da música homônima do Kid Morengueira. O que leva Cecilia, vocalista, letrista e guitarrista, a explicar “Cá pra nós: o novo nome poderia até se disfarçar de ser uma referência ao Kid mas a gente não teve intenção de requentar samba, muito menos de breque; a idéia é tentar fugir da macumba pra turista, fazendo música com a nossa cara, que inclui tudo que a gente ouve: guitarreiras gringas, Beatles, Velvet, Lou Reed e os brazucas Jorge Ben, Wado, Arnaldo Baptista, o próprio Moreira, Elis Regina, Chico Buarque, Los Hermanos, algumas fossas da Bethânia, Graforréia Xilarmônica, Chet Baker, Astrud, João Gilberto… é gente à beça, muita mistura”.

O zine Estéreo de Ivã Scoe, que trazia matéria de capa com o Casino em 2001, escreveu: “As novas gravações demoraram a ficar prontas, o senso estético apurado do grupo impedia que as músicas que não estivessem exatamente como eles queriam permanecessem. Por isso esquecer uma gravação por algo não estar encaixado perfeitamente não é problema, a banda abandona tudo e começa a gravar do zero, só para não ter o desprazer de conviver para o resto da vida com um registro onde a bateria poderia estar assim, a voz com outro alcance, o baixo mais/menos pulsante. Passou se um ano e meio até ficar pronto o que seria o primeiro ep da Casino. “

casino-janela.jpgGravado no Rio de Janeiro, produzido pela própria banda e por Carlos Mills, o mmcd07 ficou pronto em 2001, com 4 músicas e um remix de Casa de Praia, feita pelo produtor Fábio Zero, da banda eletrônica Gerador Zero. A capa foi uma criação do próprio tecladista da banda, Christiano, que é designer e trabalha para a major Universal Music criando… capas!

O ep continuou a saga de elogios: a extinta revista Showbizz fez matéria sobre a banda; a também extinta revista Frente deu destaque ao Casino em sua 1ª edição trazendo a faixa “Samba dada” em CD encartado na revista. A revista Play, da editora Conrad, colocou a banda entre os grupos essenciais do novo cenário musical. A Casino se apresentou na TVE e MTV (no Antes e também no Lado B). O baterista Charles Gavin, do Titãs, comentou o som da banda no programa Contato MTV, que mostrou trechos de shows da banda; a emissora voltou a mostrar a banda em estúdio, ensaiando para seus shows com a banda norte-americana Cat Power (2001), e em (2002) tocando na noite carioca. No rádio, o programa Ronca Ronca, de Maurício Valadares, tocava Casino, assim como a finada Fluminense FM, que incluiu o EP em sua programação diária.

O jornal paranaense Gazeta do Povo escreveu: “Letras confessionais expoem sentimentos sem fazer tipo e jogam luz em cenas banais, que só essa gente com jeito de poeta consegue carregar de lirismo. Um exemplo disso é a faixa Samba Dada: “não sei porque alguns dias são tão longos(…) eu sei que você trabalha logo mais/ traz da rua para mim um doce / que eu tomo conta da casa”. E a repórter Adriane Perin conclue: “Não é preciso destacar uma única canção porque Casino (o ep) tem cinco das mais belas músicas em lingua portuguesa da atualidade.”

O amigo João Paulo Cuenca, hoje colunista de O Globo, escreveu na revista MOOD em 2001 sobre um show do Casino abrindo para a cantora americana Cat Power: “Entre agudos melancólicos e letras simples e arrebatadoras, estamos todos hipnotizados, esperando o que pensar, o que fazer e o que chorar. O domínio é total. Cecília não tem noção do que acontece com a platéia e toma um copo de chá. Faz uma piada entre as músicas e continua com sua bossa com ecos de Mutantes, Beatles, Jorge Ben, Radiohead, Chet Baker e outros biscoitos finos …”

