random songs

\ZINE - dezembro de 2006\

Mais festival no Rio de Janeiro

O tradicional Humaitá pra Peixe está de volta! O festival que torna nossas noites de verão mais agradáveis vem para a edição 2007 com algumas novidades:
- os shows agora acontece no final de semana, às sextas, sábado e domingos e não mais às terças e quartas;
- serão 3 shows por semana, sempre com 2 bandas por noite.

O midsummer madness vai participar pela 6ª vez com o stand de CDs independentes, numa parceria com a Tratore.

Confira a programação de shows:
05/01 – A Filial / Curumin
06/01 – Ordinário Groove Combo / Rio Maracatu
07/01 – Rockz / Scracho

12/01 – Brasov / DuSouto
13/01 – Zé de Riba / Tom Bloch
14/01 – Revolucinnário / Fresno

19/01 – Rodrigo Bittencourt / Érika Machado
20/01 – Edu Krieger / Casuarina
21/01 – Reverse / Eletro

26/01 – Duplexx / Vulgue Tostoi
27/01 – Móveis Coloniais de Acaju / Turbo Trio
08/01 – Debate: “O mercado de música para os novos talentos”

Mais informações no www.humaitaprapeixe.com.br 

Postado 29/12/2006 às 10:02

Jens Lekman II – black cat

Mais uma do Jens no Algumas Pessoas Tentam 2006…

Postado

Even if the sun goes down…

pelvs2006-noticia.jpgFinalmente entenderam a onda. Quanto mais o jornalismo musical se livrar das cifras e do estrelato como parâmetros de qualidade, mais fiel ele será a sua função. E tenho dito!

A Pelvs está recebendo merecidos elogios pelo seu mais recente disco – Anotherspot. Uma matéria bem bacana escrita por Carlos Albuquerque para o Rio Fanzine do jornal O GLOBO foi publicada na sexta feira, dia 22/12.

Além disso, o informativo Music News pediu a vários jornalistas que listassem seus melhores de 2006 e a Pelvs aparece em 3 listas:
Music News – 22/12/2006- Por Thiago Ney – Folha de S.Paulo
Melhores CDs Nacionais 2006:
1. Zefirina Bomba – Noisecoregroove…
2. Mzuri Sana – Ópera Oblíqua
3. Los Pirata – La Re-Vuelta
4. Ludovic – Idioma Morto
5. Superguidis – Superguidis
6. Bonde do Rolê – Solta o Frango
7. Supercordas – Seres Verdes
8. Debate – Debate
9. Pelvs – Anotherspot
10. Rock Rocket – Por um rock and roll…

Music News – 22/12/2006- Por José Norberto Flesch – Folha de S.Paulo
Melhores CDs Nacionais 2006:
1. Matanza – A Arte do Insulto
2. Nando Reis – Sim e Não
3. Los Pirata – La Re-Vuelta 4. Plebe Rude – R ao Contrário
5. Pelvs – Anotherspot
6. Chico Buarque – Carioca
7. Sepultura – Dante XXI
8. Autoramas – RRRRRRROCK!
9. Edgard Scandurra – Amor Incondicional
10. Os Britos – Os Britos

Music News – 22/12/2006- Por Carlos Eduardo Lima – Rock Press
Melhores CDs Nacionais 2006:
1. Superguidis – Superguidis
2. Mariana Aydar – Kavita 1
3. Marisa Monte – Infinito Particular
4. Chico Buarque – Carioca
5. Pullovers – 1932
6. Nasi – Onde Os Anjos Não Ousam Pisar
7. Marisa Monte – Universo Ao Meu Redor
8. Anna Luisa – Do Zero
9. Kelly Key – Por que Não?
10. Pelvs – Anotherspot

Como se não bastasse, o site London Burning incluiu a Pelvs como indicado a melhor disco de 2006 (com Anotherspot), Indian Maracas como uma das melhores músicas de 2006 e o midsummer madness como melhor gravadora.

Postado 22/12/2006 às 19:44

Pelvs dropando

pelvs2006-noticia.jpgFinalmente entenderam o free-style da Pelvs. Uma matéria no Rio Fanzine do jornal O GLOBO de 22/12/06 escrita por Carlos Albuquerque elogia o disco Anotherspot e a falta de pretensões mercadológicas da banda como uma de suas maiores qualidades. Enquanto isso, vários jornalistas incluiram o disco na lista dos 10 melhores de 2006 e a Pelvs foi indicada em mais de uma categoria no Prêmio London Burning. Leia mais no ZINE.