Mesmo assim, 2002 e 2003 não foram bons anos para o Casino. A falta de estrutura dos lugares onde a banda tocava resultava em shows ruins e aborrecimentos entre os integrantes. Era frustrante ver o Casino lutando contra equipamentos de palco ruins, lugares toscos e com a falta de grana para bancar viagens e ensaios. Em 2003, Júlio, Junior e Ricardo debandaram. Em 2004, Fátima e Cecília ainda tocaram em dupla na 7ª edição do Algumas Pessoas Tentam te Fuder e este foi, sem saber, o último show do Casino.

comunidade do Casino no Orkut: aqui

vídeo de “Dia de Festa” ao vivo em Curitiba:

Imagem de Amostra do You Tube

vídeo-brincadeira de “Dia de Festa” com imagens do filme “Jules et Jim” de Truffaut.

Imagem de Amostra do You Tube
Postado 25/03/2007 às 19:39

Como está sendo no Rio de Janeiro

chapa1.jpgNa quarta feira passada rolou a 2ª rodada de conversas do Chappa Quente, uma iniciativa louvável do site Sobremusica, das produtoras Tecnopop, Rinoceronte e Lunuz. Essa galera organizou uma série de debates aqui no Rio de Janeiro e já realizou 4 deles com uma produção muito bacana, que inclue convidados de outros estados, gravação do áudio e do vídeo das palestras e um site muito bem feito.Dia 21/03 o primeiro papo era sobre Rádio Online e Podcasts, onde deu para saber mais sobre a ABPod – Associação Brasileira de Podcasters, que pretende criar no site deles um espaço para bandas e gravadoras disponibilizarem áudio para os podcasts associados (e já são mais de 200). Foi bom saber que o pessoal das Rádios Livres continua pondo pimenta no ouvido dos outros e que a Rádio Interferência da UFRJ continua no ar; além de conhecer (finalmente) o jornalista Guilherme Werneck, que faz o Discofonia, um dos primeiros podcasts do Brasil e um dos meus prediletos.

marx-come-google.jpgNo mesmo dia à tarde foi que o bicho pegou. O tema era MySpace, Google, You Tube e Napster: as novas plataformas de mídia. Uma frase marcante foi a do Profº André Valle, da Fundação Getúlio Vargas: “O valor que o Google tem hoje é ser o acesso ao banco de intenções do Mundo”. Numa época em que se diz que a informação é livre a todos via internet, entender que quem sabe o que mundo deseja, tem muito mais poder na mão é agoniante. Este ponto de vista só reforçou a minha opinião que há de se ter cuidado com ferramentas como MySpace, YouTube, Tramavirtual e afins.

Explico.

Na minha opinião, MySpace, Fotolog, YouTube, Tramavirtual, Google, Wikipedia e qualquer site que venda o peixe de que é aberto ao público, de que é uma ferramenta para ser usada, deve ser encarado com cuidado. Não sou contra MySpace, YouTube, Tramavirtual – pelo contrário – uso todos os sites. Mas tento sempre usá-los apenas como ferramenta, como algo que vai atrair mais internautas para o sítio do mmrecords na internet (e aqui, entre latifúndios virtuais, a palavra sítio tem 2 bons significados).

Quando eu monto uma página do mmrecords no MySpace é apenas para atrair internautas para este site que você está lendo agora.

Eu quero que o meu site tenha tráfego e não o MySpace, o Fotolog ou a Tramavirtual (até porque eles já têm bastante). Por exemplo, quando um destes portais de venda de música na internet me pediu para incluir o catálogo do mm no site deles, perguntei se não tinha como eu vender a música das bandas do mm dentro do próprio site do mm usando a ferramenta deles (e, lógico, pagando uma porcentagem pelo uso). É claro que o portal não aceitou. Eu também não me interessei porque no final das contas eu teria que mandar um email para todos internautas cadastrados e listas de discussão do mmrecords avisando que agora a música de X banda estaria a venda no portal Y. E isso é o que? Propaganda gratuita para o Portal Y feita às custas de uma mala direta que o midsummer madness levou anos para montar. Isso custa caro, não é assim que se negocia um trabalho destes.