Postado

O dia que Larry encarou o segurança (no show do Second Come)

Larry Antha é vocalista da banda Sex Noise, pioneira dos palcos cariocas e contemporânea do Second Come. Em idos de 1992 ou 93, num show no antigo Circo Voador, Larry subiu no palco no meio de Perfidiousness e driblou vários seguranças antes de dar um mosh de volta à platéia. A cena está registrada aqui:

E para quem se lembrou desta música excelente do Second Come, um link do videoclipe de Perfidiousness dirigido por Paulo Severo.

Postado 21/12/2006 às 17:23

Tupi-Guarani

Marcelo Costa escreveu um texto bem bacana sobre os discos Anotherspot e Snooze, da Pelvs e Snooze respectivamente. Marcelo edita o pioneiro fanzine Scream & Yell e o blog Revoluttion. Leiam o texto aqui

Postado

Luisa de novo no top10

emusic-logo.jpgDepois de ocupar as primeiras posições no site alemão Tonspion, agora o Luisa mandou um beijo figura no Top10 de donwloads do site e-music, um dos maiores de venda de mp3 do mundo, com 11% do mercado.
O Luisa mandou um beijo comparece com a faixa “amarelinha” dentro da coletânea Novo Rock Brasil da Tratore. Dá uma olhada aqui pra conferir.

Postado 20/12/2006 às 15:33

Jens Lekman no Algumas Pessoas Tentam… 2006

Postado 19/12/2006 às 13:57

Assim foi sábado no Algumas Pessoas Tentam… 2006

Flávia Durante veio no busão do roque de SP pro Rio ver os shows de sábado no Casarão Cultural e Espaço Hombu e escreveu o seguinte:
Arô!

Estive no festival do Lariú sábado. Dou muito valor pra ele, deve ter uns 50 indies no Rio de Janeiro e só uns 20 vão aos shows… Mesmo assim ele ainda faz tudo com muita garra e vontade, uma coisa impressionante! Dava cansaço só de vê-lo correndo pra lá e pra cá.

Fui num ônibus com o Mr. Spaceman (banda do Régis, do Cidadão Instigado), Motormama (de Ribeirão Preto, gente finíssima), meus ídalos e clientes Grenade e o produtor Bruno Montalvão (também super boa gente). Chegamos no Rio lá pelas 16 horas, almoçamos no ótimo Puebla Café (bar/restaurante indie com trilha sonora de David Bowie, Velvet Underground, Roy Orbison etc), descarregamos as coisas no local do show e fomos dar um rolê pela Lapa.

Pegamos o famoso bonde de Santa Teresa. Você tem que subir rapidim no bonde andando e ficar pendurado pra não pagar o bilhete. Uma delícia, uma vista maravilhosa! Só que na hora de descer, também com o bonde andando, me espatifei no chão e rolei por cima do coitado do Granado! Juro que hora em que caí, minha preocupação era não passar outro bonde na direção contrária e matar o Rodrigo. Se acaba o Grenade, minha
banda indie brasileira preferida, justo por minha causa, eu iria passar remorso o resto da vida, hahaha! Quando me levantei foi que vi o estrago: cotovelo e dedão do pé todo ralado, pancada no joelho e ombros… fora o mico fenomenal, bem coisa de paulista no Rio! Pra eu me recuperar, paramos num boteco-casarão delicioso (pena que não lembro o nome), tomei um Dorflex aí parou de doer. Foi um passeio tão gostoso com um clima de amigos tão bom que valeu a pena, com tombo e tudo!

Os shows começaram lá pelas 22h30 e rolavam alternadamente nas duas casas, Espaço Hombú e Casarão. Foi bacana pois deu pra ver de tudo um pouco. Perdi a Fanfarra Paradiso pois fui tomar um banhão num hotel lá perto. Fossil foi muito bom mesmo, merece os elogios que receberam na turnê em SP. Mr. Spaceman tinha umas canções maravilhosas mas eles se enrolaram com uns problemas no som e o show foi curto. La Pupuña foi delicioso mas o povo não dançou muito, só se soltou mais pro final. Nervoso e Cigarettes não vi direito pois foi em uma hora em que não agüentei e desmaiei de canseira num sofá. Supercordas foi ótemo e contou com participação do vozeirão do Gui Barrella (Blue Afternoon)! Ele apareceu lá com o figuraça Tony da Gatorra e o Sérgio Ugeda (Debate) pois o Tony 3G havia tocado na mesma noite no Sesc Copacabana. Motormama foi uma boa surpresa, ótimo show!!! Luisa Mandou um Beijo não vi muito mas curti bastante, o som é excelente, só a vocal que é meio desanimada. Grenade tocou lá pelas 4 da matina, com todo mundo cansado pacas, mas baixou um gás nos caras sei lá de onde e o show foi incrível!!! Isso é que é amor ao rock, o resto é frescura!

A Lapa é o centro da boemia carioca, tem um barzinho do lado do outro, cada um com um estilo diferente de música e todos lotados! Pensei que em São Paulo tinha gente estranha mas até isso no Rio tem muuuuuuito mais, hahaha! Tudo misturado: travecaiada, gringos,  turistas, locais, vendedores, moradores de rua… O melhor era um cara passando pra lá e pra cá a pé vendendo tequila, limão e sal! Sensacional!
Jantamos na famosa Pizzaria Guanabara e a pizza portuguesa lá tem camarão e calabresa (?!?!). E realmente vem acompanhada de sachês de catchup, não é lenda. No Rio é tudo muito diferente, acho que não moraria lá, só passearia mesmo!  Mas preciso ficar uma semaninha pra curtir mais, fui lá 4 vezes mas sempre de farofada indie bate-e-volta (Roquenrio 3 e Te Fuder 2004)!
Indies famosos que vi: Regis, Sol, Gabriel e Erika (êta casal perfeito, dois lindos e talentosos), povo da Pelvs, Zé… Só faltou o MMarques!!!

Enfim, festival é sempre um clima bacana pacas, recomendo, mesmo com 14 horas de ônibus (ida e volta), muita canseira e tombos! ;-)
Flávia Durante
www.flickr.com/photos/assessorindie
www.popscenesantos.com

Postado

Mr Spaceman

regis 2020

Mr. Spaceman é o projeto solo do compositor, guitarrista e vocalista Regis Damasceno.

Regis nasceu perto do Natal de 1971, em Fortaleza, e por lá mesmo, com uma banda chamada Velouria, virou um dos primeiros lançamentos do midsummer madness. O Velouria existiu de 1990 a 1997 e fez parte de uma safra de talentosas e pioneiras guitar-bands cearenses. Inclua aí Dead Poets, Banana Scrait e Dago Red, todas com demos e CDs lançados na primeira metade dos anos 90. “Mario is happy now” foi lançada em fita cassete pelo midsummer madness em 1994, foi o 10º lançamento do mmrecords neste formato, quando o selo ainda começava seu catálogo.

“Não havia cena indie em Fortaleza até então”, explica Regis. “De alguma maneira, e sem falsa modéstia, Velouria e Dago Red foram as duas primeiras bandas com essa tendência em Fortaleza. Não havia lugares para tocar, então tocávamos com bandas de heavy metal, em festivais. Fizemos muitos shows em Fortaleza com o Dago Red, depois com o Dead Poets, com quem lançamos um CD-split chamado “No more dancing days“, em 1995.

O Mr.Spaceman começou em 1998, como um quarteto. Régis escrevia as músicas e amigos o ajudavam a executá-las. Ele fez pouquíssimos shows como banda, lançando um EP oficial em 2001 intitulado “I beg your pardon”, também pelo midsummer madness. O EP e suas 4 músicas – “Oui, no”, “Rainy”, “Touch the sky” e “To whom it may concern” – estão disponíveis aqui no site.

Depois disso, ele gravou algumas músicas quando começou a compor o disco de estreia e as “espalhou” para amigos: “Mas não considero um lançamento, só as espalhei para amigos”, explica Regis.