Outro exemplo: durante a palestra no Chappa foi dito que o portal Tramavirtual está tentando ter anunciantes no seu site como maneira de sustentar a página. Suponha-se que a Tramavirtual consiga um excelente anunciante (eu anunciaria, a base de assinantes deles é enorme e super segmentada). Este dinheiro do anúncio provavelmente seria usado somente para bancar o site – mas e as bandas que colocaram seus trabalhos lá e são a razão de ser do Tramavirtual? Ganham algo com isso? Provavelmente não…

Pode parecer marxismo puro num primeiro momento mas não é.

Pensem comigo.

A Tramavirtual não está errada de querer viabilizar seu negócio. Como já disse antes, eu mesmo montei páginas da Pelvs, do Captador e de outras bandas do midsumer madness lá. Mas, se estamos discutindo o futuro das plataformas, novos negócios e como isso vai funcionar, um lado desta cadeia está sempre sendo esquecido e diminuido e, aparentemente, está conformado com esta posição: os artistas!

Pessoas, se a Tramavirtual vai ganhar uma grana, se o YouTube vale 1 bilhão de dólares, é por causa do conteúdo que os artistas (músicos, videomakers) estão colocando lá.

É como um carro de corridas favorito para ganhar uma prova: todos sabem que ele tem o melhor conjunto, as melhores ferramentas, e este carro vai ganhar muita grana se chegar em primeiro. Mas qual é o combustível? São as músicas, as bandas, os vídeos, as fotos e isso é nosso. Até onde eu sei, para abastecer você tem pagar… Quando você usa o combustível, não paga e ganha corrida dizendo que sem o combustível você não seria nada, o combustível não pode simplesmente ficar feliz e ponto final.

O costume que está se criando é o que há de errado na minha opinião. Você dá a sua música, a sua foto, a sua história para sites como MySpace e Tramavirtual de graça simplesmente porque a ferramenta é boa, simplesmente porque todo artista novo têm que estar nestes sites… Não discordo disso, só acho que há que se pensar que a sua música, a sua história e a sua foto custam dinheiro. E que se você quer viver de música, este dinheiro tem que chegar para você em algum momento. Se o artista é o combustível, ele tem que entrar nesta corrida / negócio com outra atitude ou com outro papel. Porque se não, num futuro próximo, todo mundo que for artista vai ter que comer de graça em restaurantes, andar de ônibus de graça, etc, simplesmente porque eles são gênios que abastecem a mola da música no mundo, mas não merecem receber um puto por isso. Por outro lado o YouTube está bilionário, a Tramavirtual já é um negócio, o Fotolog é uma empresa e existem pessoas / famílias almoçando, comprando carros, casas, viajando e sendo felizes enquanto o músico só se fode.

Concluindo.

Não estou dizendo que o YouTube deveria repartir 1 bilhão de dólares entre seus assinantes, nem que o Tramavirtual deveria repassar sua verba às bandas. Mas também há de se pensar que existe um elo essencial para este tipo de plataforma que está sendo constantemente menosprezado: os músicos, que são justamente os que fazem esta roda girar. Já que estamos num momento de mudanças, de repensar esta cadeia de produção de música / arte, que se pense com mais carinho no papel de quem cria e quer viver disso.

Agora os inúmeros obs.:
1- concordo que artistas hoje em dia têm que ser quase uma micro empresa. Mas não podemos exigir isso de todos. Há que se garantir subexistência ao artista-artista (parafraseando Wanderley Luxemburgo) e evitar também que se extingüa profissionais como produtores, empresários e puxa-sacos de artistas.

2- está claro que quem controla os meios terá o poder. Se décadas atrás eram Sony, BMG, Warner, EMI e Universal que controlavam o mercado e os que mais lucravam com a música; em breve serão Apple, Google, Microsoft, etc. Alguém ai quer voltar a ter impérios dizendo o que vc deve ver e ouvir?

3- está na hora do mercado independente começar a formar e a cooptar nerds! Hoje em dia, um programador é muito mais importante para uma banda/ gravadora do que um produtor executivo. Mas aqui no Brasil, como bem disse o Profº André Valle “o mercado não é propício para criação de geniozinhos”. Eu adoraria que um nerd brasileiro inventasse uma maneira prática das bandas e gravadoras ganharem dinheiro com MP3 na net. Um nerd brasileiro entenderia melhor nossas necessidades e problemas. Se o YouTube fosse brasileiro, este 1 bilhão de dólares teria vindo para cá, geraria empregos… já pensaram nisso?

4- Está no ar o podcast da Chappa Quente – http://www.chappa.com.br/audios.php

Postado 22/03/2007 às 21:13

Funcionário do mês: Nervoso

nervoso-funcionario-do-mes.jpg

O cara vai trabalhar de quarta a sexta non-stop!

quarta – show Nervoso e os Calmantes no Estrela da Lapa (RJ) – ver flyer abaixo

quinta – participa do FILE – veja mais aqui

sexta – toca com Lafayette e os tremendões no Circo Voador – veja mais aqui.

Vai pro trono ou não vai?

Postado 20/03/2007 às 19:35

Como foi no Rio de Janeiro

chapa.jpgUfa!, a semana metalinguística acabou! Depois de quase 5.000 km, 10h de falação, 4 debates, muitas perguntas e poucas respostas, aqui vai uma boa cobertura feita pelo Fábio do Chappa sobre a palestra dentro do projeto Música Chappa Quente na PUC RJ semana passada: http://www.chappa.com.br/noticia.php?titulo=caminhos-para-a-musica-fluminense

E tem uma entrevista aqui:
http://www.chappa.com.br/noticia.php?titulo=rodrigo-lariu-1

Mas o que é Chappa?
Imagem de Amostra do You Tube

Postado 19/03/2007 às 17:12

Podcast 5 no ar!

Clica ali em cima e escute a edição nº 5 do nosso podcast. Tem Pelvs inédito, Low Dream, e Canastra novo em primeira mão. Dá uma olhada no ZINE para mais detalhes e também para ouvir os podcasts anteriores.

Postado 16/03/2007 às 21:55

pgm 05

Postado

Velhaco Indie !

canastra.jpg

Está no ar a edição nº 5 do podcast do midsummer madness. Depois de 2 semanas de atraso, finalmente um podcast novo. Nesta edição, destaque para música nova do Canastra (foto ao lado, de Raíssa de Góes), em primeira mão:

Arcade Fire – keep the car running (do disco novo, Neon Bible)
KinetKit RaveCamp – ambiental sensorship (mm26, lançada em 1997, ainda não disponível no site)
Polystyrene – gravity (mm41, lançada em 1998, banda do Fábio Leopoldino, ainda não disponível no site)
The Sky Drops – green to red
Asobi Seksu – i’m happy but you don’t like me

Low Dream – these little things touch me everytime (cd a venda na seção loja)
Speed Whale – iowa (covered by snow again) (da mm09, de 1995, ainda não disponível no site)
Canastra – chevette vermelho (inédita, exclusiva, do próximo disco da banda “Chega de Falsas Promessas”)
Beach Lizards – friction

Grape Storms – letters & tears
Pelvs – abrasive song

Monster Movie – waiting
Resplandor – claroscuro

Nesta edição tem o resultado da promoção Jess Saes do podcast passado: quem venceu foi Thaise Nardim. E tem promoção nova, sobre a coletânea People are required for…

Melhor! Os podcasts antigos estão todos arquivados ao lado, vejam >>>
Tem uma promoção no podcast nº 2 que ainda não tem vencedores… Quem responder certo, ganha!

Postado

Nervoso e os Calmantes mostram disco novo

cut-webflyer-nervoso-marco.jpgQuarta feira que vem, dia 21 de março, Nervoso e os Calmantes tocam no Estrela da Lapa (RJ) para dar uma palhinha das músicas novas já gravadas para o segundo disco da banda, ainda sem data de lançamento. Curioso para conhecer? Dá uma olhada no Ep “Enquanto o disco não vem” na página da banda aqui no site ou aparece no Zine e checa os detalhes do show.

Postado 15/03/2007 às 11:51

Mas já?

webflyer-nervoso-marco-2007.jpg

Postado