O álbum “Mr.Spaceman” foi gravado bem aos poucos, a partir de 2001. Contém registros de vários anos, algumas como “Just passing by”, são antigas, de 1998, ou “Party” de 2001 e “Lost not found” de 2002. Mas há composições mais próximas da data de lançamento, como “Major hopes”, de 2004. Regis ia compondo, gravando e guardando, sempre em Fortaleza, onde morou até 2002, quando se mudou para São Paulo.

E foi na capital paulista que ele se reencontrou com amigos de Fortaleza também com bandas circulando pelo meio independente, como Cidadão Instigado, do Fernando Catatau. Regis voltou a integrar o Cidadão Instigado, e com Catatau gravou o elogiado “E o método tufo de experiências”, de 2005. “Estou no Cidadão Instigado desde 1996, desde a primeira formação, onde eu tocava baixo”, detalha Regis. “A partir de 1998 fui tocar guitarra. Para mim é um prazer tocar nesta banda, pois é um exercício de criatividade. Em São Paulo, toco em alguns projetos interessantes como Lucas Santtana e Seleção Natural, Guizado, Nina Becker, além de uma banda tributo aos Beatles, chamada Liverpool.” E já era em 2007… com o passar do tempo, Regis aumentou bastante a lista de colaborações.

“Mr Spaceman”, o disco, foi gravado em Fortaleza mesmo, em estúdios de amigos. As músicas são todas de autoria dele. Regis foi o multi-instrumentista que tocou quase tudo, à exceção da bateria, revezada entre dois parceiros: Daniel Pessoa e Marcus Ribeiro.

porto_regis

As principais referências musicais no Mr Spaceman são os britânicos Smiths e Beatles. Pode soar antigo ou generalizante. Mas pode soar moderno e sem clichês também. Se é para citar e situar musicalmente o Mr.Spaceman, algumas dicas: além de Beatles e Smiths, Jeff Buckley, Rufus Wainwright, Nick Drake, Jim Ruiz, entre outros. O disco tem 12 músicas, algumas com letras escritas por Mário Quinderé (Dead Poets) e “Starfish” escrita por Daniel Pessoa. A capa, em formato envelope, foi feita pelo designer Renan Lima, que também foi o responsável pela capa de “E o método tufo…” do Cidadão Instigado.

Com disco pronto e lançado, Regis pretende dar sequência ao Mr Spaceman: “Minha expectativa com o Mr.Spaceman é fazer shows onde for possível. Em 2008, pretendo tocar em alguns festivais aqui no Brasil e no segundo semestre, estou planejando fazer uns shows na Europa”.

Mas Regis rapidamente se envolveu com outro projeto, que saiu em 2008: 3ofus. Projeto de apenas um disco, são músicas do Velouria, Dago Red e Dead Poets, algumas rearranjadas, outras gravadas como eram no passado. Mário Quinderé (Dead Poets), Regis (Velouria / Mr Spaceman) e Robério Augusto (Dago Red) cantam suas próprias músicas e uma música das outras duas bandas. “Lançamos como um registro histórico de uma época, essa tal cena “indie” de Fortaleza dos anos 90″, explica Régis.

Em 2009, Regis lançou junto com a artista plástica e cantora Júlia Debasse seu 2º disco como Mr Spaceman: “Work for Idle Hands to Do”. Segundo ele, um disco “mínimo, com pouca instrumentação. Tentei deixar tudo simples e direto”.

Regis conheceu a Júlia através de uma amiga que morou no Rio de Janeiro. “Soube que ela era artista plástica e que tinha um trabalho musical. Júlia se tornou uma boa amiga, casou com um grande amigo, o Rian que toca comigo no Cidadão Instigado”.

Além da Júlia, “Work For…” traz ainda a participação de Luisão Pereira, ex-Penélope e Dois em Um. “Brandenburg” foi gravada quando Regis fez um show em Salvador, no Instituto Goethe, produzido por Luisão. Numa tarde, ligaram um microfone na sala da casa do Luisão, com Regis no violão e a Fernanda Monteiro (Dois em Um) no cello.

Esse álbum ainda traz Marcelo Jeneci em “Bitter Divorce” e “Prussian Blue”. “Toquei com ele por 10 anos. Dai ele tocou piano e sanfona em algumas faixas do ‘Work For Idle Hands’”. Além deles, Guilherme Mendonça (Guizado), Felipe Parra e Laura Lavieri também participam. Confira no Bandcamp os créditos completos e também as incríveis artes de cada letra, desenhadas a mão pela Júlia Debasse.

Se você não perdeu a conta, a gente resume: Regis também é integrante do Cidadão Instigado e músico acompanhante de Guizado, MoMo e Lucas Santtana, já tocou com Vanessa da Matta, Tom Zé, Arnaldo Antunes, Otto, Beto Guedes, Jupiter Maçã, Gui Amabis, Milton Nascimento, Marcelo Jeneci, Karina Buhr, Pélico, entre vários outros.

Apesar de nunca ter parado, o Mr.Spaceman anotou outra pausa grande por causa da agenda cheia de Régis como sideman. “Não parei de compor, mas nunca tive vontade que o Mr. Spaceman fosse meu projeto principal pois acho que não conseguiria viver da grana das minhas composições apenas. Então me satisfaço tocando com quem gosto, consigo viver e viabilizar meu projeto”.

Em agosto de 2013, Regis lançou seu 3º disco como Mr Spaceman. “Hay Fever” tem 9 músicas e vai fundo nas influências fundamentais de Regis como Beatles e Smiths. “Gosto muito do Flaming Lips e suas explosões. A psicodelia me agrada, mais como conteúdo e menos como forma.”

Gravado nos Estúdios Minduca (do baterista Bruno Buarque) e Capitão Monga (de João Erbetta), “Hay Fever” foi mixado por Kassin e masterizado por Fernando Sanches no El Rocha, São Paulo. Mais uma vez, é um disco recheado de participações especiais: Dustan Gallas toca synths e faz backing vocals, Kassin toca teclado em “The Battery”, Clayton Martin, Richard Ribeiro e Bruno Buarque se revezam nas baterias das faixas.

Todas composições de “Hay Fever” são do Regis mas algumas em parceria com Júlia Debasse, outra com Mário Quinderé e também Daniel Pessoa, que foi o baterista do começo do Mr. Spaceman.

Em 2020, quase 7 anos depois, mais uma vez trabalhos como músico acompanhante e o nascimento da sua filha empurraram “Loop”, o 4º álbum, para frente. “Continuei compondo e guardando rascunhos. Até essa pandemia. ‘Loop’ foi todo gravado em Recife mas eu moro em SP há 18 anos. Vim pra cá quando aconteceu a primeira morte por Covid-19 em SP, resolvi ficar perto da minha filha. Gravei o Loop no quarto dela, depois que ela ia dormir. Fiz músicas novas, retomei antigas ideias, finalizei mais esse disco”.

Ao contrário dos álbuns anteriores, “Loop” não traz muitas participações. Mário Quinderé (agora também no Fish Magic) compôs algumas músicas em parceria com Regis e participa de “Running”. “Mário é um parceiro antigo, desde Fortaleza, da época do Velouria e Dead Poets. Desde lá que ele me ajuda com letras, sempre rápido e certeiro. Também fui produtor de 3 discos do Fish Magic”.

A filha Rita, de 7 anos, participa cantando em “Bliss”, faixa que abre o disco. “Loop” foi todo gravado no quarto dela, à noite, enquanto a pequena dormia em outro cômodo. Presos dentro de casa, o título se refere a “repetição dos dias iguais, por conta do isolamento social. Entra dia, sai dia, tudo igual“.

Ouça todos os discos no streaming:
Spotify
Deezer
Apple Music


 


O que andam falando sobre o disco de estréia:

Agora o talento de Regis pode ser conferido em toda sua magnitude com o lançamento do CD do Mr Spaceman, seu projeto autoral com o qual vem desaguando suas composições que parecem verdadeiras aulas de união guitarra + belas melodias, juntando praticamente toda a história do rock dos anos 60 até aqui. ”
matéria na íntegra aqui
Luciano de Almeida Filho
O Povo – Fortaleza (março 2008)

o cosmonauta Regis Damasceno arquitetou um belo souvenir de canções firmes, fortes, melódicas, chuvosas, ensolaradas.
Alexandre Alves – site Lado Norte

Entrevista no site da produtora Alavancahttp://alavanca.art.br/2009/02/10/entrevista-regis-damasceno-o-mr-spaceman/

Postado 13/12/2006 às 20:17